Por Walson
Sales
O
que é Apologética? Do Grego ἀπολογία, (Apologia, defesa verbal, discurso em defesa). O
termo tem uma conotação jurídica, pois na antiga Roma, o “promotor” da época
fazia a “kategoria” (a categorização/tipificação da acusação) e o advogado
responderia com uma “apologia” ou defesa (ver Atos 25). Portanto, uma Apologia
é um argumento em apoio a fé cristã ou uma defesa contra acusações de imprecisão,
irracionalidade, imoralidade, etc. De certa forma é como se a fé cristã
estivesse sendo julgada publicamente (e está!) e a nossa missão é defendê-la
das acusações falsas e trazer esclarecimentos. Talvez alguém possa achar isso
desnecessário ou de menor importância, mas lembre-se que a maioria dos motivos
que impedem as pessoas de se converterem a fé cristã são essas falsas
categorizações do que é, de fato, o Cristianismo Bíblico e pior, a maioria dos
motivos que levam as pessoas a se afastarem da fé são essas mesmas falsas
acusações e a incapacidade de respondê-las. Essas dúvidas acumuladas e a
incapacidade de respondê-las conduz a um estado de apatia espiritual, desânimo
e a uma inclinação ao pecado (falta de comprometimento pessoal) e por fim a
apostasia.
Um
grande exemplo de Apologética na Bíblia se encontra em Atos 17, onde narra a
chegada de Paulo em Atenas e o fato de Paulo pregar para um grupo seleto de
pessoas no Areópago. O exemplo do capítulo 17 de Atos é bem interessante porque
os atenienses ficavam discutindo diariamente e o dia todo, principalmente os
filósofos epicureus[1] e estóicos,[2] sobre as novidades no mundo das ideias e
das religiões. Isso mostra a necessidade do treinamento para estar pronto para
falar do evangelho e defender a fé, pois aqui ou ali haverá pessoas ávidas por
discutir assuntos diversos, inclusive com a principal intenção de criticar a fé
cristã. O Areópago era algo similar às universidades, onde todos os tópicos, as
ideias mais recentes deveriam ser apresentados e debatidos (se bem que as
universidades hoje foram sequestradas pelo pensamento político de esquerda e é
praticamente proibido ou desincentivado certos assuntos).
Então
em Atenas, Paulo começou a se revoltar contra a idolatria dominante da cidade e
começou a pregar sobre Jesus e os filósofos convidaram Paulo para falar sobre o
assunto no principal centro de discussões dos doutores da época, o Areópago. Perceba
que Paulo lança mão de outra estratégia para falar no Areópago, diferente
daquela que ele usava para falar aos Judeus na Sinagoga. Contudo, Paulo utiliza
o que ambos tem em comum. Com os Judeus, Paulo usa o Deus do Antigo testamento
e as Escrituras Judaicas, algo bem conhecido dos Judeus. Então essa estratégia
prendia a atenção dos Judeus, amantes das Escrituras e principal fonte de
autoridade para eles na época. Mas quando Paulo discursa no areópago, Paulo não
segue o mesmo caminho. Ao contrário, Paulo cita os filósofos Gregos para
discursar diante deles (Leia com atenção Atos 17: 16-34 e a alusão ao Deus
Desconhecido, a Criação e ao Juízo divino). Paulo resolve não citar as
Escrituras diretamente porque aquelas pessoas não tinham a mesma apreciação e
respeito pelas Escrituras Judaicas que os Judeus e o próprio Paulo tinha. Este
modelo deve ser aplicado por nós hoje em nossa cultura estritamente anticristã.
Em muitos momentos, quando estamos a evangelizar, não devemos simplesmente
dizer que as pessoas devem fazer isso ou aquilo apenas porque a Bíblia ordena.
Isso não funciona com pessoas que não tem nenhum apreço ao texto bíblico, o que
funcionaria perfeitamente com alguém que tem respeito e temor ao texto bíblico.
O exemplo de Paulo nos ensina a descobrir quem são as pessoas que não aceitam a
autoridade da Bíblia e procurar qual será o ponto de contato para o
evangelismo. Para os crentes que não tem essa sensibilidade, isso será um ponto
de parada na conversa. Para os crentes que têm essa sensibilidade,
conhecimento, e tiveram as emoções e o intelecto treinados, essa dificuldade
será um ponto de partida na conversa.
As
pessoas hoje não apenas querem conhecer o conteúdo da trama bíblica, muitos não
crentes hoje já leram a Bíblia de capa a capa, elas querem saber o porquê elas
devem seguir os ensinamentos da Bíblia. Elas querem um motivo válido, plausível
para tal. Aqui nos deparamos com a diferença crucial entre saber que o Cristianismo é verdadeiro e demonstrar que o Cristianismo é verdadeiro. Então devemos estar
preparados para dar a eles boas razões para demonstrar que o Cristianismo é
verdadeiro e que tudo o que se opõem a ele é falso, utilizando a Bíblia, as
profecias, a história, a razão, a boa consciência, o testemunho pessoal e as
experiências pessoais. Então perceba que nossa cultura está mudando rapidamente
de um ambiente amigável a fé cristã (somos um país majoritariamente cristão)
para um ambiente extremamente hostil (tendo em vista a acomodação cristã em
lutar a guerra cultural, os inimigos da fé cristã se infiltraram e dominaram
todos os ambientes da cultura nas artes, na educação e na política). Apesar
deles serem minoria gritante, eles estão na vangurda do domínio. A retração
cristã a suas discussões intramuros deixou um vácuo na sociedade que foi
ocupado única e exclusivamente pelos de opinião hostil à fé cristã de tal forma
que criticar o aborto, a pedofilia, a erotização das crianças, a ideologia de
gênero, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, apenas para citar alguns, é
considerado quase que “crime de opinião”. Algo não tipificado nas leis
brasileiras, ainda. Caso não entremos nessa luta urgentemente, muito em breve
não poderemos mais pregar o conteúdo bíblico nos nossos púlpitos.
Então
perceba a importância da apologética clássica, não aquela separada da Bíblia,
mas aquela como uma ponte para a Bíblia
(pois a Bíblia é inspirada, autoritativa e autossuficiente), algo como um ponto
de contato inicial, um ponto em comum entre o pregador e seu interlocutor
incrédulo. Então, porque precisamos de Apologética? Por pelo menos três motivos:
1. As demandas da religião estão mudando – é cada vez mais comum mais pessoas
abandonarem a fé onde as dúvidas não são respondidas;[3] 2. O entendimento
sobre a verdade está mudando – é cada vez mais comum as pessoas seguirem suas
crenças baseadas em uma avaliação emocional ao invés de uma avaliação racional;
3. A natureza do ceticismo está mudando – cada vez mais céticos estão se
tornando mais hostis as visões tradicionais de fé.[4] Um dos principais motivos
dessa ira contra a fé cristã em nossos dias foi o ataque às Torres Gêmeas em
2001. Os muçulmanos destruíram as Torres e os ateus generalizaram tudo, e ao
invés de responsabilizarem os Muçulmanos que planejaram os ataques, disseram
algo do tipo, “Vocês conseguem ver o que uma pessoa religiosa pode fazer?”, e
atacaram a fé cristã. Logo, a medida que o ceticismo cresce e se veste de uma
nova roupagem agressiva, não podemos recuar para as nossas discussões
intramuros, mas sair ao ataque no debate público. Se nossas igrejas ainda não
despertaram para este fenômeno, oremos. Se nossas igrejas ainda não tem
apologistas treinados para o debate público, oremos. Se nossas igrejas já
despertaram para o debate público, então que se preparem no treinamento de
apologistas. Em poucos anos podemos ter uma miríade de irmãos interessados e
preparados para o debate público e comprometidos com o treinamentos de jovens e
obreiros interessados. Então oremos. E qual o motivo desta preocupação no
preparo de obreiros e jovens? Siga as pistas do fenômeno religioso atualmente nos
EUA.
Um
dado alarmante atualmente nos EUA, que deve ser um alerta para nós,
Brasileiros, é o declínio do número de cristãos naquele país, o declínio da
qualidade dos cristãos professos que frequentam os templos semanalmente e que
leem a Bíblia com certa frequência. Então os crentes estão abandonando a fé,
frequentando menos aos cultos e lendo menos a Bíblia. De acordo o Barna
Institute, instituto de pesquisa nos Estados Unidos, atualmente, apenas um em
cada quatro americanos é cristão praticante. Para ter uma visão ampla do papel
do Cristianismo na Igreja Americana, bem como nos de fora dela, eles examinaram
a maneira como os americanos se relacionam com o Cristianismo, usando três
segmentos: Cristãos praticantes, Cristãos não praticantes e os não cristãos.
Cristãos praticantes se
identificam como cristãos, concordam fortemente que a fé é muito importante em
suas vidas e frequentaram a igreja no último mês.
Cristãos não praticantes são
cristãos autoidentificados que não se qualificam como praticantes. Se tornaram
cristãos nominais, ou seja, sem um compromisso claro de conversão ou com a
doutrina.
Não-cristãos são
adultos americanos que não se identificam como cristãos.
A
primeira e talvez mais significativa mudança que iremos explorar é que os
cristãos praticantes são agora um segmento muito menor de toda a população. Em
2000, 45% de todos os participantes da amostra se qualificaram como cristãos
praticantes. Essa participação diminuiu consistentemente nos últimos 19 anos.
Agora, apenas um em cada quatro americanos (25%) é cristão praticante. Em
essência, a parcela de cristãos praticantes caiu quase pela metade desde 2000.
Para
onde foram esses cristãos praticantes? Os dados indicam que essa fatia do
seguimento foi dividida de forma uniforme. Metade deles se afastou do
engajamento de fé consistente, essencialmente se tornando cristãos não
praticantes (2000: 35% vs. 2020: 43%), enquanto a outra metade mudou para o
segmento não cristão (2000: 20% vs. 2019: 30 %). Essa mudança também contribuiu
para o crescimento do segmento ateu / agnóstico / sem religião, que quase
dobrou de tamanho durante o mesmo período (2003: 11% vs. 2018: 21%).[5]
Detalhe, esta pesquisa é de 2020.
Outro
dado preocupante é que em outra pesquisa, as estatísticas do Barna Group sobre
os jovens mostram que a porcentagem de adolescentes que são evangélicos - ou
seja, aqueles que não apenas nasceram de novo, mas também acreditam na exatidão
da Bíblia, tem responsabilidade pessoal de evangelizar, acreditam na salvação
somente pela graça, e possuem visões bíblicas ortodoxas sobre Deus, Jesus e
Satanás - caíram de 10% em 1995 para apenas 4% hoje (pesquisa de abril de 2002).
Essa mudança radical e preocupante pode ser atribuída a um número crescente de
adolescentes que aceitam o relativismo moral e a teologia pluralista como seu
fundamento de fé. Esse declínio é paralelo a uma queda semelhante entre os
adultos: 12% eram evangélicos em 1994, mas apenas 5% se enquadram nos critérios
hoje.[6] Sem deixar de mencionar uma parcela significativa de jovens cristãos
que abandonarão o Cristianismo após a universidade, alguns não abandonarão, mas
nunca mais serão os mesmos depois de tantos ataques sistemáticos contra a fé.
Alguns voltarão posteriormente, outros se perderão para sempre. O que devemos
ter em mente é que o padrão de comportamento e ensino nas universidades hoje é
hostil a fé e que a maioria dos professores universitários não colocam
cosmovisões em debate, mas apresentam as visões de mundo contrárias ao
Cristianismo e os jovens que estão lá, não foram preparados, em sua maioria,
para esse ataque sistemático, contínuo e absurdamente desleal contra os jovens
indefesos.
Por
exemplo, a visão Darwinista é a única aceita nos círculos acadêmicos e quando
os jovens se apresentam com dúvidas, a maioria dos líderes nas igrejas dão
respostas superficiais ou simplesmente colocam as questões de lado, ignoram,
sem perceber a dor e o tormento que uma dúvida pode fazer na mente de um jovem.
Outro problema é que os professores universitários são 5 vezes mais propensos
ao secularismo e ao ateísmo por causa do status de academicismo que essas
visões de mundo proporcionam, e muitos jovens são jogados nas salas de aulas
com esses professores sem ter nenhuma ideia de como se defender e aqui está o
motivo da importância da apologética. se você ainda não consegue ver a
importância da Apologética na igreja, principalmente com os obreiros e jovens,
pense na coisa mais ou menos assim: um jovem convertido e comprometido com a
causa, de oração, sempre presente nos cultos e no evangelismo, nas vigílias e
na EBD, vai a universidade com toda a sua inocência e lá se depara com o Ateísmo,
Gnosticismo, Agnosticismo, Marxismo, Marxismo Cultural, Darwinismo, Budismo,
Teoria da Evolução, Crítica pesadas sobre Deus (principalmente o Deus da
Bíblia), Evangelhos apócrifos, Cópias dos livros da Bíblia, Religiões Mundiais,
Panteísmo, Hinduísmo, Pluralismo Religioso, Relativismo, O Problema do Mal,
além do argumento da autoridade do professor, a “carteirada” que diz que tem
doutorado na França, Alemanha ou Estados Unidos, e a zombaria dos colegas que
se acham iluminados pelos professores e começam a menosprezar a fé desse jovem
que chegou ali sem nenhuma defesa. Imaginou? Então você percebeu a importância
do treinamento em apologética. Fico com a orientação do ex-ateu e maior apologista
cristão do século 20:
Ser ignorante e inocente nestes dias -
tornando-se incapaz de confrontar os inimigos em seu próprio território - seria
como lançar ao chão nossas armas e trair nossos irmãos de pouca formação, que
não possuem, abaixo de Deus, nenhuma defesa, exceto nós, contra os ataques
intelectuais dos descrentes. A boa filosofia tem de existir, se não houvesse
outra razão, porque a má filosofia precisa ser
contestada (C. S. Lewis).
Então,
ao lermos livros de ateus agressivos como Richard Dawkins e Christopher
Hitchens, percebo que as igrejas e os pastores devem equipar melhor seus
membros, educá-los mais e dar a eles a oportunidade de crescer nesta área. Evangelizar
é a missão principal da igreja. Entretanto a demanda de nossos dias não recai
apenas em um estilo de vida evangelístico para a igreja, mas um estilo de vida
que esteja engajado em evangelizar e levar a sério suas dúvidas sinceras.
Precisamos estar prontos para evangelizar e para aproveitar as oportunidades de
conversas proveitosas para explicar o evangelho e não apenas isso, mas explicar
também o motivo do porquê cremos nele.
Como
o Cristianismo Bíblico está alicerçado sobre quatro fundamentos, a saber,
Revelação (Geral, por meio das coisas criadas; Especial, por meio das Escrituras
Divinamente Inspiradas, por meio da Encarnação do Verbo e por meio da nação de
Israel na história), Razão (a mensagem deve ser inteligível), História (a
mensagem profética da Bíblia ocorre na história e não em um local etéreo sem
nenhuma conexão conosco) e Experiência (todos os que se entregaram a Jesus pela
fé no Filho de Deus têm experiências marcantes com Deus para testemunhar). Por
isso irei relatar um pequeno testemunho de diálogo com uma cética. Este será
apenas o primeiro de outros relatos.[7]
Referências e notas:
[1] Epicureus eram seguidores de Epicuro, um filósofo
grego, que foi mestre em Atenas desde o ano 307 a.C. Segundo o seu sistema, o
grande fim da vida é uma vida de prazer. Admitia a existência de seres divinos,
mas não acreditava que eles tivessem qualquer comunicação com os homens. Estes
entes existiam num estado de perfeita pureza, tranquilidade e felicidade. Com
respeito à vida do homem, ensinava Epicuro que uma vida tranquila, livre de
males e rica de prazeres, é o principal bem da vida humana. Sustentava os seus
sectários que o mundo não tinha sido formado por Deus, nem com qualquer
desígnio, mas por um concurso fortuito de átomos. Negavam imortalidade da alma.
A felicidade que eles procuravam era a obtida pelo gozo da vida. Segundo
Epicuro, a vida do homem constava de prazer e dor, portanto era um verdadeiro
filósofo aquele que podia encontrar a alegria da vida e diminuir as situações
contrárias.
[2] Os estoicos formavam uma seita de filósofos gregos,
discípulos de Zenon (229 a.C). As principais doutrinas dos estoicos eram: que
Deus não procede de nenhuma causa; é incorruptível e eterno; é possuidor de
infinita sabedoria e bondade; é causa e preservador de todas as coisas e
qualidades; que a matéria nos seus primitivos elementos é, também, sem
precedência e eterna. Acreditavam na existência da alma depois da morte,
supunham que ela ia para as regiões celestes dos deuses, onde permaneceria até
que todas as almas, tanto dos homens como as dos deuses, fossem absorvidas na
divindade. Admitiam uma espécie de purgatório. Ensinavam que um homem sábio e
virtuoso podia ser feliz no meio da tortura, e que todas as coisas externas
eram para ele indiferentes. Se um homem estava satisfeito consigo mesmo, isso
era suficiente.
[3] Eu
mesmo testemunhei alguns jovens, colegas do curso de Filosofia, apostatarem da
fé cristã e rumarem em direção ao ateísmo e ao agnosticismo. As explicações
eram sempre as mesmas: o Cristianismo (supostamente) não responde a todas as
questões. Percebi claramente que eles eram oriundos de ambientes em que a
crítica e o pensamento racional não era incentivado. São jovens que são criados
em um ambiente mais rígido, que admiram pastores, professores de EBD e quando
se deparam com dúvidas excruciantes, correm para pedir socorro de tal líder e
escutam simplesmente que eles não devem ligar pra isso ou que eles não devem se
envolver em debates com os de fora, ou que eles devem apenas crer. São jovens
que não tem o seu lado intelectual alimentado e que terminam sucumbindo às
dúvidas não respondidas. O grande problema é que o Cristianismo bíblico tem
sido escrutinado nos ambientes mais hostis nos últimos 300 anos e permanece de
pé como uma visão de mundo pujante e rica intelectualmente. Outra coisa é que
os grandes críticos da fé cristã são ateus que foram crentes até os 11, 12 anos
de idade, pessoas que nunca se aprofundaram nas doutrinas basilares do
Cristianismo e é realmente comum encontrar essas pessoas fazendo distorções grotescas
da metafísica cristã, fazendo perguntas do tipo: “se Deus criou todas as
coisas, então quem criou Deus?” Por incrível que pareça, são perguntas assim,
rebuscadas de enfeites intelectuais, que fazem parte do panteão de
questionamentos que fazem estremecer a fé de alguns.
[4] Na Revista
Super Interessante, edição 242 de Agosto de 2007, o ateu Richard Dawkins
disparou: “Meu grande sonho é a completa destruição de todas as religiões do
mundo”. Essa é a evolução do
ceticismo.
[5] Christianity in the United States has undergone
dramatic change in the last few decades, https://www.barna.com/research/changing-state-of-the-church/
[6] Teens Change Their Tune Regarding Self and Church,
https://www.barna.com/research/teens-change-their-tune-regarding-self-and-church/
[7]
Algumas informações contidas neste artigo foram catalogadas dos cursos de Apologética
ministrados por Robert Bowman, Ronald Nash e Douglas Groothuis.
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