• O Alcorão ordena aos muçulmanos empregar guerra contra judeus e cristãos.
• Os versículos pacíficos do Alcorão, por vezes considerados tolerantes, na realidade têm sido revogados, de acordo com a teologia islâmica.
• Na Bíblia não há nada comparável as exortações a violência do Alcorão.
• A lei islâmica afirma que judeus, cristãos e outros não-muçulmanos possuem um status de segunda categoria nas sociedades islâmicas.
• Estas leis jamais deverão ser derrogadas ou revistas por nenhuma autoridade islâmica.
• A idéia de que os judeus viviam melhores nos territórios islâmicos que na Europa cristã é falsa. Porém, o problema com esta visão comum do islã se revela inverídica. Temos exposto consideravelmente a posição do islã como uma religião de guerra; além disso, é claramente uma religião intolerante.
• Se um muçulmano se converte a outra religião, o castigo é a morte!
• A tão estimada “Idade de Ouro” da cultura islâmica foi basicamente alimentada por não-muçulmanos;
• Os principais elementos da crença islâmica conspiram contra o progresso científico e cultural;
• Somente o judaísmo e o cristianismo, não o islã, proporcionaram bases viáveis para a investigação científica.
Por Rafael Félix.
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