Por Por David Gooding e John Lennox
Um dos mitos mais arraigados que moldou o pensamento das pessoas no mundo moderno é a ideia de que a ciência tornou a crença em Deus e no sobrenatural desnecessária e impossível para uma pessoa que pensa. É um mito muito difundido e falacioso que infelizmente se confundiu com a verdadeira ciência na mente de muitas pessoas. Vejamos como surgiu esse mito.
Um mito moderno
A noção comum é que a crença em Deus e no sobrenatural surgiu em um estágio primitivo do desenvolvimento humano. O homem antigo foi confrontado por todos os tipos de processos e acontecimentos que ele não conseguia entender. De alguns deles, como o crescimento de suas plantações e a fertilidade de suas criações de gado, sua própria vida dependia. Outros deles, trovões e relâmpagos, tempestades e doenças, ameaçavam sua própria existência. Não entendendo esses processos e maravilhado com eles, esses antigos, conforme essa teoria, fizeram o que uma criança faria: personalizou esses fenômenos. Quando a lua entrava em eclipse, eles imaginavam que algum tipo de demônio estava tentando estrangular a lua e eles se envolveram em todos os tipos de religião e magia para tentar afugentar o demônio. Quando trovejava, eles pensavam que era algum deus falando, e se um raio caia, eles pensavam que era um espírito malévolo tentando destruí-los. Ele até pensavam que, ao observar qualquer fenômeno incomum na natureza, eles poderiam prever o que os deuses fariam. Mas, como nos séculos mais recentes desenvolvemos o método científico com sofisticação cada vez maior, passamos a compreender cada vez mais os processos da natureza. Agora podemos ver que um eclipse não é causado por um demônio, nem raios e doenças são causados por espíritos malévolos. Descobrimos que os processos da natureza são impessoais e, em princípio (no nível não quântico), completamente previsíveis. Os ateus, portanto, argumentam que não há mais necessidade de introduzir a ideia de Deus e do sobrenatural para explicar o funcionamento da natureza. Nem mesmo há necessidade de chamar Deus para preencher as lacunas em nosso conhecimento, como fez Sir Isaac Newton quando disse: 'Não conheço nenhum poder na natureza que pudesse causar esse movimento transversal sem o braço divino.[1] O ateu conclui portanto, esse Deus se tornou irrelevante e diz que não temos necessidade dessa hipótese. Como resultado, o público em geral passou a pensar que a ciência tornou a crença em um Criador desnecessária e impossível.
Esta teoria é manifestamente uma falácia
Mas há uma falácia manifesta aqui. Pegue um carro Ford. É concebível que uma pessoa primitiva que estivesse vendo um pela primeira vez e que não entendesse os princípios de um motor de combustão interna, pudesse imaginar que havia um deus (Sr. Ford) dentro do motor, fazendo-o funcionar. Ele poderia ainda imaginar que, quando o motor funcionava suavemente, era porque o Sr. Ford dentro do motor gostava dele, e quando ele se recusava a ir, era porque o Sr. Ford não gostava dele. É claro que, eventualmente, os primitivos se tornariam civilizados, aprenderiam engenharia e, ao desmontar o motor, descobririam que não havia nenhum Sr. Ford dentro do motor e que ele não precisava apresentar o Sr. Ford como uma explicação para o funcionamento do motor. A compreensão dos princípios impessoais da combustão interna bastaria para explicar como o motor funcionava. Até agora tudo bem. Mas se ele então decidisse que sua compreensão dos princípios do motor de combustão interna tornava impossível acreditar na existência de um senhor Ford que projetou o motor, isso seria obviamente falso. É também uma confusão de categorias supor que nossa compreensão dos princípios impessoais segundo os quais o universo funciona torna desnecessário ou impossível acreditar na existência de um Criador pessoal que projetou, criou e mantém o grande motor que é o universo . Em outras palavras, não devemos confundir os mecanismos pelos quais o universo trabalha com sua causa. Cada um de nós sabe como distinguir entre o movimento conscientemente desejado de um braço para um propósito e um movimento espasmódico involuntário de um braço induzido pelo contato acidental com uma corrente elétrica.
Neste ponto, no entanto, os crentes no mito tenderão a responder da seguinte forma: "Bem, pode haver um Deus fora do universo que o criou em primeiro lugar. Mas, na verdade, nada se pode saber sobre ele e não é tarefa da ciência especular sobre sua possível existência. Por outro lado, com base no que agora sabemos sobre o funcionamento do universo, podemos afirmar com segurança que, mesmo que um Deus exista fora do universo, ele não intervém, não pode e nunca intervirá em seu funcionamento. E, assim, a ciência torna impossível, em particular, acreditar na afirmação Cristã de que Deus invadiu a natureza na pessoa de Jesus Cristo.” Vamos agora investigar como essa parte do mito surge.
O Mito Moderno Novamente
Foi uma das magníficas conquistas da ciência, não apenas descrever o que se passa no universo, mas também descobrir as leis invariáveis que governam seu funcionamento. É importante aqui compreender e admitir o que os cientistas afirmam sobre a natureza dessas leis. Essas leis não são simplesmente descrições do que acontece. Elas surgem de nossa percepção dos processos essenciais envolvidos. Elas nos dizem que, sendo as coisas como são, a natureza não só funciona assim, como deve funcionar e não pode funcionar de outra maneira. As leis não apenas descrevem o que aconteceu no passado: desde que não estejamos trabalhando em nível quântico, elas podem prever com sucesso o que acontecerá no futuro com tal precisão que, por exemplo, a órbita da estação espacial Mir pode ser calculada com precisão e pousos em Marte são possíveis. É compreensível, portanto, que muitos cientistas estejam ressentidos com a ideia de que algum deus poderia intervir arbitrariamente e alterar, suspender ou reverter o funcionamento da natureza. Pois isso pareceria contradizer as leis imutáveis e, assim, derrubar a base da compreensão científica do universo.
Mas exatamente aqui se esconde outra falácia que C. S. Lewis ilustrou com a seguinte analogia. Se esta semana eu colocar mil libras esterlinas na gaveta da minha escrivaninha, adicionar duas mil na próxima semana e mais mil na semana seguinte, as leis imutáveis da aritmética me permitem prever que da próxima vez que eu for à minha gaveta, encontrarei quatro mil libras. Mas suponha que, quando eu abrir a gaveta da próxima vez, encontre apenas mil libras, o que devo concluir? Que as leis da aritmética foram quebradas? Certamente não! Posso concluir de forma mais racional que algum ladrão violou as leis do Estado e roubou três mil libras da minha gaveta. Uma coisa que seria ridículo alegar é que as leis da aritmética tornam impossível acreditar na existência de tal ladrão ou na possibilidade de sua intervenção. Pelo contrário, é o funcionamento normal dessas leis que expôs a existência e atividade do ladrão.
Portanto, as leis da natureza predizem o que acontecerá se Deus não intervier; embora é claro que não é um ato de roubo se o Criador intervém em sua própria criação. Argumentar que as leis da natureza tornam impossível que acreditemos na existência de Deus e na possibilidade de sua intervenção no universo é claramente um argumento falacioso. Seria como afirmar que o entendimento das leis do motor de combustão interna tornaria impossível acreditar que o Sr. Ford ou um de seus mecânicos pudesse intervir e remover a cabeça do cilindro de um automóvel. Claro que eles poderiam intervir. Além disso, esta intervenção não destruiria essas leis. As mesmas leis que explicavam por que o motor funcionava com o cabeçote ligado explicariam agora por que ele não funciona com o cabeçote removido.
De passagem, devemos notar que a crença em Deus como Criador, longe de inibir a descoberta das leis da natureza, tem sido historicamente uma das principais motivações na busca por elas. Sir Alfred North Whitehead, reconhecido como um dos mais eminentes historiadores da ciência, disse: “A ciência moderna deve vir da insistência medieval na racionalidade de Deus.”[2] Vale a pena mencionar o resumo que C. S. Lewis fez da visão de Whitehead: “Homens tornaram-se científicos porque previram as Leis da Natureza; e eles previram as Leis da Natureza porque acreditavam em um Legislador.”[3] Exemplos de tais homens abundam: basta pensar em Newton, Kepler, Faraday e Clerk Maxwell. Todos concordariam com Einstein que a ciência sem religião é cega e a religião sem ciência é manca.
Neste ponto, os proponentes do mito podem muito bem retrucar: 'Conceda, em favor do argumento, que não é anticientífico admitir a possibilidade teórica de que algum deus ou outro pode ter intervindo em nosso mundo: que evidência real existe de que algum evento sobrenatural desse tipo já aconteceu?” Os Cristãos responderão, é claro, que há evidências abundantes da concepção miraculosa, nos[38] milagres e na ressurreição de Jesus Cristo. A isso será objetado: “Que tipo de evidência é esta? E como você pode esperar que aceitemos essas evidências? Afinal, estas evidências vem do Novo Testamento, que foi escrito em uma época pré-científica, quando as pessoas não entendiam as leis da natureza e por isso mesmo estavam prontas para acreditar que um milagre havia acontecido quando não havia acontecido.” Aqui está mais uma falácia.
A Outra Falácia
Tomemos por exemplo a história do Novo Testamento de que Jesus nasceu de uma virgem sem um pai humano. Dizer que os primeiros Cristãos acreditaram nesse milagre porque não entendiam as leis da natureza que governavam a concepção e o nascimento dos filhos é francamente absurdo. Eles sabiam tudo sobre as leis fixas da natureza, segundo as quais as crianças nascem. Se eles não conhecessem essas leis, poderiam muito bem imaginar que as crianças poderiam nascer sem pai ou sem mãe, mas, nesse caso, eles não teriam considerado a história do nascimento de Jesus de uma virgem como um milagre. O próprio fato de relatarem isso como um milagre mostra que entendiam perfeitamente as leis normais que regem o parto. De fato, a menos que alguém tenha entendido que existem leis que normalmente governam os eventos, como alguém poderia concluir que um milagre aconteceu?
Agora veja outro incidente: Lucas, que era um médico formado na ciência médica de sua época, começa sua biografia de Cristo levantando exatamente este assunto (Lucas 1: 5–25). Ele conta a história de um homem chamado Zacarias e de sua esposa Isabel que por muitos anos oraram por um filho porque ela era estéril. Quando, em sua velhice, um anjo apareceu a ele e disse-lhe que suas orações anteriores estavam para ser atendidas e que sua esposa conceberia e teria um filho, ele muito educadamente, mas firmemente recusou-se a acreditar. A razão que ele deu foi que agora ele já estava velho e o corpo de sua esposa decrépito. Para ele e sua esposa, terem um filho neste estágio iria contra tudo o que ele conhecia das leis da natureza. O interessante dele é o seguinte: não era ateu, era um sacerdote que acreditava em Deus e na existência dos anjos e no valor da oração. Mas se o cumprimento prometido de sua oração envolveria uma reversão das leis da natureza, ele não estava preparado para acreditar.
A história diz que o anjo o deixou mudo por sua pura falta de lógica em sua descrença; mas esse relato pelo menos mostra isso: os primeiros Cristãos não eram um bando de crédulos ingênuos, inconscientes das leis da natureza e, portanto, preparados para acreditar em qualquer história milagrosa, por mais absurda que fosse. Eles sentiram dificuldade em acreditar na história de tal milagre, como qualquer outra pessoa. Se no final eles acreditaram, foi porque foram forçados pelo peso da evidência diante de seus próprios olhos de que um milagre havia acontecido.
Da mesma forma, em seu relato da ascensão do Cristianismo (os Atos dos Apóstolos), Lucas nos mostra que a primeira oposição à mensagem Cristã da ressurreição de Jesus Cristo não veio de ateus, mas dos sumos sacerdotes Saduceus do Judaísmo. Eles eram homens altamente religiosos. Eles acreditavam em Deus. Eles oravam. Mas isso não significa que na primeira vez que ouviram a afirmação de que Jesus havia ressuscitado, eles acreditaram. Eles não acreditaram, pois haviam abraçado uma cosmovisão que não permitia a possibilidade de um milagre como a ressurreição corporal de Jesus Cristo (Atos 23: 8).
Supor então que o Cristianismo nasceu em um mundo crédulo pré-científico é simplesmente falso quanto aos fatos. O mundo antigo conhecia tão bem quanto nós o fato de que as leis da natureza não permitem que os cadáveres saiam dos túmulos. O Cristianismo conquistou seu crescimento devido ao peso absoluto das evidências de que um homem realmente ressuscitou dos mortos, apesar das leis da natureza.
Algumas pessoas hoje em dia, é verdade, que possuem uma visão de mundo semelhante aos antigos Saduceus, erroneamente tentaram tornar a mensagem Cristã mais crível para a mente científica, eliminando o elemento miraculoso completamente do Novo Testamento e apresentando apenas o ensino ético de Jesus. Mas esta tática não funcionará. Pois, em primeiro lugar, o próprio Novo Testamento declara que a ressurreição de Cristo não é uma decoração superficial e não essencial na mensagem Cristã: a ressurreição constitui o coração da mensagem do evangelho e do Cristianismo. Exclua o coração e você destruirá a mensagem. E quando o próprio Novo Testamento declara ser esse o caso, é inútil para as pessoas, dois mil anos depois, argumentar que você pode eliminar o elemento miraculoso, sobrenatural e ainda ficar com um Cristianismo viável (1 Co 15).
Em segundo lugar, toda essa tentativa é mal orquestrada. Pois nosso progresso na compreensão científica das leis da natureza tornou mais fácil e não mais difícil acreditar na ressurreição de Cristo.
Ciência lado a lado com a Fé
Uma das leis básicas da natureza que a ciência descobriu e promulga constantemente é a Segunda Lei da Termodinâmica, que ensina que o universo como um todo está morrendo, a entropia está aumentando. Mas se o universo está se esgotando, dificilmente é possível pensar que isso está acontecendo há um tempo infinitamente longo. Na verdade, a própria ciência ensina que deve ter havido um ponto em que um processo reverso esteve em operação para que o universo “surgisse”. Se, então, em um ponto no passado o universo teve um começo absoluto depois dessa reversão, não é impossível nem anticientífico acreditar que na ressurreição de Cristo os processos da natureza mais uma vez se inverteram e seu corpo morto voltou à vida e saiu do túmulo. Além disso, a ciência ensina que, embora a entropia do universo considerado como um todo esteja aumentando, pode haver situações em que a entropia esteja localmente diminuindo. As sementes se desenvolvem em árvores que dão frutos; e sabemos que isso é possível porque, nesta situação local, a Terra está recebendo uma entrada colossal de energia do sol. Consistente com isso, o Novo Testamento aponta que a ressurreição de Cristo foi possível por causa de uma entrada de energia inimaginavelmente grande do próprio Criador: " E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus,” (Ef 1: 19-20).
Apesar disso, algumas pessoas podem sentir uma dificuldade contínua, que irão expressar da seguinte forma: "Esta evidência no Novo Testamento é agora para nós muito remota. Como podemos ter acesso direto a ela? Afinal, milagres em geral e a ressurreição de Cristo em particular não são coisas que acontecem todos os dias da semana ou todas as semanas do ano. Não temos experiência moderna que sirva de base de comparação e de critério para medir sua credibilidade. Devemos então simplesmente acreditar em tudo o que os escritores do Novo Testamento dizem só porque o dizem?”
A natureza dos milagres de Cristo
A resposta é que há muitas considerações que podemos fazer no registro desses milagres com o propósito de avaliar sua credibilidade. Para começar, podemos notar a diferença entre os milagres que o Novo Testamento diz que Jesus fez e as histórias tolas de milagres inventadas por pessoas crédulas em séculos degenerados posteriores da Cristandade. Nessas histórias posteriores, imagens de pedra choram lágrimas de sangue, lobos se transformam em humanos e pássaros surgem de pedaços de argila. Não há nada remotamente parecido com isso nas histórias de milagres do Novo Testamento. Os milagres de Cristo eram congruentes com o funcionamento normal da natureza. Quando Jesus produziu vinho milagrosamente, ele não fez o vinho surgir em um passe de mágica: ele pediu água e transformou essa água em vinho. Isso é o que a natureza faz todos os anos, usando meios intermediários como a videira, o solo, sol e chuva. Se Cristo tivesse produzido vinho do nada de maneira incongruente, poderíamos supor que ali estava algum poder mágico estranho, sem respeito pela natureza e suas leis. Os milagres de Cristo mostram respeito pela natureza, como se poderia esperar do Criador da natureza. Ao mesmo tempo, os milagres revelam Jesus como, compreensivelmente, superior à natureza.
Podemos também considerar a qualidade moral de seus milagres. Nada foi feito para prejudicar ninguém, nem mesmo para destruir seus inimigos.
Também são instrutivos os termos que o Novo Testamento usa para os milagres de Jesus. Às vezes são chamados por uma palavra que denota um ato de poder. Em outras ocasiões, eles são referidos por uma palavra que significa uma maravilha ou um prodígio. Juntas, essas palavras indicam que Cristo deliberadamente realizou atos de poder sobrenaturais a fim de canalizar a atenção sobre si mesmo. Mas, além disso, esses milagres deveriam funcionar como sinais que apontam para aqueles grandes recursos espirituais que Cristo pode colocar à disposição de todas as pessoas, em todos os tempos e lugares.
Este é um aspecto dos milagres de Cristo que é particularmente enfatizado pelo escritor do Quarto Evangelho, cuja palavra normal para milagre é 'sinal' (embora isso infelizmente seja obscurecido em muitas traduções pelo uso da palavra 'milagre' em vez de 'sinal') Assim, por exemplo, João nos diz que quando Cristo multiplicou milagrosamente os pães, ele o fez, não apenas para alimentar o estômago das pessoas, mas para chamar a atenção para o fato de que ele mesmo é o Pão da Vida que pode satisfazer a fome espiritual de homens e mulheres de todas as idades, que pela fé crêem nele e o recebem como Salvador e Senhor (João 6). E, neste nível, está aberto a cada um de nós provar em nossa experiência pessoal se isso é verdade ou não.
Um experimento
E a verificação final é esta. Se Cristo, de fato, ressuscitou dos mortos no terceiro dia - e ele ressuscitou - isso significa que ele está vivo hoje e pronto por seu Espírito para entrar em um relacionamento pessoal conosco, se nós, de nossa parte, estivermos preparados para entrar em um relacionamento pessoal com ele. Como qualquer relacionamento, você não pode experimentar e provar sua realidade a menos que esteja preparado para entrar nesse relacionamento pessoal. Mas a possibilidade de entrar está aberta a todos nós. Isso é o que João quer dizer quando fala dos milagres de Jesus: “Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.” (João 20: 31).
Aqui está um experimento que todo e qualquer um pode fazer. Se Jesus é realmente o Filho de Deus, o Evangelho de João vem a nós com sua autoridade. É a maneira de Deus entrar em contato conosco. Milhões de pessoas testemunharam que, por meio de sua leitura, Deus se deu a conhecer a eles pessoalmente. Não podemos descartar todos esses milhões como tolos. A única coisa verdadeiramente científica a fazer é colocar a afirmação à prova fazendo o experimento e lendo o Evangelho por nós mesmos.
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Fonte:
GOODING, David; LENNOX, John. Christianity: Opium or Truth? Coleraine, N Ireland: Myrtlefield Trust, 2014
Tradução Walson Sales
Traduzindo trechos e buscando editoras interessadas nas publicações. “Examinai tudo. Retende o bem.” I TS 5:21.
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Notas:
[1] Turnbull et al., The Correspondence of Isaac Newton, 3:240.
[2] Science and the Modern World, 19.
[3] Miracles, 110