Parte da dissertação feita por Abdul Saleeb, um ex-muçulmano convertido ao cristianismo.
De qualquer modo, nem todos os devotos muçulmanos se tornam violentos ou terroristas. Existem muitas interpretações do Alcorão e uma grande variedade de tendências no islamismo, assim como no cristianismo e na maioria das outras religiões. Há por exemplo, muçulmanos “Sufi”, que representam a ala mística do islamismo. Eu cresci em uma família Sufi. Os Sufis praticam uma versão tipo “Nova Era” do islamismo; eles ficaram tão horrorizados com os acontecimentos de 11 de setembro quanto você e eu.
A violência no islamismo não se restringe aos ataques suicidas com bomba ou com aviões contra edifícios. A violência do islamismo tem muitas formas de expressão. A vasta maioria dos casos de perseguição a cristãos hoje ocorre no mundo islâmico. Devido à sua fé, os cristãos no sul do Sudão, por exemplo, têm sido terrivelmente perseguidos pelo governo muçulmano no norte do país. Um outro exemplo da violência e agressão islâmica é a lei blasfema do Paquistão, que pune com morte qualquer pessoa que insultar o profeta Maomé. As raízes desta lei estão nos ensinos primários do próprio islamismo. A lei islâmica de apostasia declara que qualquer pessoa que se converta do islamismo a uma outra religião – cristianismo, judaísmo ou qualquer outro credo – comete um crime cuja punição deve ser a morte.
Salman Rushdie é um indiano, nascido na Inglaterra; é um muçulmano nominal. Há alguns anos ele escreveu “Os Versos Satânicos”, um romance no qual ele supostamente ofendeu Maomé. O Aiatolá Khomeini, que era na ocasião líder da República Islâmica no Irã, emitiu uma fatwa, uma ordem religiosa, prometendo a quem matasse Rushdie uma recompensa de muitos milhões de dólares do governo iraniano.
(O Outro Lado do Islã. R.C Sproul e Abdull Saleeb)
Por Rafael Felix.
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