Há
mais de dois mil anos houve um homem que nasceu contra todas as leis da vida.
Não houve lugar para ele nas hospedarias, restando apenas uma manjedoura. Seu
nascimento não foi celebrado por grandes líderes da sociedade. Esse homem viveu
na pobreza e foi criado na obscuridade. Não viajou muito, só uma vez cruzou os
limites do país no qual viveu; foi durante o seu exílio na infância.
Não
possuía nem riquezas nem influência. Seus pais eram gente obscura, sem
instrução, sem uma educação regular. Mas, na sua infância Ele sobressaltou um
rei; na meninice confundiu doutores e filósofos; na idade adulta subjugou o
curso da natureza, andou sobre as ondas encapeladas como se fossem uma calçada
e aquietou o mar. Nunca cursou uma universidade, mas nenhum homem falou com
tanta sabedoria e autoridade quanto Ele. Andava como homem, falava como Deus.
Suas palavras são poder, seus atos, milagres. Um olhar seu e as águas
cristalinas transformaram-se em vinho. Curou multidões sem o uso de remédios e
não cobrou pelos seus serviços. Nunca escreveu um livro e, mesmo assim, todas
as bibliotecas do país não podem comportar os livros que tem sido escritos a
respeito dele. Jamais escreveu um hino, mas ele tem fornecido o tema para mais
músicas do que o de todos os músicos somados. Nunca fundou um colégio, mas
todas as escolas juntas não poderiam se vangloriar de terem tantos alunos.
Jamais formou um exército, nem destacou um soldado, nunca manejou uma arma, mas
nenhum outro líder teve um maior número de voluntários que, sob suas ordens,
tenha feito os mais rebeldes deporem suas armas e sem renderem sem o detonar de
um tiro. Ele é um líder maior que Moisés; um sacerdote maior do que Arão; um
líder maior do que Davi; um comandante maior do que Josué; um poeta maior do
que Salomão; um profeta maior do que Elias. Nunca praticou a psiquiatria, mas
curou um maior número de corações quebrantados que todos os médicos daqui e de
lá. Uma vez por semana as rodas do comércio cessam de girar e as multidões se
poem a caminho das reuniões de adoração para lhe prestar homenagem e adoração e
demonstrar-lhe o seu respeito.
Os
nomes dos orgulhosos estadistas Gregos e Romanos apareceram e desapareceram. Os
nomes dos cientistas, filósofos e teólogos do passado apareceram e
desapareceram; mas o nome deste homem firma-se cada vez mais. Apesar do tempo
ter colocado dois mil anos entre as pessoas desta geração e a cena da sua
crucificação, ele continua vivo. Herodes não pôde destruí-lo e a sepultura não
pôde prendê-lo.
Ele
permanece no mais alto pináculo da glória celeste, proclamado por Deus,
reconhecido pelos anjos, adorado pelos santos, temido pelos demônios, como o
Cristo vivo e pessoal, O Messias e o Salvador, o Redentor de Israel!
Neste
exato momento Ele está olhando pra você!
Compilado
por Walson Sales.
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