terça-feira, 25 de junho de 2019

Enquanto muito numerosas para listar aqui, as passagens bíblicas afirmando a Soberania de Deus foram agrupadas por D. A. Carson (calvinista) sob quatro categorias principais

(1) Deus é o criador, governador e possuidor de todas as coisas;
(2) Deus é a causa pessoal última de tudo o que acontece;
(3) Deus elege o seu povo e
(4) Deus é a Fonte não reconhecida de boa fortuna ou sucesso.

Ninguém que leva essas passagens a sério pode abraçar o Teísmo Aberto, que nega a soberania de Deus sobre os eventos contingentes da história. Por outro lado, a convicção de que os seres humanos são agentes morais livres também permeia o modo Hebraico de pensar, como é evidente das passagens que Carson lista sob nove características:
(1) as pessoas encaram múltiplas exortações e comandos divinos;
(2) é dito as pessoas para obedecer, crer e escolher a Deus
(3) as pessoas pecam e se rebelam contra Deus;
(4) os pecados das pessoas são julgados por Deus;
(5) as pessoas são testadas por Deus;
(6) as pessoas recebem recompensas divinas;
(7) os eleitos são responsáveis por responder a iniciativa divina;
(8) orações não são apenas meros exemplos roteirizados por Deus, e
(9) Deus literalmente convida os pecadores para que se arrependam e sejam salvos.

Estas passagens excluem um entendimento determinista da providência divina que se opõe a liberdade humana.
William Lane Craig criticando o conceito de providência calvinista no livro: Four Views on Divine Providence, p. 54.
By Walson Sales.

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