Por Walson Sales
SCHOPENHAUER, Arthur. Estratégia 9 - Disfarce seu objetivo final, p. 38. in. 38 Estratégias para vencer qualquer debate: A arte de ter razão. São Paulo: Faro Editorial, 1985.
Este texto tem o propósito de apresentar e exemplificar a estratégia 9 do livro “38 Estratégias para vencer qualquer debate: A arte de ter razão” (SCHOPENHAUER, 1985), texto que faz uma abordagem sobre a importância de se omitir e disfarçar o seu objetivo final em um debate por meio de perguntas sem uma ordem lógica, conceitual ou cronológica, como se segue. Segundo o autor,
AS PERGUNTAS QUANDO não são feitas na ordem que levaria a uma conclusão possível podem levar a uma confusão muito grande. O oponente não sabe aonde você quer chegar e não pode se precaver. Também é possível usar suas respostas para tirar diferentes conclusões, até contrapô-las, de acordo com suas características. Isto está relacionado à estratégia número 4, segundo a qual se deve mascarar as próprias ações (SCHOPENHAUER, 1985, p. 38).
Segundo o autor, uma das estratégias que auxiliam no debate é omitir seu objetivo final por meio de perguntas fora de uma ordem lógica para trazer uma confusão mental ao oponente, o deixando sem saber onde se quer chegar e o deixando impossibilitado de se precaver. As respostas confusas e repentinas do oponente poderão ser usadas contra a tese que ele próprio defende. Como afirmei em uma aula na UFPE e gerou não pouca polêmica, utilizo esta estratégia com frequência em debates e diálogos com os ocidentais defensores do Islamismo, que é o maior fenômeno religioso dos dias atuais. Depois do 11/09 o Islamismo vem vivendo um “avivamento” expansionista e o resultado desse movimento é semelhante a Hégira do profeta Muhammad, quando este fugiu de Meca e se estabeleceu em Medina, se transformando no senhor da guerra e o senhor absoluto de toda a Arábia em apenas 9 anos, por meio do saque, pilhagem e morte.
Hoje está começando uma febre chamada “islamofobia”, termo criado pelos próprios muçulmanos para mascarar suas ações e reais intenções. O ocidental, geralmente completamente ignorante acerca das doutrinas islâmicas, tenta enxergar os Islã conforme os olhos e conceitos ocidentais, baseados na democracia, valor da vida humana, liberdade de pensamento e expressão, igualdade entre homens e mulheres e liberdade de culto e religião, sem saber que o islamismo, baseado nas suas fontes originais e mais antigas, negam todas estes conceitos. Para exemplificar, existem três tipos de muçulmanos hoje: o liberal, o nominal e o literal. O liberal “reinterpreta” o que o Alcorão e as fontes islâmicas afirmam. O nominal é um seguidor “não praticante” da religião e se inclina muito facilmente aos valores do ocidente. O literal é o muçulmano que segue à risca os ensinos e exemplos de Muhammad, o profeta e fundador do Islã. Portanto, não existe extremismo islâmico, mas apenas literalismo islâmico. Duas coisas merecem ser ditas antes de começar as perguntas. Muhammad, de acordo com o Alcorão (33:21; 64:8), é o melhor exemplo de padrão e conduta e o melhor exemplo a ser seguido. Todo muçulmano literal almeja imitar o seu profeta em todos os seus caminhos e exemplos, em tudo que disse e praticou. Os muçulmanos chamados de extremistas pela mídia, são os literais, aquele que está sendo “literalmente” fiel às suas tradições e doutrinas. Entretanto, a mídia tem divulgado que o islamismo é paz e que estes grupos “extremistas” estão distorcendo o que Muhammad ensinou e praticou. Segundo, ninguém tem como conhecer a vida de Muhammad apenas por meio do Alcorão. A maioria das pessoas pensa que o Islã é baseado [apenas] no Alcorão.
No entanto, não há informações suficientes no Alcorão para praticar a religião do Islã. O Alcorão diz em 91 versos para cada muçulmano imitar Maomé nos menores detalhes da vida. Há dois livros que nos mostram a vida de Muhammad - a Sira (sua biografia) e o Hadith (pequenas histórias e provérbios). O Alcorão é o que Maomé disse que o anjo Gabriel disse que Allah disse. Mas o Alcorão não contém orientação suficiente para que alguém seja muçulmano, a não ser dizendo repetidamente que todo o mundo deve imitar Muhammad em todos os sentidos. As palavras e ações de Muhammad são chamadas de Sunna. A Sunna é encontrada em dois textos diferentes - a Sira e o Hadith. A primeira fonte da Sunna é a Sira, que é a biografia de Muhammad. A outra fonte da Sunna é o Hadith, as Tradições de Muhammad. Existem várias versões do Hadith, mas a mais comumente usada é a coletada por Bukhari. Então, o correspondente doutrinário de cada fonte islâmica para se ter um conhecimento de 100% do conteúdo original do islamismo é o seguinte:
O Alcorão corresponde a 14%
A Sira corresponde a 26%
O Hadith corresponde a 60%
De posse destas informações, quando nos deparamos com um ocidental que defende o islamismo sem conhecer suas fontes mais antigas, devemos fazer perguntas ao oponente, sem seguir uma ordem lógica ou cronológica, do que ele pensa sobre vários comportamentos que são reprováveis por natureza, quase que consenso no pensamento ocidental. Seguem algumas sugestões de perguntas:
É normal um homem adulto, com cerca de 53 anos de idade, chupar a língua de uma criança?
É ético alguém se casar com sua nora? É lícito alguém ter escravas sexuais?
Seria natural um homem ter 9 esposas e 2 escravas sexuais?
Seria normal um homem ter 4 esposas?
É normal um homem bater em sua esposa?
É normal um homem estuprar uma mulher com requintes de crueldade, como por exemplo, na frente de seu esposo?
É lícito assassinar pessoas por criticar uma religião?
É normal assassinar pessoas por receber críticas delas?
O testemunho de uma mulher é confiável?
A mulher é intelectualmente inferior aos homens?
É correto torturar pessoas por dinheiro?
É normal saquear viajantes?
É natural alguém ser morto apenas por ser de determinada etnia?
Um homem que decapita cerca de 800 pessoas seria um bom exemplo moral?
É natural um homem de quase 60 anos se casar com uma menina de 6 anos e manter relações sexuais com ela quando ela tinha 9 anos?
Diante das respostas, deve-se encaminhar as informações sobre o fundador do Islã, o maior exemplo de padrão e conduta para o Muçulmano, padrão das atrocidades que ocorrem ainda hoje.
Quando se discerne se Maomé foi um verdadeiro profeta, é importante considerar o seu caráter. De acordo com os muçulmanos e o Alcorão, Maomé “é um belo padrão de conduta” (Sura 33:21) e “um padrão exaltado de caráter” (Sura 68: 4). De fato, os muçulmanos afirmam que Maomé foi o último profeta de Deus para toda a humanidade em todos os tempos. A luz disso quando examinamos as fontes muçulmanas mais antigas, esperamos encontrar um Maomé que foi um embaixador moral de Deus, no entanto, descobrimos na verdade, incontáveis imoralidades abomináveis e exemplos de outras crueldades desnecessárias na vida de Maomé.
Maomé foi um homem que casou com mais mulheres do que suas revelações permitiam. Ele casou com a esposa de seu filho adotivo Zaid. Depois que Maomé cobiçou a esposa de seu filho adotivo porque ele a viu vestida de maneira inadequada [ela estava com poucas roupas], seu filho adotivo então se divorciou dela e Maomé, pouco tempo depois, casou com ela afirmando que isto foi ordenado por Deus (The History of Al-Tabari, Vol. 8, [State of New York Press, 1997], pp. 2-3). A Sura 33:37 do Alcorão menciona este episódio mostrando que Maomé acreditava que Allah apoiava esta imoralidade “… quando Zaid resolveu dissolver o seu casamento com a necessária (formalidade), permitimos que tu a desposasses…”.
Jay Smith: se o exemplo de Maomé é para hoje, deixe-me perguntar, porque ele se casou com uma menina de seis anos de idade, estando ele com 53 anos de idade?
“Ele [Maomé] escreveu o contrato de casamento com Aisha quando ela era uma menina de seis anos de idade, e consumou o casamento quando ela tinha nove anos de idade” (Sahih Bukhari, vol. 5 livro 58, número 236).
Maomé chegou em Medina em 622. Em 624 ele começou a confrontar os judeus que viviam lá, em 627 ele pegou 800 homens da tribo judaica Banu Qurayza, os levou ao mercado de Medina e os decapitou e vendeu suas esposas e filhas como escravas (Ibn Isaq, The Life of Muhammad, [Oxford University Press, 2014], p. 464; Sunan Abu Dawud, 4390, Ahmad Hasan Translation, vol. 3, p. 1227; Al-Waqidi, Kitab-al-Maghazi, [Routledge, 2011], p. 254). Este é o homem para o nosso tempo? Você seguiria um homem como esse?
Ele praticou sexo com sua escrava (Sunan An Nasa’i 3411; Tafsir Jalalayn, 66:1), ele apoiou práticas idólatras pagãs como beijar a pedra negra e se curvar a Caaba (Sahih Bukhari, Vol. 2, livro 2, número 667), ele assassinou pessoas por criticarem sua religião (Ibn Isaq, The Life of Muhammad, [Oxford University Press, 2014], pp. 162-163; 675), assassinou pessoas por zombarem dele (Sahih Muslim 142, Abdul Siddiqi Translation, Vol. 1. p. 57; Sahih Bukhari, vol. 3, livro 48, Hadith 826) e disse a seus seguidores que as mulheres são estúpidas e que o testemunho da mulher não é confiável (Ibn Isaq, The Life of Muhammad, [Oxford University Press, 2014], pp. 515; Alcorão 2:282) e torturou pessoas por dinheiro e sustentou sua religião roubando pessoas (The History of al-Tabari, vol 7, [State University of New York Press, 1987], pp. 15-16), ele pregou uma mensagem de violência e crueldade (Alcorão 8: 21-23; 9: 5, 29; Sahih Muslim, livro 1, Hadith 33; Livro 32, Hadith 75), e ensinou a seus seguidores a crer em um deus que ama apenas os muçulmanos e ninguém mais (Alcorão 3: 31-32; 30: 43-45), este é o padrão ideal de conduta de acordo com o capítulo 33 verso 21 do Alcorão.
Maomé afirmou que o anjo Gabriel deu a ele um poder sexual extremo e que as pessoas no céu terão ainda mais. Na antiga biografia de Maomé do século nono escrita por Ibn Sa’d nós lemos “O apóstolo de Allah…disse: ‘Gabriel trouxe um pote do qual eu comi e foi me dado o poder de intercurso sexual igual a quarenta homens” (Ibn Sa’d, Kitab Al-tabagat Al-Kabir, vol. 1, [Kitab Bhavan, 2009], p. 439). Também, “Ao apóstolo de Allah…foi dado o poder igual ao de quarenta homens e as pessoas no paraíso serão dadas o poder igual a oitenta homens” (Ibn Sa’d, Kitab Al-tabagat Al-Kabir, vol. 1, [Kitab Bhavan, 2009], p. 439).
Maomé permitiu seus seguidores a fazer a mut’ah [casamento temporário para fins meramente sexuais], quando os soldados de Maomé estavam em batalha e longe de suas esposas e sentiam desejos [sexuais] e exaltados, buscaram o conselho de Maomé. A solução de Maomé alegadamente inspirada [por Allah] foi que eles deviam se engajar em um casamento temporário (mut’ah), que é um contrato de casamento temporário onde uma mulher, com o propósito do sexo, seria rapidamente molestada, para que os desejos sexuais do homem fossem saciados, Bukhari relata “Narrado por Abdullah: Costumávamos participar das santas batalhas conduzidas pelo apóstolo de Allah e não tínhamos nada [nenhuma esposa] conosco. Então dissemos, ‘Devemos nos castrar?’ Ele nos proibiu e então nos permitiu casar com as mulheres em um contrato temporário e recitou para nós: ‘Ó vós que credes! Não faças ilegal as boas coisas que Allah tornou legal para vós, mas não cometam transgressões’ (Alcorão 5:87)” (Sahih Bukhari, volume 7, livro 62, número 13).
Maomé permitiu o estupro de mulheres cativas de guerra enquanto seus maridos estivessem vivos e presentes, isto é ensinado no Alcorão 4: 24: “Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão…”. O background histórico deste verso é encontrado no seguinte Hadith:
“Abu Said al-Khudri: ‘O apóstolo de Allah enviou uma expedição militar a Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles encontraram seus inimigos e os combateram. Eles os venceram e os tomaram cativos. Alguns dos companheiros do apóstolo de Allah estavam relutantes em ter intercurso [sexual] com as mulheres cativas na presença de seus esposos que eram descrentes. Então Allah, o exaltado, enviou o verso do Alcorão, ‘Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão’. Ou seja, elas são legais para eles quando eles completam seu período de espera” [O Alcorão, verso 4:24] (Sunan Abu Dawud 2150, Ahmad Hasan Translation, vol. 2, p. 577; cf. Sahih Muslim 3432, Abdul Siddiqi Translation, vol. 2, pp. 896-897).
Isto é claramente estupro, desde que aos muçulmanos é permitido ter sexo com uma mulher cativa enquanto seu marido ainda está vivo e presente. Nenhuma mulher em sã consciência iria querer ter sexo com um guerreiro que matou os homens de sua tribo e enquanto seu marido ainda está presente. Assim, tal sexo pode ser dito ser estupro, mas é legalizado no Alcorão.
Segundo o Alcorão 4:34, Maomé permitiu os homens muçulmanos a bater em suas esposas “…“No entanto o apologista muçulmano Mustafá Zayed (no livro The lies about Muhammad: how you were deceived into islamophobia) afirma que a palavra árabe original significa meramente “castigai-as levemente”, mas isto é falso. A palavra árabe original é “waidriboohunna” e de acordo com John Penrice (A Dictionary and Glossary of the Qur’an [The Other Press Sdn Bhd, 2006], p. 133) seu significado primário é simplesmente “bater”. Além disso, as seguintes traduções acadêmicas do Alcorão deste verso (Pickthall, Shakir, Khalifa, Arberry, Palmer, Rodwell e Sahih International) dizem bater, flagelar, atacar como oposto a “bater levemente”, também os seguintes comentaristas do alcorão (Tafsir al-Jalalayn, Al Qushairi, Usmani, Maududi, Daryabadi e Asad) traduzem a palavra bater como oposto a bater levemente. O estudioso e comentarista do Alcorão Allama Usmani (The Noble Qur’an: Tafseer-E-Usmani, vol. 1, [Islamic Book Service, 2008], p. 335) diz que este verso significa que um homem pode bater em sua mulher tão forte como queira, desde que ele não quebre seus ossos ou cause cicatrizes. Agora, em Sahih Bukhari lemos sobre um muçulmano batendo em sua esposa:
“…quando o mensageiro de Allah veio, Aisha disse, eu não tenho visto outras mulheres sofrerem tanto como as mulheres crentes [muçulmanas]. Veja! Sua pele é mais verde do que suas roupas!” (Sahih Bukhari, vol. 7, livro 72, Hadith 715).
De acordo com este Hadith, Maomé não puniu os homens por baterem em suas esposas, antes ele ficou do lado do esposo concernente essa disputa. Também no Hadith seguinte, a esposa de Maomé, Aisha, relembra um evento concernente Maomé e ela:
“Ele [Maomé] me golpeou no peito que me causou dor” (Sahih Muslim 2127, Abdul Siddiqi Translation, vol. 2, p. 556).
De fato, Abu Baker parece ter aprendido um comportamento similar ao de Maomé, pois em Sahih Bukhari lemos:
“Narrado por Aisha. Abu Bakr veio na minha direção e me golpeou violentamente com seu punho e disse, ‘você deteve o povo por causa do seu colar.’ Mas eu permaneci imóvel como se estivesse morta pois eu não deveria despertar o Apostolo de Allah embora este golpe ter sido muito doloroso” (Sahih Bukhari. volume 8, livro 82, número 828).
Além disso, em um Hadith, Maomé achou engraçado quando seu sogro Abu Bakr e Umar esbofetearam e abusaram de várias mulheres, incluindo a sua, ou seja, a própria esposa de maomé
“Ele, Hadrat ‘Umar disse: eu diria algo que faria o profeta rir, então disse: Mensageiro de Allah, eu gostaria que você tivesse visto (o tratamento dispensado) a filha de Khadija quando ela me pediu algum dinheiro e eu me levantei e a esbofeteei no pescoço. O apóstolo de Allah riu e disse: elas estão ao meu redor como pode ver, pedindo dinheiro extra. Abu Bakr se levantou e foi a Aisha e a esbofeteou no pescoço dizendo: você pede dinheiro ao profeta de Allah que ele não possui. Elas disseram: por Allah, nós não pedimos nada ao profeta de Allah que ele não tenha” (Sahih Muslim, 3506, Abdul Siddiqi Translation, p. 920).
Maomé também disse “Um homem não deve ser questionado pelo motivo que ele bate em sua esposa” (Sunan Abu Dawud, 2142, Ahmad Hasan Trasnlation. vol. 2, p. 575). Este ditado é também atestado na seguinte fonte (Sunan Ibn Majah, 1986, vol. 3, p. 190). Por fim, Al-Zamakhshari, estudioso islâmico do século 12 percebe que Maomé está dizendo “pendure o chicote para que sua esposa possa vê-lo” (Al-Kashaf, vol. 1, p. 525).
Maomé inventou mais revelações convenientes junto com uma que já mencionamos, envolvendo ele se casando com a esposa de seu filho adotivo. Por exemplo, primeiro Maomé daria a suas esposas a atenção igual em noites separadas, mas então depois ele começou a favorecer certas esposas e no Alcorão 33: 51 foi então convenientemente revelado a ele que “Podes adiar a companhia de quem quiseres entre elas e chamar a ti a quem quiseres. E se procurares essas que havias desprezado, não serás censurado. …”. A esposa de Maomé, Aisha interessada no que estava acontecendo, disse o seguinte em resposta: “Eu sinto que o teu Senhor se apressa em cumprir as suas vontades e desejos” (Sahih Bukhari, vol. 6, livro 60, Hadith 311). Além disso, uma noite Aisha não pôde estar e teve que ir a algum lugar, Maomé, portanto, decidiu ter relações intimas com uma de suas escravas que ele não era casado, a saber, Maria, a Copta. Aisha descobriu e ficou chateada. Em resposta Maomé afirmou que o capítulo 66: 1 do Alcorão foi revelado a ele a fim de justificar seu comportamento “ Ó profeta, por que te absténs daquilo que Deus te concedeu, procurando, com isso, agradar as tuas esposas?”.
Então Maomé afirmou que o verso do Alcorão 66:3-5 foi revelado a ele que foi uma repreensão severa a Aisha por ficar chateada com Maomé por suas relações sexuais com Maria, a Copta. Estas são algumas das revelações convenientes de Maomé. Como elas se arranjam com outras afirmações de Maomé de que o Alcorão é eterno e dirigido a todas as pessoas em todos os tempos se muita coisa no Alcorão serviu meramente aos desejos [e caprichos] de Maomé?
Maomé chupou a língua dos filhos de seus companheiros, o que é imoral e pervertido:
“[Mua’wiya dissse]: Eu vi o profeta chupando a língua ou os lábios de Al-Hassan, filho de Ali. Pois nenhuma língua ou lábios que o profeta chupou será atormentado (pelo fogo do inferno)” (Musnad Ahmad, 16245).
Também no Hadith de Bukhari lemos:
“Então ele [Maomé] disse: ‘Onde está o pequeno? Chame o pequeno até mim.’ Hasan veio correndo e pulou em seu colo. Então ele colocou sua mão em sua barba. Então o profeta abriu sua boca e colocou sua língua na língua dele. Então ele disse, O Allah, eu o amo, então o ame e aquele que o ama” (Al-Mufrad, Bukhari, livro 48, Hadith 1183).
Aqui encerro afirmando que se é possível ganhar um debate sem ter razão utilizando esta estratégia, imagine utilizar a estratégia tendo razão?
By Walson Sales.
Nenhum comentário:
Postar um comentário