Por Robert Bowman Jr.
O ônus da prova precisa ser colocado de forma apropriada em uma discussão. Por exemplo, suponha que eu diga que eu seja Elvis Presley que voltou dos mortos. Está sobre mim o ônus da prova ou a obrigação de estabelecer ou comprovar essa afirmação, apesar de ser uma afirmação ilógica ou estranha. Imagine que eu tire do meu bolso uma carteira de habilitação com o nome Elvis Presley e uma foto dele e diga que essa é a minha carteira de habilitação, as pessoas ainda não acreditariam que eu sou o mesmo Elvis Presley que retornou dos mortos. O ônus da prova deve estar presente em uma discussão assim. Em apologética isso é essencial. Uma das estratégias dos céticos no que diz respeito ao ônus da prova é dizer uma coisa do tipo: se você não provar além de qualquer dúvida, eu não posso acreditar no que você está defendendo. O problema é que ninguém precisa ir tão longe para provar uma proposição. Por exemplo, alguns céticos dizem não acreditar na existência histórica de Jesus, e solicita uma prova neste termos. Eu não preciso provar nestes termos. Tenho apenas que mostrar que Jesus de Nazaré foi uma figura histórica que viveu há dois mil anos, andou, pregou, ensinou e realizou milagres na Galiléia, Judéia, Jerusalém e demais localidades, e que temos os relatos das testemunhas oculares, temos os relatos históricos extra-bíblicos dos escritores seculares e o túmulo vazio.
Tradução Walson Sales
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