Imagine as reações químicas no corpo humano? São tantas e tão complexas e simultâneas que relegá-las ao acaso é uma irresponsabilidade. Simmons e Dembski mencionam, por exemplo, que o interior do corpo humano é um lugar mais movimentado do que a cidade de Nova York, a cidade do México, Tokyo e Bombay juntas. De dez a setenta e cinco trilhões de células participam em mais de um quadrilhão de interações químicas propositais a cada dia que nos ajuda a andar, respirar, pensar, dormir, procriar, ver, ouvir, cheirar, sentir, digerir o alimento, eliminar os dejetos, escrever, ler, falar, fazer as células vermelhas, remover as células mortas, lutar contra as infecções, se comportar bem, se comportar mal, absorver os nutrientes, transportar oxigênio, eliminar o dióxido de carbono, manter o equilíbrio, conduzir um diálogo, entender instruções, argumentar, e tomar decisões complexas, somente para nomear algumas atividades comuns. Somando a isso, cada um desses processos tem dúzias – e às vezes centenas – de pequenos passos interativos, checagens, e confirmações de checagens, balanços, e mecanismos regulatórios. E mais, todos estes passos têm pequenos subpassos químicos. De muitas maneiras, o corpo humano funciona como uma nevasca extremamente bem organizada de respostas químicas invisíveis e impulsos elétricos de rápida transformação. O cérebro humano é um continente envolvido, varrido por furações elétricos microscópicos e ondas químicas que de certo modo, sente a realidade externa em uma base de microssegundo a microssegundo. Darwin não tinha uma pista de como estes mecanismos verdadeiramente funcionavam. Na maior parte, ele não sabia que eles sequer existiam (2004, p. 16).
Fonte:
SIMMONS, Geofrey S; DEMBSKI, William. What Darwin didn’t Know: A Doctor Dissects the Theory of Evolution. Eugene, Oregon: Harvest House Publishers, 2004
By Walson Sales.
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