_Joel Richardson_
Abu Bakr, o melhor amigo e sucessor de Maomé, se tornou o primeiro “bem
guiado” Califa do Islã após a morte de Maomé. O general de Abu Bakr foi Khalid bin al-Walid al-Makhzumi, que também lutou sob a liderança de Maomé.
Sob Maomé, Khalid lutou tão eficientemente que ele conquistou o título, A Espada de Alá.
Em cima das ordens de Abu Bakr, em 633-634 d.C., Khalid estendeu um convite ao povo da Arábia para aceitar o Islã. Este “convite”, entretanto, foi na verdade nada mais que uma ameaça de guerra e morte àqueles que se recusassem a se tornar um converter e se submeter ao governo do Islã. O real convite é o seguinte:
Em nome de Alá, o Compassivo, o Misericordioso. De Khalid bin al-Walid aos governantes da Pérsia. _Abracem o Islã para que estejam seguros. Senão, façam uma aliança comigo e pague o imposto jizyah._ *Caso contrário, eu trouxe à vocês pessoas que amam a morte como vocês amam beber vinho.*
Após este “convite” ao Islã, muitos se recusaram a se converter ao Islã. Entre estes que se recusaram estava um grupo de persas e cristãos de Ullays no Rio Eufrates. Khalid os atacou em 633 d.C.. *A batalha foi feroz e então Khalid fez um voto a Alá durante a batalha que se ele pudesse derrota-los ele iria fazer um canal que circundaria sua vila que literalmente correria com o sangue deles. Ele ordenou para que todos os que fossem derrotados fossem mantidos vivos. Havia tantos prisioneiros que efetivamente demorou um dia e meio para decapitar todos os homens. O sangue, no entanto, coagulou e as tropas de Khalid foram*
*forçadas a eventualmente liberar a água do canal para que pudesse correr vermelho com o sangue dos mortos para que o voto de Khalid fosse cumprido.*
Abu Jafar Muhammad ibn Jarir Al-Tabari, o antigo historiados e teólogo islâmico retratou este evento:
_Khalid disse: “Oh Alá, se você nos entregar seus ombros, eu irei me obrigar a Você a não deixar nenhum deles a quem pudermos vencer até eu fazer o canal deles correr com o sangue deles”. Então Alá os derrotou para os muçulmanos e deu seus ombros a eles. Khalid então ordenou a seu arauto a proclamar a seus homens, “Capturem! Capturem! Não mate nenhum exceto aquele que continuar a resistir”. Como resultado o martírio trouxe prisioneiros em massa, os guiando._
_Khalid escolheu alguns homens para cortar suas cabeças no canal. Ele o fez por um dia e uma noite._ _Eles continuaram até o próximo dia e no dia seguinte, até eles alcançarem Naharayn e como a de que a distância para todo lado a partir de Ullays. E Khalid cortou suas cabeças._
Alguns dos homens da Khalid proclamaram a ele:
“Mesmo que você mate toda a população da Terra, o sangue deles ainda não iria correr... No entanto mande água sobre o sangue, para que você possa cumprir seu juramento”. Khalid havia bloqueado a água do canal. Agora Khalid trouxe a água de volta, para que fluísse com o sangue derramado. Por causa disso tem sido
chamado Canal de Sangue até esse dia.
Pulando para uma era um pouco mais moderna, Taheri continua:
_Em 1842 os muçulmanos afegãos tomaram a guarnição britânica em Cabul e decapitaram mais de 2000 homens, mulheres e crianças. As cabeças foram colocadas em postes em volta da cidade como decoração_
A prática continua durante os anos 80, no Afeganistão, onde aproximadamente 3.000 soldados soviéticos foram decapitados pelos guerreiros afegãos. A prática da decapitação foi também uma prática comum durante a Revolução Iraniana:
_Em 1992, os mulás mandaram um “especialista” para cortar a cabeça de Shapour Bakhtiar, o último primeiro ministro do xá, em um subúrbio de Paris. Quando a notícia saiu, Hashemi Rafsanjani, então presidente da República Islâmica, publicamente agradeceu Alá por ter permitido “cortar a cabeça da serpente”_
Taheri até faz referência a um “especialista” argelino chamado Momo le nain, que foi recrutado por um grupo islâmico conhecido como GIA especificamente para o propósito de cortar cabeças:
_Em 1996 em Bem-Talha, um subúrbio da capital Argel, Momo cortou um recorde de 86 cabeças em uma noite, incluindo as cabeças de mais de uma dúzia de crianças. Em reconhecimento a seu exemplar ato de piedade, a GIA o mandou à Meca para a peregrinação. A última vez que checamos, Momo ainda estava à solta em algum lugar na Argélia._
Da mesma forma Taheri relata a situação no Paquistão, onde:
_Grupos rivais Xiitas e Sunitas criaram o hábito de mandar cabeças cortadas dos ativistas um dos outros por entrega especial. Em uma estimativa, mais de 400 cabeças foram cortadas e enviadas desde 1990._
E hoje, nós vemos o poder da decapitação na ilha indonésia de Bornéu, onde muçulmanos tem usado a decapitação como meio de espantar a maioria cristã. Perto de metade dos cristãos fugiram da ilha.
E além de todos estes exemplos bem incriminadores também há o governo
sancionando decapitações que acontecem semanalmente na Arábia Saudita após as orações de sexta-feira logo ao lado das mesquitas:
_O governo saudita decapitou 52 homens e uma mulher no ano passado por crimes incluindo assassinato, homossexualismo, roubo e tráfico de drogas..._
_Um condenado é trazido ao pátio, mãos atadas, e forçado a se curvar ante ao executor, que balança uma enorme espada e grita para os presentes “Alahhu Akbar!”, árabe para “Deus é grande”_.
Allahu Akbah foi também a frase gritada pelos assassinos de Nicholas Berg, o empreiteiro judeu-americano, e Kim-Sun-il, o tradutor coreano e cristão evangélico, que sonhava um dia ser um missionário aos muçulmanos, foram de fato ambos julgados e levados ao fim no mesmo momento...
Então embora é claro o que a história do Islã ensina, também precisamos olhar para o que as escrituras e estudiosos do Islã têm a dizer sobre esse assunto.
Via: Eziel Ferreira
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