O crescimento do uso de computadores e da Internet traz à língua cotidiana um vocabulário novo que consiste em palavras estrangeiras. Mouse, teclado, hardware, software, Internet, download, laptop, notebook, smartphone, instagram, facebook, whatsapp, twitter e outros termos se tornaram parte da conversa diária de muitos brasileiros. Mais uma palavra introduzida à língua dos internautas é o termo firewall. No seu idioma original, um firewall é uma parede (wall) de barreira ao fogo (fire), como, por exemplo, a barreira de aço entre o motor de um carro e seus passageiros. Na informática, passou a representar a barreira eletrônica que protege um computador de ataques e invasões numa rede, como a Internet. Serve como um filtro, barrando a entrada de coisas indesejáveis.
Aplicando a mesma ideia num sentido espiritual, há diversos tipos de firewall. A Babilônia antiga ativou um firewall de ciência, filosofia e orgulho, e achou-se protegida, até do próprio Deus: “Não há quem me veja.... além de mim não há outra” (Is 47.10). Ela se enganou. Deus disse-lhe: “Porque sobre ti, de repente, virá tamanha desolação, como não imaginavas” (Is 47.11). Deus é onisciente e onipotente. Quem pensa diferente se engana.
Um segundo tipo de barreira é a resistência de um coração teimoso, que não deixa o Senhor entrar para convertê-lo. Jesus disse: “Eis que estou à porta e bato” (Apocalipse 3:20). Ele quer entrar para cear e habitar em cada coração, mas ele não força ninguém a aceitá-lo (Mt 13.13-16; 23.37; At 7.51; Hb 3.8).
Mas existe um firewall espiritual que é bom e necessário para cada pessoa que quer a salvação e a comunhão com Deus. Esta barreira resiste ao diabo (Tg 4.7) e guarda o coração e os pensamentos para manter-se incontaminado do mundo (Fp 4.7-8; Tg 1.27).
Verifique seu firewall!
Alterado e adaptado por Nivaldo Gome
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