Fui abordado e questionado recentemente por alguém que parecia ser bastante instruído. Na verdade, instruído na sua área de atuação, pois além de ser professor, ele é um mestre em linguística. Em sua abordagem me fez diversas perguntas sobre o islamismo, deixando bem claro que discordava de todas publicações feitas por mim sobre o Islã, onde as mesmas tinham o intuito de alertar as pessoas acerca do ódio e da falsa paz que supostamente existe nessa religião. Tentei explicar que eu não estava culpando nem condenando todos os muçulmanos, pois a minha crítica estava redirecionada para a própria religião islâmica e suas correspondentes doutrinas. Mostrei dentro de um pequeno espaço curto de tempo que o fundamentalismo e o extremismo existem dentro dessa religião pelo seguinte fato: “fazem parte de suas respectivas doutrinas”. Ele saiu da conversa, demonstrando não estar totalmente satisfeito com minhas explicações. Na verdade, eu nem estranhei, pois isso é comum acontecer com as pessoas que não sabem nada ou quase nada da religião islâmica e tentam defende-la a todo o custo sem nenhum fundamento.
Dave Hunt, em seu livro “A Hora da Verdade sobre o Islã”, tratando desse mesmo tema disse o seguinte: “Os EUA têm sido chamados de “o Grande Satã” por líderes muçulmanos de todo o mundo. Portanto, um ataque aos Estados Unidos seria um golpe de Alá contra seu principal inimigo. Palestinos dançaram nas ruas celebrando a destruição nos EUA, decretando a vitória a Alá. Um dia antes do ataque, a rede CNN exibiu em sua programação normal cenas de crianças da terceira série de uma escola na Margem Ocidental do Jordão cantando em coro: “Morte a Israel”. Apenas o doutrinamento islâmico faz com que sejam possíveis essas cenas inacreditáveis de pessoas celebrando o terrorismo. Ainda que as pessoas de bem naturalmente esquivem-se de culpar a própria religião islâmica, que é uma das maiores do mundo, esse tipo de sentimentalismo não é apropriado. Não se deveria continuar permitindo que o islã fuja de sua inegável responsabilidade. Mesmo assim os ex-presidente dos EUA “Bush” chamou o islamismo de uma religião que ama a paz. Os devastadores atos de guerra cometidos por terroristas islâmicos contra os Estados Unidos foram respondidos com declarações inocentes de bem-intencionados líderes do governo, tentando mostrar que devemos distinguir entre o terrorismo por grupos extremistas e o islã, que seria pacífico. Entretanto existem mais de 100 versos no Corão defendendo o uso da violência para espalhar o islã. No Corão, Alá ordena aos muçulmanos... “Não tomeis por aliados os judeus e os cristãos... Matai os idólatras [não-muçulmanos] onde quer que os encontreis... combatei os que não creem em Alá...” (Suras 5.51; 9.5, 29, 41, etc.). Ainda que a maioria evite obedecer a esses mandamentos, esse é o islamismo oficial, que não pode ser mudado sem que se admita que Maomé foi um falso profeta e um assassino. (HUNT, 2004, pp. 14-15)
Não tem como desassociar o ódio dessa religião, pois o mesmo serve como base ou pilar para suas respectivas doutrinas.
Por Nivaldo Gomes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário