domingo, 4 de outubro de 2020

A IDEOLOGIA COMUNISTA PRESENTE NO PSEUDO-EVANGELHO DA IGREJA CATÓLICA ROMANA


POR LEONARDO MELO.


INTRODUÇÃO.


A Bíblia Sagrada não defende nem uma ideologia política partidária ou sistema político. A Palavra de Deus está repleta de admoestações para as lideranças no A.T. sobre como eles serem justos e ampararem os mais humildes e necessitados. Deus é Justo e esta é uma das marcas, emblemas do Todo-Poderoso.  Deus não folga com a injustiça. Seu reino é um reino de amor e justiça,. Um reino onde a equidade será sua marca. Toda a religião que se intitular cristã e não prezar por este referencial de justiça, certamente estará longe dos ensinamentos de Jesus, pois o Senhor da Igreja foi bem claro em seu sermão do monte ao afirma que: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos”, cf. Mateus 5.6.


Todavia, essa justiça avocada por Deus não nos da o direito de por todos os meios fazer brotar essa justiça, sejam eles advindos de uma revolução ou outros meios fraudulentos que comprometam a paz social. Precisamos entender que os governantes sempre serão injustos e que não tem nenhum país perfeito que trate seus cidadãos de forma igualitária, o mundo sempre será injusto. Porém, nós como Igreja de Cristo precisamos fazer a diferença. Mostrar ao pecador que somos diferentes no trato, nos negócios, nos contratos, nas relações sociais, sem discriminações ou qualquer tipo de racismo. A Igreja de Cristo tem que estar preocupada com o Reino do Pai estabelecido aqui na terra, e não se envolver de maneira tal nas questões sócio-políticas que venha comprometer a pureza do Evangelho e da verdadeira finalidade objetivos da Igreja aqui na terra.   Os romanistas sempre foram seduzidos pelo poder, e isto é notório na sua história. Querem poder! Querem “ajudar os pobres e fazer a justiça reinar na terra”, todavia, neste afã de ajudar os menos afortunados, a Igreja Romana se corrompeu e passou a ser influenciada pela política e se deixou influenciar pelo marxismo de Marx e Lenin e por fim pela Teologia da Libertação de Gutiérrez tão notório nos discursos dos líderes eclesiásticos da Igreja.


O EVANGELHO SOCIAL DA IGREJA CATÓLICA - O MARXISMO, E A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO COMO PILARES DOUTRINÁRIOS.


É indiscutível a influência da ideologia política marxista e da teologia da libertação de Gutiérrez e Boff no corpo doutrinário do Evangelho pregado pela Igreja romanista. Os fatos estão aí para todos verem, não estamos aqui usando de leviandade, mas expondo os erros crassos doutrinários ensinados pelos bispos católicos e que são incompatíveis com a mensagem ensinada por Jesus. Essa amálgama que os romanistas fizeram com um sistema político ateísta e com uma visão teológica social que prega até certa medida uma revolução político-social cujo alvo sejam os pobres oprimidos visando libertá-los não encontra paralelo na Bíblia Sagrada para respaldar esse tipo de pregação. Na realidade um dos grandes temas defendidos pelos bispos adeptos do Evangelho revolucionário-social é que Jesus foi um revolucionário e que Jesus pregou o comunismo como estilo de vida para a sociedade. Leia o seguinte texto extraído do portal de orientação católica romanista, http://portaldascebs.org.br/2018/01/31/frei-betto-comunidades-eclesiais-de-base/, Frei Betto: Comunidades Eclesiais de Base


"Eu vi e ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo." (Ex 3,7)


Londrina (PR) abrigou, na semana de 21 a 27 de janeiro, o 14º Intereclesial Nacional das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Participaram 5 mil pessoas, entre indígenas, ribeirinhos, sem-terras, sem-tetos, pequenos agricultores e trabalhadores informais, irmanados a 63 bispos.   Como tema, os desafios do mundo urbano. Todos acolhidos em casas de famílias de Londrina, o que barateou o custo do evento e favoreceu o entrosamento entre os anfitriões e os delegados ao 14º intereclesial.


As CEBs, surgidas no Brasil na década de 1960, se disseminaram, primeiro, pelo mundo rural e periferias das cidades. Agora o objetivo é incrementá-las também nos centros urbanos, onde já existem de modo precário. Nas décadas de 1970 e 1980, as CEBs desempenharam importante papel na conjuntura brasileira. Foram sementeiras de lideranças populares que criaram movimentos sociais e revitalizaram o sindicalismo combativo. Favoreceram a capilaridade nacional do PT, embora jamais tivessem caráter partidário e sempre abrigassem militantes de diferentes partidos.


Dotadas de espírito profético, no sentido bíblico de denúncia das injustiças e anúncio de uma nova sociedade, as CEBs sempre se caracterizaram como um novo modo de ser Igreja e um novo modo de a Igreja ser. Elas não são um movimento eclesial. São a própria Igreja na base social. Sob os pontificados de João Paulo II e Bento XVI, as CEBs careceram de suficiente apoio de pastores católicos, devido ao fruto mais expressivo gerado por elas: a Teologia da Libertação. Agora experimentam novo alento com o papa Francisco, inspirador e animador dessa opção pastoral.


No encontro de Londrina, elas redesenharam seu papel no mundo urbano brasileiro, tão marcado pela desigualdade social e hegemonizado por uma concepção de desenvolvimento que prioriza os interesses do capital, como a circulação de veículos particulares, e não os direitos de cidadania, como educação, saúde, moradia, transporte e emprego. Assessorei a plenária dos interessados em formação e educação no mundo urbano. Nos grupos e debates se criticou a crescente privatização da educação escolar e o sucateamento da educação pública. O acesso à escola tende a deixar de ser um direito social para se transformar em mercadoria a ser adquirida por quem pode pagar.


Quanto à formação das CEBs, dois pilares devem norteá-la: a espiritualidade bíblica e a atuação política, no sentido amplo do termo. Como discípulos de Jesus que anunciou, dentro do reino de César, a alternativa do Reino de Deus, os militantes das CEBs devem se aprofundar na vida de oração pessoal e litúrgica, e se comprometer com o projeto de uma sociedade mais igualitária, de modo a atuarem em fidelidade aos valores evangélicos de fome de justiça, partilha dos bens, prioridade aos direitos dos marginalizados e excluídos.


Esta claro que a questão da salvação da alma humana não é uma prioridade do evangelho anunciado pelos romanistas. A intenção é óbvio, libertar o pobre da opressão exercida pelo sistema capitalista e pelo rico, custe o que custar. Essa ideia vai de encontro a tudo quanto Jesus pregou, ensinou e determinou para sua Igreja fazer, pregar a toda criatura. Os sinóticos deixam bem claro a determinação de Jesus de pregar a salvação á toda criatura, cf. Mt. 28.16-20; Mc. 16.15-20; Lc. 24.45-49,52.ss. segundo [MILLER & GRENZ. 2011. Pg. 163-164]: “O que deflagrou o novo pensamento teológico[Teologia da libertação] surgido no CELAM II? No dia 05 de fevereiro de 1966, dois anos do encontro dos bispos em Medellín, na Colômbia, militares emboscaram  e mataram o líder de um grupo de guerrilheiros. Não se tratava, porém, de um revolucionário qualquer. Esse homem, Camilo Torres, era padre da igreja católica e, seis meses antes, conforme suas próprias palavras abrira mão dos ”direitos e privilégios do clero”. Ao explicar sua atitude, escreveu: ”Parei  de celebrar missa para levar amor ao próximo  na esfera temporal, econômica e social. Quando meu próximo  não tiver mais nada contra mim, quando a Revolução tiver se tornado realidade, e se Deus assim o permitir, rezarei e missa novamente”. Torres foi amigo de Gutiérrez na faculdade”.


Essa é a linha doutrinária dos bispos católicos em seus sermões nas capelas e livros editados  por suas editoras Uma Teologia eivada que em vez de aproximar o homem de Deus, afasta-o. Uma visão mesquinha do verdadeiro Evangelho de Cristo. Não é que a Igreja vá deixar de lado a obra social, porém também não é verdade que o social está acima do verdadeiro objetivo do Evangelho, que é a salvação da alma.  “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho único para que todo aquele que nele crer não pereça , mas tenha a vida eterna”. A princípio a teologia da libertação pregada por Gustavo Gutiérrez e Leonardo Boff sofreu de início resistência por parte do Clero no Vaticano, porém, o Vaticano começou a vê-la com outros olhos e houve uma flexibilização quanto ao conteúdo doutrinário da nova teologia católica. É  o que atesta Miller e Grenz, “por fim, a posição do Vaticano se tornou mais flexível. Em abril de 1986, veio á luz um segundo documento de Ratzinger, a “instrução sobre a liberdade cristã e a libertação”. Embora mantivesse a postura crítica do documento anterior, o tom predominante havia mudado um pouco, consolando mais do que preocupando os teólogos da libertação latino-americanos”. É oportuno salientar que as obras do  educador  católico Paulo Freire, foi fortemente influenciada pela teologia da libertação. Para [MATOS. 2008. pg. 257-258] a Teologia da Libertação surgiu de uma necessidade do Evangelho voltar sua face para a classe empobrecida da sociedade, embora que em seu cerne há pontos polêmicos e controversos acerca do que é o verdadeiro evangelho: “A teologia da Libertação tem a seu crédito  o fato de ter chamado a atenção  do mundo  cristão para o sofrimento das massas empobrecidas da América Latina, acentuando temas  como o imperativo da justiça e da solidariedade, as implicações do evangelho e o caráter contextual  e político da reflexão teológica. Todavia, tem sido objeto de críticas:


- Quanto ao seu método, ao seu método, é inconsistente afirmar que a teoria  e a reflexão dependem da práxis, pois esta sempre pressupõe um conjunto de valores  e convicções se esse referencial não vier das Sagradas Escrituras, virá, de alguma ideologia humana;


- Quanto ao relacionamento entre Deus e a humanidade, é um reducionismo identificar  os pobres como o objeto exclusivo do amor e da ação redentora de Deus ou afirmar que Deus é conhecido somente na história por meio da ação  libertadora em favor do próximo”.


Por qualquer prisma analítico, é evidente o descompromisso da teologia dos pobres ou da libertação com a verdadeira mensagem do Santo Evangelho. Nunca que Cristo pregou a revolução ainda que por uma causa nobre. Uma coisa que fica bastante evidenciada da pobreza crescente na América Latina é que a colonização do Continente deu-se pelos espanhóis que eram católicos e que nutriam uma ojeriza terrível pelos judeus e pelos adeptos do movimento da Reforma Protestante. Talvez se a colonização tivesse ocorrido sob a influência judaica e reformista de Lutero estaríamos em outro patamar social. De acordo com McGRATH, “A Teologia da Libertação embora o termo possa designar qualquer movimento teológico que ressalte a importância do impacto libertador do evangelho, com o tempo passou a designar especificamente o movimento que surgiu  na América Latina  no final da década de 1960, que enfatizava o papel da ação política e orientava-se conforme  o propósito de uma libertação política frente á miséria e a opressão”.


Ainda que a santa Sé não concorde na íntegra com os preceitos da Teologia da Libertação, todavia ela não a reprova totalmente, mas de certa forma dá-lhe reconhecimento e sustentação doutrinária, ainda que de maneira sutil. Observe o que escreve o site oficial da Santa Sé no Vaticano,

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19840806_theology-liberation_po.html, acessado em 25/08/2020, as 15h56: “SAGRADA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ”.

Instrução sobre alguns aspectos da « teologia da libertação »


O Evangelho de Jesus Cristo é mensagem de liberdade e força de libertação. Esta verdade essencial tornou-se, nos últimos anos, objeto da reflexão dos teólogos, com uma nova atenção que, em si mesma, é rica de promessas.


A libertação é antes de tudo e principalmente libertação da escravidão radical do pecado. Seu objetivo e seu termo é a liberdade dos filhos de Deus, que é dom da graça. Ela exige, por uma consequência lógica, a libertação de muitas outras escravidões, de ordem cultural, económica, social e política, que, em última análise, derivam todas do pecado e constituem outros tantos obstáculos que impedem os homens de viver segundo a própria dignidade. Discernir com clareza o que é fundamental e o que faz parte das consequências, é condição indispensável para uma reflexão teológica sobre a libertação.


Na verdade, diante da urgência dos problemas, alguns são levados a acentuar unilateralmente a libertação das escravidões de ordem terrena e temporal, dando a impressão de relegar ao segundo plano a libertação do pecado e portanto de não atribuir-lhe praticamente a importância primordial que lhe compete. A apresentação dos problemas por eles proposta torna-se por isso confusa e ambígua. Outros, com a intenção de chegarem a um conhecimento mais exato das causas das escravidões que desejam eliminar, servem-se, sem a suficiente precaução crítica, de instrumentos de pensamento que é difícil, e até mesmo impossível, purificar de uma inspiração ideológica incompatível com a fé cristã e com as exigências éticas que dela derivam.


A Congregação para a Doutrina da Fé não pretende tratar aqui o vasto tema da liberdade cristã e da libertação em si mesmo. Propõe-se fazê-lo num documento posterior, no qual porá em evidência, de maneira positiva, toda a sua riqueza, tanto para a doutrina como para a prática.


A presente Instrução tem uma finalidade mais precisa e mais limitada: quer chamar a atenção dos pastores, dos teólogos e de todos os fiéis, para os desvios e perigos de desvio, prejudiciais à fé e à vida cristã, inerentes a certas formas da teologia da libertação que usam, de maneira insuficientemente crítica, conceitos assumidos de diversas correntes do pensamento marxista.


Esta advertência não deve, de modo algum, ser interpretada como uma desaprovação de todos aqueles que querem responder generosamente e com autêntico espírito evangélico à « opção preferencial pelos pobres ». Nem pode, de maneira alguma, servir de pretexto para aqueles que se refugiam numa atitude de neutralidade e de indiferença diante dos trágicos e urgentes problemas da miséria e da injustiça. Pelo contrário, é ditada pela certeza de que os graves desvios ideológicos que ela aponta levam inevitavelmente a trair a causa dos pobres. Mais do que nunca, convém que grande número de cristãos, com uma fé esclarecida e decididos a viver a vida cristã na sua totalidade, se empenhem, por amor a seus irmãos deserdados, oprimidos ou perseguidos, na luta pela justiça, pela liberdade e pela dignidade humana. Hoje mais do que nunca, a Igreja propõe-se condenar os abusos, as injustiças e os atentados à liberdade, onde quer que eles aconteçam e quaisquer que sejam seus autores, e lutar, com os seus próprios meios, pela defesa e promoção dos direitos do homem, especialmente na pessoa dos pobres”. Estar de maneira clara e evidente que a preocupação dos teólogos da libertação não é com a alma humana para ser livre do pecado, mas provocar uma revolução de cunho político-religiosa. É razoável cita Berger quando ele confronta o homem com a pesquisa sociológica, ele afirma: “A sociologia mostra que o homem é aquilo que a sociedade o fez ser, e que esse mesmo homem tenta, debilmente, insistentemente, ás vezes apaixonadamente, ser outra coisa, alguma coisa que ele mesmo tenha escolhido ser e conclui “A sociologia aponta a infinita precariedade de todas as identidades atribuídas socialmente”, [BERGER. 2007. pg. 172-173]. Note que o homem sempre quis ser alguma coisa diferente daquilo que Deus planejou para ele!


Esse sentimento de autonomia humana nasceu nos céus através de Lucífer, cf. Is. 14.4-16; Ez. 281.-19, e tem se perpetuado no coração daqueles que rejeitam a dominação de Deus como Senhor de suas vidas. Ninrode é um exemplo clássico da rejeição do homem para com o seu criador. O seu nome[Ninrode] já denota esta verdade, significa: Rebelaremos, cf. Gn. 11.1-9, e, ele  é o precursor do comunismo, as primeiras ideias de dominação do homem pelo homem veio desta figura nefasta e influenciou gerações, a ponto de se criar um provérbio em Israel: “E Cuxe gerou a Ninrode, que começou a ser poderoso na terra”, I Crônicas 1.10. Essa mesma visão Marxista-Ninrodiana  é que rege o evangelho dos católicos romanos. Dominar os corações dos homens aqui e agora exercendo uma supremacia político-espiritual é o desejo dos bispos católicos, a grande questão é: libertação da condição de pobre e do jugo do rico opressor. É essa a ideologia que também estar contida no Catecismo da Igreja Católica Romana.


CONCLUSÃO.


A preocupação de Deus com o ser humano não é a priori que ele viva no presente século de maneira hedonista e autônoma. A questão da sobrevivência  humana para o Eterno não estar entrelaçada com a sua capacidade na esfera social de se fazer uma justiça social que contemple a todos os seres humanos e venha  a diminuir o abismo que separa os ricos e pobres. Quando esta questão de libertação social do homem estar acompanhada da alienação em relação ao seu Deus, ela simplesmente não tem valor algum  para Deus, e na realidade ela se torna inatingível. Deus sempre propôs ao homem um viver digno, sem injustiças,  uma sociedade em que todos tenham oportunidades iguais. É o que revela os estudos Vetero-Testamentário, cf.  Salmos 82.3 “Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado”; ainda em Provérbios 31.9 “Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados”; também em Salmos 9.18: “Porque o necessitado não será esquecido para sempre, nem a expectação dos pobres perecerá perpetuamente”. O próprio Jesus também manifestou preocupação com aqueles  desafortunados, consoante o evangelho que Lucas escreveu: “Mas, quando fizeres convite, chama os pobres, aleijados, mancos e cegos”


A prioridade para o homem segundo o conselho de Deus é a salvação da sua alma. Deus não quer que ninguém se perca. E aqueles que vem para Jesus, eles são transformados e suas vidas mudadas em todos os aspectos. Eles experimentam uma ascensão social, são tratados de maneira diferente pela sociedade, e prosperam no âmbito social também. Os pobres sempre estarão presentes na terra, até mesmo para que aja um equilíbrio social com por exemplo as divisões das diversas atividades laborais que cercam o ser humano. Quem produz o “miserável” são os homens, são os sistemas políticos, são as injustiças sociais advindas deum mundo sem Deus. Por isso que a social-democracia e o social-comunismo, assim como, o socialismo nunca satisfarão as necessidades do homem, nem muito menos as ideias de Abraham Maslow serão alcançadas com sua pirâmide ou hierarquia das necessidades de Maslow, onde ele lista cinco categorias das necessidades humanas a serem atingidas: Fisiologia, Segurança, Amor/Relacionamento, Estima e Realização Pessoal. Pura utopia atingir esses degraus sem a ajuda de Jesus Cristo.


Estamos já no século XXI e até hoje o homem é guiado pelo mesmo espírito autonomista que levou a Ninrode recusar a ajuda de Deus e o levou a construir seu próprio mundo, alienado de Deus. Fracassou como todos os outros Reinos que surgiram ao longo da história da humanidade. O único Reino perfeito que será  implantado na terra será o vindouro, onde Cristo vai governar sobre todas as nações, aí sim vamos ter verdadeiramente um reino de equidade e justiça, cf. Isaías 32.1 “Eis que reinará um rei com justiça, e dominarão os príncipes segundo o juízo”. A visão de um reino sob domínio do Todo-Poderoso também é descrito por Daniel 7.27: “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão”. O apóstolo Paulo ao escrever aos romanos já vislumbrava a característica do Reino celestial: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”, Romanos 14.7. o escritor aos Hebreus fala acerca do Reino do Senhor como um Reino de Equidade: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”, cf. Hebreus 1.8. João quando exilado na Ilha de Patmos, O Senhor Deus dos Exércitos mostrou a ele como será o reino de Yeshua quando Ele vitoriosamente reinar: “Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste, cf. Apocalipse 11.17. Amém.


FONTE.


1. http://portaldascebs.org.br/2018/01/31/frei-betto-comunidades-eclesiais-de-base/,  publicado em 31 de janeiro de 2018, acessado em 20/08/2020, as 15h55:


2. MILLER, Ed. L. & GRENZ, Stanley J. Teologias Contemporâneas. Trad. Antivan G. Mendes. S. Paulo. 2011. Editora Vida Nova. 271 pg.


3. MATOS, Alderi Souza de. Fundamentos da Teologia Histórica. S. Paulo. 2008. Editora Mundo Cristão. 308 pg.


4. http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19840806_theology-liberation_po.html, acessado em 25/08/2020, as 15h56:


5. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, histórica e filosófica – Uma introdução á Teologia Cristã. Trad. Marisa K. A. de Siqueira Lopes. S. Paulo. 2010. Shedd publicações. 659 pg.


6. BERGER, Peter l. Perspectivas Sociológicas – Uma visão Humanística. Trad. Donaldson M. Garschagen. R.J./Petropólis.2007. Editora Vozes.202 pg.


7. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – De acordo com o texto oficial em latim. S. Paulo.  1999. Ed Loyola. 19ª edição.  944 pg.

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