sábado, 6 de julho de 2019

As Atrocidades da Perseguição Promovida pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ou Estado Islâmico( El) ou Isis

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante autodenominado por seus integrantes como ESTADO ISLÂMICO (EI), ganhou as primeiras páginas do mundo inteiro quando, no dia 19 de agosto de 2014, executou friamente o jornalista americano James Foley. Foley foi lentamente decapitado diante da câmera. O mundo todo ficou chocado, mas o governo da Grã-Bretanha teve um choque especial, pois o algoz falava inglês com o sotaque britânico.
A brutalidade utilizada pelo EI contra os ditos" infiéis" foi considerado como algo nunca antes visto na região, pois muitas pessoas foram mortas em massa.

Esse grupo jihadista recruta combatentes desde a sua fundação. O EI surgiu no Iraque como um braço do Al-Qaeda. O líder Abul Bakr al-Bagadi, em abril de 2013 declarou a fusão entre o Estado Islâmico do Iraque e a frente Al-Nosara, um outro grupo semelhante localizado na Síria. Entretanto, esses dois grupos posteriormente se desentenderam, e agindo separadamente, começaram uma guerra entre si. Sem jurar lealdade ao Al-Qaeda, declararam ter instaurado um Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Ao que parece, não conta com nenhum apoio do Estado da região, mas possui muitos fundos e doadores individuais. 
De extremismo incrível, sua brutalidade não polpa nem agentes humanitários. Suas investidas já lhe renderam o controle de diversas cidades, sobretudo no Iraque, como a cidade de Fallujah e setores de Ramadi.

Em sua guerra contra os " infieis" o cristianismo não deixaria de ser alvo dos terroristas.
Em dezembro de 2014, o Estado Islâmico havia sequestrado 21 cristãos egípcios. No dia 15 de fevereiro de 2015 esses cristão cóptas foram degolados a sangue frio por se recusarem a abandonar sua fé em Jesus Cristo. As cabeças deles ficaram em cima dos seus corpos. A atrocidade foi realizada em uma praia, colorindo o mar de sangue. O grupo terrorista filmou toda a ação e postou o vídeo na internet com o nome "A message in Blood to the Nation of the Cross" (Uma mensagem em Sangue para a Nação da Cruz).

O jornalista escritor alemão Juergen Todenhoefer visitou o "Califado" do Estado Islâmico e afirmou que o grupo está determinado a realizar uma limpeza religiosa nunca antes vista no mundo. Ao falar com integrantes do grupo, eles disseram que seria um movimento com força de uma bomba nuclear.
Todenhoefer ficou no local por seis dias. Reconheceu o poder e influência do grupo para contratar pessoas de todos os cantos do mundo. Encontrou-se com crianças-soldados e com recrutas de lugares como Reino Unido, EUA, dentre outros.
Afirmou que o perfil dos soldados do EI não é ignorante. Muitos possuem diploma universitário e abandonaram a carreira para se dedicar a guerra.
"Vamos conquistar a Europa um dia. Não há dúvidas que um dia isso vai acontecer. Para nós não há fronteiras, apenas linha de frente. Matar 150 milhões, 200 milhões ou 500 milhões, nós não queremos saber dos números".

Todenhoefer termina dizendo que encontrar com integrantes do El foi reconhecer o inimigo mais brutal e mais perigoso que ele jamais tinha visto na vida. Afirmou que é um grupo confiante, seguro de si. Reconheceu que a conquista de um território maior que a Grã-Bretanha é um feito incrível para um grupo no qual, no início de 2014, ninguém ouvia falar. Termina afirmando que se trata de " um movimento de um por cento (1%) , com o poder de uma bomba nuclear ou tsunami". (Torres, 2015, págs 138-142).
Via Fabiana Ribeiro.

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