quarta-feira, 19 de junho de 2019

Qual a relação entre Islã e a violência? (Pt. 16/FINAL)

Parte da dissertação feita por Abdul Saleeb, um ex-muçulmano convertido ao cristianismo.
Assim, qualquer coisa que seja dita contra o profeta do islamismo pode ser vista como um insulto e como um crime cuja punição é a morte. De fato, esta é a lei no Paquistão. Conforma temos visto, a violência no islamismo se expressa de várias formas, através de perseguição às minorias, a matança d oponentes políticos e religiosos e os atos de terrorismo. E todas essas práticas encontraram justificativas no Alcorão e nos atos e ditos de Maomé.
O que relatei sobre o islamismo não se trata de simplesmente histórias antigas que não são mais relevantes no mundo de hoje. Recentemente, a PBS, que não é um baluarte de relatos conservadores, difundiu uma edição de Frontline, intitulada “The Saudi Time Bomb”. Nela, é descrita a ascensão do fundamentalismo religioso na Arábia Saudita e como o dinheiro do petróleo árabe tem dado apoio a esta tendência radical, divulgando-a em todo o mundo muçulmano. O site do programa na Internet continha um suplemento sobre a educação naquele país, e 35% das escolas foram obrigadas a fornecer educação religiosa. Um dos livros obrigatórios usados hoje é uma coleção dos ditos de Maomé, muitos dos quais citamos anteriormente. Uma dessas coletâneas de ditos é intitulada A Vitória dos Muçulmanos sobre os Judeus. Isto é ensinado hoje aos estudantes do ensino médio na Arábia Saudita.
Infelizmente os cristãos evangélicos são acusados de alguns pecados em relação aos muçulmanos: racismos, preconceito e medo. Vivem separados de vizinhos e de colegas de trabalho muçulmanos, porque têm medo deles. Não quero dizer nada que possa agravar ainda mais tal medo, e fazer com que, de algum modo, afastem-se mais. Meu propósito é compartilhar neste livro não iniciar uma cruzada contra o islamismo, mas para que você possa estar ciente das raízes religiosas da violência no islamismo e para que considere os motivos com mais seriedade. Meu objetivo maior é levar-nos à cruz e pedir a Cristo força e coragem para testemunharmos a nossos vizinhos e colegas de trabalho muçulmanos – testemunhar-lhes sobre Jesus com grande amor e bondade.
(fim)
(O Outro Lado do Islã. R.C. Sproul e Abdul Saleeb)
Por Rafael Felix.

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