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sábado, 20 de agosto de 2022

A PSEUDO-TEOLOGIA DO MOVIMENTO NOVA ERA (NEW AGE)


POR LEONARDO MELO.


INTRODUÇÃO


Somos seres espirituais, inclinados a adoração ao Deus verdadeiro, porém com a queda do homem, cf. Gn. 3.11-13,16-19; Is. 59.1-2; Rm. 3.23, 11.32; Gl.3.22 ss, o sentido da verdadeira adoração foi maculado, estereotipado, e assim os homens começaram a oferecer cultos estranhos, a divindades estranhas, que não ao Deus que criou o universo. Essa influência nefasta advinda do adversário quanto ao sentido da verdadeira adoração contaminou o homem de uma maneira esmagadora, implacável que não só separou o homem do seu criador, mas também  o lançou definitivamente as trevas, e o conduziu a um tipo de adoração que  exalta e enaltece as trevas, com um leque de ritos, celebrações ocultistas, esotéricas e  misteriosas.

Enfim, antes da queda do homem, este tinha plena comunhão com o seu Criador, todavia, após sua queda, sua alma foi contaminada pelo pecado e como um distintivo permanece até hoje fazendo parte da sua  natureza humana,  Mt. 1.21; Lc.3.3;  Rm. 3.23, 5.12, 7.14;  8.2; I Co.15.3. então, é logo após sua queda que o homem passa a conviver com sua natureza caída e separado da comunhão com Deus. É justamente essa alienação de Deus que faz com que o homem já com em seu coração contaminado, desenvolve em seu ser  o desejo de ser autônomo e justamente será esse sentimento que separará o homem do seu criador impulsionando-o a buscar outro deus. Já no princípio temos o nascimento da falsa religião, início de todo o paganismo, com Ninrode e Semirámis inaugurando uma nova era na vida humana. E assim, irá florescer através dos séculos um novo estilo de culto afim de cultuar outro deus, que não YWHW.


O MOVIMENTO NOVA ERA


Dentre essas liturgias influenciadas pelas trevas, temos de maneira singular percebido o surgimento de inúmeras falsas religiões e movimentos filosófico-religiosos que promovem uma falsa adoração e tem desencaminhado o ser humano para longe do seu Criador, e este de maneira natural tem se deixado levar  pela sedução daqueles que servem a satanás, pois, nosso adversário sabe como o futuro atrai o ser humano, como ele é tentado a descobrir o que lhe espera o amanhã, portanto, partindo deste enfoque inicial, é que podemos compreender porque o  Movimento Nova Era, de forma sutil tem ganhado espaço na sociedade e no coração do homem, pois, este movimento é extremamente sincrético, e influenciado por diversas correntes religiosas e filosóficas, tais como gnose, Religiões orientais, espiritismo, estes  baseado em doutrinas esotéricas, além de também ser influenciada por várias formas de ocultismos: clarividência, astrologia, hipnose, yoga, meditação transcendental, ufologia,  visualização e pensamento positivo, saúde holística.

“o relativismo da filosofia New Age é o grande responsável  por essa miscelânea religiosa. O movimento considera não haver uma verdade absoluta, pois, cada indivíduo tem a sua própria verdade. A partir dai tudo passa a ser válido e cada indivíduo acredita no que quer e como quer. Então diante desse mosaico religioso que cobre os adeptos da Nova Era, podemos afirmar que ela é um movimento Filosófico-Religioso, e enquanto movimento Filosófico-Religioso, ela abriga em sí uma infinidade de seitas, ordens esotéricas, escolas místicas, então podemos concluir que a Nova Era possui um sistema doutrinário , muito bem definido que é o esotérico”, (ANDRÉ.1998. pg. 55,57). 

Segundo (ANKERBERG & WELDON.1999. pg. 34) e a visão sobre Deus que o Mov. Nova Era defende é que: “Deus é impessoal e é um e o mesmo que o universo. Tecnicamente, muitos adeptos do Mov. Nova Era acreditam no panteísmo. No Cristianismo, Deus é o criador pessoal, separado e distinto, que está acima da sua criação; na Nova Era, o homem é apenas uma parte de um Deus impessoal, desse modo,  o homem compartilha da essência da natureza de Deus”.

O conceito sobre Deus é o eixo central de todo o corpo doutrinário esotérico. Todas as demais doutrinas baseiam-se nessa noção. Ela não compreende Deus como um ser pessoal, alguém que possui uma identidade própria, detentor de atributos pessoais. Mas, conceitua a divindade como uma energia da qual todas as coisas existentes são derivadas.

“A doutrina NEW AGE do homem-deus é o ápice da mentira satânica de que o homem pode ser Deus, cf. Gn.3.5; o veneno diabólico está se espalhando cada vez mais no organismo da humanidade, intoxicando-a com  o pecado, fazendo-a perder a razão e conduzindo-a para destruição”, (ANDRÉ. 1998. Pg. 98). Enfim, o conceito de divindade para os seguidores do Mov. Nova Era é derivado do panteísmo e do hinduísmo, onde Deus é tudo  e tudo é DEUS, ” e é nesse caldeirão filosófico-religioso que a Nova Era constitui sua cosmovisão acerca de Deus, pois, segundo o panteísmo, Deus é tudo em todos, então Deus permeia, abrange,  e se encontra  em todas as coisas”, doutrina esta recepcionada pelo Movimento”, (GEISLER. 2017.pg. 687)

Contrário a visão panteísta do Mov. Nova Era, aprendemos pela Bíblia que Deus é um ser que criou todas as coisas, é pessoal, relacional, amoroso, santo, imutável, infinito, dentre outras virtudes, cf. cap. 1 e 2 de Gênesis; Êx. 3.6,14; 25.22;  Jo. 1.1,14; 4.22-24; 14.9; Is. 43.10-13; 44. 6-9; Sl. 55.19; Ml. 3.6; Hb. 13.8; Tg. 1.17; I Rs. 8.27; I Tm. 6.15-16; I Jo.4.8 ss. É razoável mencionar que a Bíblia rejeita essa visão panteísta do Mov. N. Era e de que Jesus era apenas um mestre iluminado ou um  espírito-guia.

“Embora a Nova Era não possua fundador nem data de fundação, pode-se dizer que tudo começou com o surgimento da Sociedade Teosófica  em Nova York, em 1875 pela russa Helena Petrovna Blavatsky. Alice Bailey, que viveu entre (1880-1949), foi quem estabeleceu o cerne doutrinário do Movimento Nova Era, e ela é reconhecida como sua sumo sacerdotisa. Uma das crenças centrais da Teosofia é que todas as religiões tem verdades comuns, as quais transcendem todas as diferenças. Outra doutrina que se destaca é que na Teosofia há a crença na existência de  mestres, os quais seriam seres espirituais ou homens especialmente favorecidos pelo destino e que haviam evoluído mais do que os demais, ou sejam, haviam se tornados em seres iluminados”, (MARTINS.2015. pg.112).

Em oposição á Bíblia, a teosofia de Sra. Blavatsky e Henry S. Olcott está impregnada da doutrina espírita com seu animismo, e da influência budista, que serve como um dos pilares doutrinário do   Movimento Nova Era, com suas várias correntes  religiosas que formam esse movimento sincrético.  “Os ensinamentos  teosofistas afirmam que há vários “mahtmas” ou” mestres” que são exemplos de reencarnações altamente desenvolvidas e que habitam em um espaço  nos extremos distantes do Tibete-Índia, e essas teorias fazem parte do cerne doutrinário do Mov. Nova Era”. Em última análise, o conceito de céu dos teosofistas  se harmoniza como o Nirvana  do Budismo”, que faz parte do conjunto doutrinal do Movimento. . (MARTIN. 1993.Pg.61).

Os cristãos sinceros crêem na infalibilidade da Palavra de Deus e como sendo a Palavra inspirada pelo próprio Deus através do Espírito Santo, na sua perenidade, na sua autoridade, cf. Dt.28.58; Ap. 22.18-19; II Pe.1.21, ss e que portanto rejeitamos os ensinos da Nova Era  e suas crendices, com seu sistema Filosófico-Religioso confuso e inspirado pelas trevas, cf. Sl. 119. 128, 130, 140,169; Mt. 24.35; II Tm. 3.15-17; Hb. 4.12;I Pe. 1.19-25;  II Pe. 1.18-21.


“Na propagação da sua Pseudo-Teologia, este Movimento  crer:


1. NO PANTEÍSMO E NO HINDUÍSMO, onde Deus é apenas uma energia universal de onde derivam todas as coisas, ás vezes denominadas por eles de Absolute; como adeptos do panteísmo, então o homem é Deus, que é a evolução máxima da expressão divina, a Sra. Helena P. Blavatsky afirma a idéia do home-Deus;

2. LUCIFER, Para eles é um ser superior a todos os outros em evolução, e chegam ao absurdo de afirmar que ele não é maligno, como prova seu nome “ anjo de Luz”, e que na hierarquia cósmica está acima de Jesus Cristo, o Filho de Deus, terrível engodo;

3. EM RELAÇÃO A PESSOA DE JESUS CRISTO, os aquarianos creem que Cristo é um nível evolutivo que qualquer um pode alcançar e que está potencialmente dentro de cada ser existente”.

4. SALVAÇÃO. Os adeptos da seita ensinam que o homem pode salvar-se a sí mesmo, e a luz da doutrina da reencarnação, segundo seu súditos, o homem sofre uma transmigração da alma, a semelhança da crença hindu, e nas reencarnações sucessivas o homem ao atingir um determinado nível de perfeição ele é dissolvido no nirvana e a sua existência pessoal é extinta, sendo dessa forma absorvido  por Deus.

5. AVATAR. Os líderes do Movimento ensinam que surgirá no mundo, um  novo Messias, denominado de Avatar, o qual estabelecerá ordem no mundo e a paz. Dentre alguns nomes sugeridos pela Nova Era está o Maitreya e o Saint German, e eles acreditam que esse personagem, “Avatar” irá unificar o mundo através do estabelecimento de um Governo único, mundial.

“O Movimento também apregoa baseado na astrologia, que os ciclos divinos, as evoluções, são desenvolvidos  através de períodos ou eras, e que hoje estamos vivendo sob a era de aquários, assim como,  seus líderes são conhecidos como” bruxos” ou “magos” e são considerados mais evoluídos do que o ser humano comum e são dotados de poderes especiais que alcançaram através de um processo evolutivo, isto é , sucessivas reencarnações. A despeito de ser um Movimento Místico, ligado intrinsicamente a doutrina espírita e hinduísta e demais variantes religiosas dentro do esoterismo e ocultismo, eles possuem uma simbologia que os identifica, tais como, o Arco-íris, a Lagarta, a Borboleta, o Yin e o Yang, o Urano, a Fita entrelaçada, a Pirâmide, o Pentagrama, e o Pé de Galinha ou Cruz de Nero, todos com motivos ocultistas, usados em rituais de magia negra e são utilizados como sinal de blasfêmias nos cultos secretos”, (MARTINS.2015. pg. 118-125).

Enfim, segundo [MAGALHÂES. 1999], a Nova Era, The New Age, é uma megarrede de esoterismo infiltrada  em todos os setores do planeta terra. Seus adeptos negam que seja uma religião, mas pregam a unificação de todas as religiões e de todos os sistemas políticos e econômicos existentes, sob o domínio de um só homem, que eles intitulam de Maitreya. e presumem que isso ocorrerá durante a era de aquário. Para eles, o planeta terra está atualmente vivendo um período de transição entre a Era de Peixes e a Era de Aquário.

Seus ensinamentos e dogmas são  influenciados por um sincretismo religioso advindo das religiões e seitais orientais que tem como objetivo reunir as religiões mundiais em torno de um único senhor, que certamente será alcançado com a propagação do ecumenismo, o Maitreya está a caminho.


CONCLUSÃO


Ante a síntese explanada, e sendo referencial Teológico-doutrinário e religioso a Sacrossanta Palavra de Deus, claramente entendemos que o Movimento Nova Era é de origem satânica, e com seu engodo tem atraídos á muitos. A doutrina ministrada pelas lideranças do movimento Nova Era simplesmente não estão em concordância com o que está estabelecido como verdade no cânon bíblico que O Eterno estabeleceu para o homem como norma cúltica, e regra de fé, fundamentadas no Antigo e Novo Testamentos.

Tudo que o Movimento Nova Era propaga é justamente o oposto do que a Bíblia Sagrada ensina, e percebemos claramente que  é uma forma de seus adeptos desafiarem á Deus, afrontá-lo, pois nos seus ensinos exaltam a pessoa de Lúcifer, a ponto de ensinarem que ele, é maior que Jesus, porém a Bíblia ensina que ele(Lúcifer) é inimigo de Deus e dos homens, como está escrito na Palavra de Deus, cf. . cf. Is.14.13-14; Ez.28.14-18; Jo.8.44; “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes condenai-as”, Ef. 5.11. E consciente ou não, estão dando passos largos em direção as trevas se não se arrependerem dos seus caminhos abomináveis, cf. I Co.6.10; Gl.5.19-21; . Ef. 2.2, 5.5; Fl. 3.18 Jd. 4, 8, 10-13,  15-19; Ap. 9.20-21; 21.8; 22.15 ss.


​FONTE:


1. ANKERBERG, John & WELDON, John. Os Fatos sobre o Movimento Nova Era. Rio G. do Sul. Porto Alegre. 1999. Ed. Chamada da Meia Noite. 84pg.


2. COSTA, Samuel Fernandes Magalhães. A Nova Era – Um passo para a manifestação do Mitreya e da prostituta Babilônia. Uma análise escatológica. Rio G. do Sul. Porto Alegre. 1999. Ed. Chamada da Meia Noite. 200pg.


3. MARCO, André. Laços da  Nova Era. S. Paulo. 1998. Ed. Betânia. 246 pg.


4. MARTIN, Walter. O Império das Seitas. Vol. IV.. Trad. Myriam Thalita Lins. Minas Gerais. 1993. Ed. Betânia. 207pg.

5. GEISLER, Norman. Enciclopédia Apologética. Respostas aos críticos da fé cristã. S. Paulo. 2017. Trad. Lailah de Noronha. Ed. Vida. 932pg.

ISRAEL, O RELÓGIO DE DEUS COMO REFERENCIAL PARA O ARREBATAMENTO DA IGREJA E PARA O FIM DOS TEMPOS! [Uma análise de Zacarias 12.3]


POR LEONARDO MELO


INTRODUÇÃO


Toda a profecia Bíblica gira em torno da nação israelense. Israel foi tomado como referencial por Deus para executar seu plano salvífico para a humanidade. Foi a partir de Abraão em uma perspectiva terrena que Deus deu início ao processo de restauração do homem caído, cf. Gn. 12.1-4. Toda a literatura Vetero-Testamentária apontam para o Messias, isto é, Jesus Cristo e justamente o judeu, Jesus é quem vai se despir da sua glória e majestade e descer á terra para em sacrífico vivo, redimir a humanidade pecadora, porém, antes, Ele se apresenta aos seus irmãos como o Messias vaticinado no Pentateuco, nos Escritos, e nos livros proféticos, obviamente, sendo rejeitado por estes, cf. Jo.1.11; Lc. 19.14; At.3.26-27; 13.45-50.

Contudo, a despeito da rejeição do povo judeu em crer em Jesus como o Messias, certamente houve um propósito divino. E justamente, neste vácuo deixado pelos judeus, entrou os gentios! Havia uma promessa de salvação, não só para Israel, mas para a humanidade caída. Precisamos compreender que a nação israelense foi estabelecida por Deus como o povo do Livro, da Lei e não foi rejeitada pelo Senhor. É o referencial de nação como povo de Deus dentre todas as nações,[Vocês são as únicas famílias, de todas as existentes sobre a terra que conheci intimamente. Este é o motivo de punir vocês por todos os seus crimes, Am. 3.2] da terra onde Deus firmou uma aliança perpétua com Abraão e seus descendentes e estabeleceu várias  promessas única e exclusiva para eles. E, essas promessas são eternas, e irrevogáveis, permanecem. É razoável destacar que os acontecimentos vindouros que atingirão o mundo e o juízo que   DEUS  executará sobre toda a terra pós arrebatamento da Igreja estão intrinsecamente ligados  ao povo judeu. Deus tem uma aliança com a descendência abrâamica e uma promessa a cumprir, que é o estabelecimento para sempre do povo israelense na terra que Deus prometeu que daria a eles em aliança eterna. Porém, para que Deus cumpra essa promessa, é necessário que a Igreja seja arrebatada! A Igreja estar vivendo o tempo suficiente junto os judeus na terra na mesma época, para que Deus cumpra seu propósito de salvar o homem caído, isto é, todos quanto crerem na mensagem do Evangelho e logo após Deus executará seu intento salvífico dos gentios que ainda faltam aceitarem a Jesus, [Ap. 6.11b]  então o Eterno voltará seus olhares para o seu povo, as nações, os anjos caídos e Satanás. DEUS travará mais duas batalhas para por fim em definitivo a ação dos demônios e do diabo sobre a criação. Então, virá o fim!


ISRAEL, O RELÓGIO DE DEUS


Não foi após a queda do homem que Deus decidiu em seu conselho eterno enviar Jesus para morrer pelo homem e assim restaurá-lo. Deus em sua Onisciência sabia que Adão e Eva iriam pecar, e por ser Eterno e ter o controle do tempo em suas mãos e estar acima do tempo, Deus decide de antemão enviar Jesus para resgatar o homem dos seus delitos e pecados e restaurá-lo ao seu estado original como imagem e semelhança dele, assim que este cometesse o pecado de desobediência. Esta promessa estar exarada em Gn. 3.15, assim como: Dt. 33.27; I Cr. 29.10; Sl. 45.6; 90.2; Mt. 25.34; Jo. 1.15,30;  17.24; 17.5; At. 2.23;; Ef; 1.4; Tt. 1.2; Hb. 4.3; 9.26; I Pe.  1.20; Ap.  13.8;

Observando a escatologia bíblica, percebemos que o referencial para o fim dos tempos é a nação judaica. Nos últimos tempos logo após o arrebatamento da Igreja, Deus irá  iniciar  a contagem regressiva para a atuação do anticristo e para cumprir aquilo que Ele determinou para seu povo. É razoável afirmar que a profecia das Setenta Semanas de Daniel, Dn. 9, e especificamente 9.24: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo”, são exclusivas para a nação israelense e a Igreja não participará deste último evento que é a conclusão do período profético da última semana que Deus estabeleceu para o seu povo. Esse evento, a conclusão da última semana de Daniel, a septuagésima semana, coincidirá com o período da grande tribulação sobre a terra.

Há uma lacuna na profecia proferida por Jeremias e interpretada por Daniel. Deus afirmou que determinou setenta semanas para seu povo e a sua   santa cidade, Jerusalém, isto é, haveria vários eventos ao longo dos séculos  que ocorreria e correrão nestes tempos determinados por Deus que envolveria seu povo, as nações e   o surgimento do Messias e Salvador da humanidade, assim como a implantação do reino do anticristo aqui na terra, na forma de um governo tirânico mundial, globalizado. E por fim o livramento e redenção espiritual  do seu povo nos dias finais da grande tribulação que irá atingir a terra, quando o anticristo irá quebrar a aliança feita com a nação israelense e irá determinado marchar rumo á Israel junto com dezenas de nações afim de aniquilar a nação hebreia.

É nesse período pós arrebatamento da Igreja, que surgirá o anticristo. Também é neste intervalo de tempo[sete anos] que os juízos descritos no Livro do Apocalipse irão acontecer:


1. A abertura dos Sete Selos – Apocalipse cap. 6, e o cap. 8.1-5;


2. O Toque das Sete Trombetas – Apocalipse 8.6-13; 9.1, 13; 11.15;


3. As Sete Taças da Ira de Deus – 15.1-4, 8, 10, 12, 16. [ As Sete Taças da Ira de Deus dar-se-á na segunda fase da grande Tribulação, isto é, na última metade da semana de anos, 42 meses ou três anos e meio].

Contudo, para que esses eventos ocorram, a Igreja obrigatoriamente tem que ser arrebatada, pois as setenta semanas de Daniel aplica-se única e exclusivamente ao povo judeu como um marco referencial profético e justamente é nesse período quando surgir o anticristo, que  também dará o início a grande tribulação, por isso a necessidade obrigatória da Igreja se retirada do palco da história universal   dos últimos dias, afim de que Deus cumpra seu último propósito em relação ao seu povo e entre em juízo com as nações pecadoras e ímpias e Satanás e seus anjos. A Igreja não passará pela Grande Tribulação, por isso somos pré-tribulacionistas, Mt. 24.40,42,44,50, 25.13; Mc. 13. 32-33,35, 37; Lc. 12.40, 46; II Pe. 2.9;   Ap. 3.3, 10; I Ts. 5.2, 4-6, 8-9, ss.


Em Ezequiel cap. 37.1-14 temos um duplo cumprimento profético:


1. O Retorno dos judeus da Babilônia através de um decreto de Ciro, e consequentemente a reedificação dos muros e portas da cidade santa, Jerusalém, evento este comandado por Esdras e Neemias, no período em que exerceram seus ministérios proféticos, Ageu, Zacarias e Malaquias, sob o sacerdócio de Josué e  do governador de Judá,  Zorobabel , conforme Ageu 1.1.

2. O reconhecimento de Israel como nação através da ONU, que convocou uma assembleia Geral  entre todos os países membros afim de deliberar acerca da partilha da terra “Palestina” entre os judeus e árabes[palestinos] em 14 de maio de 1948.


Por conseguinte, após esses dois eventos terem se cumprido, resta apenas Deus arrebatar a Igreja, afim de que seu último propósito se cumpra que é a restauração espiritual de seu povo, é exatamente o cumprimento profético da última parte da profecia de Ezequiel, sobre o vale dos osso secos, Ez. 37.15-28. Por isso é que a Igreja só  pode existir em um curto  lapso temporal ou no mesmo  plano que a nação judaica por um tempo, isto é, até Deus salvar aqueles que serão salvos por Ele e que só Ele sabe: ‘’E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram‘’, Ap. 6.11. Havendo, pois a necessidade da Igreja ser arrebatada, isto é,  A Igreja só pode conviver ou estar por  um momento lado a lado com a nação israelense, todavia, o Eterno precisará arrebatar seu povo.  Lembremo-nos que a última semana que falta da profecia de Daniel em relação as setenta semanas ou 490 anos precisar acontecer e o único evento no momento que estar impedindo de Deus cumprir o restante desta profecia é a Igreja que ainda estar na terra, possivelmente esperando que Deus determine buscar seu povo quando o número daqueles que se juntaram ao se povo forem alcançados, Ap. 6.11b.

Todos os eventos e fatos históricos que aconteceram e irão acontecer apenas denotam quão perto estar a volta de Jesus. A figueira que é Israel, mencionado por Jesus através de uma parábola profética já floresceu, conforme os sinóticos atestam: Mt. 24.32-35; Mc. 13. 28-31; Lc. 21. 29-33. Claramente observamos que a história do mundo e do homem giram em torno da Região do Oriente Médio, Israel, não foi, nem é os grandes impérios que escreveram[ão] o final de todas as coisas. O bichinho de Jacó é que terá uma posição chave para os diversos acontecimentos cataclísmicos que ocorrerão na terra e atingirão todas as nações. O alvo de Deus nos últimos dias não é Israel, embora que sobrarão resquícios por Israel estar vivendo esse tempo vindouro atribulado e de grandes eventos dramáticos aqui na terra. Nos tempos  finais antes de Israel ser livrado das mãos do anticristo e todos os exércitos que estarão com ele, Jerusalém será acometida de um grande terremoto e será repartida ao meio. Esta profecia está no livro do profeta Zacarias, 14.4: ”E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul”.

É oportuno citar que os cientistas e pesquisadores já descobriram através de estudos geológicos que realmente há uma fenda no meio da cidade santa. Apenas confirmam a profecia de Zacarias proferidas há mais de 2486 anos aproximadamente.

“Israel está situado ao longo da fenda sírio-africana, uma falha tectônica que percorre toda a extensão da fronteira entre Israel e Jordânia, e faz parte do Vale do Rift, que se estende do norte da Síria a Moçambique. Embora um forte terremoto possa acontecer nas próximas décadas, um fenômeno ainda maior de magnitude 7,5, cerca de 10 vezes mais forte na escala exponencial de Richter, também foi previsto para os próximos séculos”, O estudo foi publicado em novembro de 2020,  na revista Science Advances, . segundo o site https://www.timesofisrael.com. a pesquisa conta com o Dr. Yin Lu, também da Universidade de Tel Aviv, o Prof. Amotz Agnon, da Universidade Hebraica, o Dr. Nicolas Waldmann, da Universidade de Haifa, o Dr. Nadav Wetzler, do Levantamento Geológico de Israel, e o Dr. Glenn Biasi, do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Esses dados desta pesquisa científica e descobertas arqueológicas apenas corroboram com a veracidade Bíblica e da relação que a nação israelense tem com o final dos dias. Não são os países europeus nem os EUA que terão participação decisiva na vida de Israel no período da grande tribulação, mas os países do eixo árabe, até porque será necessário firmar uma aliança ou pacto com seus vizinhos árabes a fim de cumprir a profecia bíblica para os últimos tempo. “Inclusive alguns eruditos afirmam que será da tribo de Dã que surgirá o anticristo. Essa afirmação se  baseia em. Gn.49.16-17[Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel”. “Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os calcanhares do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás”]. Segundo a visão rabínica e seus  escritos, como o MIDRASH, Targum, Talmud, Sanhedrin, Sifre sobre Deuteronômio, a tribo de Dã foi  bastante associada a idolatria e no período do terceiro templo, sairá da tribo de Dã[seus descendentes] o antimashiach e participarão de uma grande apostasia, todavia, Jeová restaurará a tribo de Dã”, e eles também terão uma porção da terra prometida as tribos de Israel, conforme o livro do profeta Ezequiel, 48.1: ”E estes são os nomes das tribos  desde a parte extrema  do norte, da banda do caminho  de Hetlom, vindo para Hamate, Hazar-Enom, , no termo de Damasco: e terão a banda do Oriente e do ocidente: Dã, uma porção”.   cf. www.judaismonazareno.org.


CONCLUSÃO


A  nação judaica ocupa uma posição de destaque na geopolítica mundial e também exerce e exercerá nos próximos anos uma importância  destacada no   cenário religioso, político, econômico e científico de impacto mundial. A  profecia contida no livro do profeta Zacarias é factual: ‘’Eis que porei a Jerusalém como um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, quando do cerco contra Jerusalém’’. ‘’E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que carregarem com ela certamente serão despedaçados, e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra’’. ‘’Naquele dia porei os chefes de Judá como uma brasa ardente debaixo da lenha, e como um facho entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu próprio lugar, mesmo em Jerusalém’’. ‘’Naquele dia o Senhor amparará os habitantes de Jerusalém; e o que dentre eles tropeçar naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do Senhor diante deles’’. ‘’E acontecerá, naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém’’, Zacarias 12.2-3, 6, 8-9.

Além do profeta Zacarias que fala acerca do tempo do fim e sua relação com a nação israelense, também o profeta Joel e o próprio Messias, Jesus Cristo nos fala também da relação nação judia e sua relação com os últimos acontecimentos na terra, Joel 3.2, nos diz: ’’Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Josafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a minha terra‘’,  assim como Jesus afirma sobre o tempo do fim relacionando-o com o povo judeu, Mateus 24.21-22 ‘’Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver’’. ‘’E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias’’.

Os adeptos da  Teologia da Substituição que afirmam que a Igreja substituiu a Israel no plano profético de salvação de Deus é de uma ignorância terrível em relação a veracidade bíblica Veterotestamentária e  uma heresia incomum, pois, os eventos finais estão todos relacionados e determinados por Deus e apontam para uma relação com Israel, que terá Jerusalém e o vale de Jeosafá como um lugar de destaque onde ocorrerão eventos  cataclísmicos terríveis e o iminente julgamento de Deus contra as nações e Satan e os demônios que o seguiram; Esses eventos ocorrerão nessa época, Dn. 9.26- 27; II Ts. 2.6-8; Ap. 16.17-21,.

Por fim, como afirma [Hunt, pg. 287]: ‘’Zacarias previu que Jerusalém se tornaria um peso incômodo sobre todas as nações do mundo, Zc. 12.3, considere quão notável é essa profecia. Quem poderia imaginar, quando o A.T. foi escrito, que todas as nações do mundo estariam envolvidas na decisão do destino final de Israel’’?. Estamos indo a passos largos em direção a esse cumprimento profético, logo, Deus é Todo-Poderoso para cumprir com suas promessas: Nm.23.19; Dt. 7.9; Js. 21.45, 23.14; I Sm. 3.19; I Rs. 8.15, 56; Is. 44.26, 45.11 19, 21; Ez. 12.28; Mt. 24.25, 35; Hb. 10.23; A nação de Isarel, bem como a santa Jerusalém é a menina dos olhos de Deus  Dt.32.10; Sl. 17.8; Zc. 2.8, e todo evento mundial do fim dos tempos está intrinsecamente relacionados á Israel e sua capital Jerusalém. Amém.


FONTE:


HUNT, Dave. Jerusalém – Um cálice de tontear. As profecias sobre a Cidade Santa.

segunda-feira, 7 de março de 2022

As Sete Cidades de Apocalipse 2-3

  

Éfeso. Éfeso (Ap. 2:1-7), cujo porto, estradas, localização, riqueza, e privilégios especiais com Roma fizeram dela um eixo de comércio no Mediterrâneo, era a mais cosmopolita das sete cidades. Lar do culto imperial, gabava-se de magníficos templos dedicados aos imperadores Domiciano e Adriano. Era também o local de uma das sete maravilhas do mundo antigo: o Artemísião, o templo de Ártemis (deusa da caça e da fertilidade). O Artemísião era famoso pelo seu tamanho, com uma plataforma com mais de cem mil metros quadrados, e pelo seu santuário de árvores no centro. O templo funcionava como um local de asilo para criminosos em fuga e simbolizava vida abundante. Também servia como um banco que podia receber enormes depósitos monetários.

Esmirna. Esmirna (Ap. 2:8-11) era uma grande cidade portuária conhecida pelas suas realizações arquitetônicas e apelo estético. Nas suas moedas eram lidas: "Esmirna, primeira na Ásia . . . pela sua beleza e esplendor". Esmirna era conhecida pelas suas magníficas construções e inúmeros templos (incluindo um para o culto imperial). Quando vista à distância, Esmirna parecia uma coroa colocada no cume de uma colina. No século VI a.C., a cidade tinha sido destruída pelo rei de Lídia, mas mais tarde foi reconstruída até à sua antiga glória em 290 a.C. Devido à sua morte e renascimento, Esmirna foi comparada à lendária fênix, que morre em chamas e reencarna a partir das suas cinzas. O pai apostólico Policarpo, bispo de Esmirna, foi executado nesta cidade por meio do fogo e da espada.

Pérgamo. Pérgamo (Ap. 2:12-17) estava situada num planalto a cerca de 305 metros acima do vale do rio Caicus e erguia-se de forma proeminente na extensão das Colinas Mísias. A cidade era conhecida pelas suas grandes bibliotecas, materiais de pergaminho, grande teatro, e muitos santuários (incluindo os de Zeus, Athena, Asclepius, Hygeia, e Apollo). O templo do Sebastoi (Gk para "os venerados", referindo-se a Augusto César e seus sucessores) em Pérgamo foi o primeiro templo imperial erguido na Ásia Menor (29 a.C). Das três maiores cidades da Ásia Romana (ou seja, Éfeso, Esmirna e Pérgamo), o culto imperial era mais influente em Pérgamo. De cinco em cinco anos ou mais, os jogos de Pérgamo eram realizados em honra da família imperial. Este evento era um circo de proporções épicas.

Tiatira. Tiatira (Ap. 2:18-29), ao contrário das outras cidades da Ásia Menor, a cidade se situava em terreno quase plano e era delimitada por colinas ascendentes. Embora vulnerável à invasão, Tiatira tinha um próspero negócio de exportação devido às várias estradas que atravessavam a cidade e a ligavam ao Oriente grego. O primeiro cristão convertido na Macedónia-Lydia, um comerciante de linho púrpura - era originário de Tiatira (Atos 16:14-15). A associação de tintureiros de Tiatira era proeminente, juntamente com os seus alfaiates, operários do linho, e funileiros.

Sardes. Sardes (Ap. 3:1-6) tinha uma reputação de riqueza que excedia a sua realidade. De acordo com uma antiga lenda grega, o rei Midas lavou a varinha encantada que transformava tudo em ouro ao banhar-se no rio Pactolus, que corria através de Sardes. Sardes, em sua história inicial, prosperou através de depósitos de ouro descobertos no rio. Durante a era romana, contudo, Sardes tornou-se próspera através da sua indústria têxtil, das suas importantes rotas comerciais, e das suas férteis planícies. A cidade tinha pelo menos dois templos no local, um a Augusto e o outro a Ártemis. Em 17 d.C., Sardes sofreu de um terramoto súbito. Com a ajuda dos imperadores Tibério e Cláudio, Sardes foi reconstruída. A cidade recuperou rapidamente parte da sua antiga prosperidade e procurou o direito de renovar o culto imperial.

Filadélfia. Diz a lenda que Filadélfia (Ap. 3:7-13) recebeu o nome de dois governantes da dinastia Attalid, os irmãos Eumenes II e Attalus II Philadelphus. Filadélfia era conhecida como o "portão" ou "porta" porque se encontrava na junção de dois grandes sistemas rodoviários. Uma estrada corria para norte de Éfeso e através de uma passagem acima do Vale do Cogamis, enquanto a outra estrada corria para leste de Filadélfia através da província de Frígia. Filadélfia experimentou os benefícios e o ônus de viver numa área vulcânica chamada Katakaumenē (literalmente "queimada"), que proporcionou solo rico e fértil para as grandes vinhas da cidade, mas devido aos frequentes tremores também conheceu a evasão de cidadãos que fugiam da cidade. Filadélfia, juntamente com Sardes e Laodicéia, sofreu o infame terramoto de 17 d.C. que nivelou os três centros urbanos. Quando Filadélfia foi reconstruída com ajuda romana, a cidade foi renomeada "Neocesaréia" para honrar a família imperial, e mais tarde "Filadélfia Flávia" para honrar o imperador flaviano Vespasian.

Laodicéia. A cidade de Laodicéia (Ap. 3:14-22), comparada com Hierápolis e Colosso, era a mais proeminente das três cidades do Vale do Rio Lycus. Uma rota comercial que ligava Laodicéia a Éfeso, juntamente com estradas menores a norte para Hierápolis e a leste para Colosso, permitia um próspero negócio de exportação. A cidade era um eixo central entre as três regiões de Lídia, Frígia, e Caria. A indústria têxtil de Laodicéia era conhecida por uma lã fina e escura. A cidade era também um centro bancário, que trocava moedas romanas, ouro, e outros artigos de depósito por moeda local. Laodicéia era tão rica que quando ocorreu o infame terramoto de 17 d.C., foi a única cidade que recusou a ajuda romana. Era o lar de uma escola de medicina que valorizava entre outras coisas, os seus medicamentos curativos.

 

Fonte:

 

Baker Illustrated Study Bible © 2018 by Baker Publishing Group

 

Tradução Walson Sales

 

A intenção ao traduzir este texto é: (1) Tornar a obra conhecida no Brasil; (2) Tornar o conteúdo conhecido no Brasil; (3) Tornar a temática conhecida no Brasil; (4) Despertar as editoras brasileiras a publicar a obra no país. Bons estudos e boa leitura.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Hank Hanegraaff - Haverá Animais no Céu?

 

A Escritura não nos conta conclusivamente se nossos animais de estimação irão para o céu. Entretanto, a Bíblia nos fornece algumas dicas significativas sobre se ou não os animais habitarão o novo céu e a nova terra.

Em primeiro lugar, os animais povoavam o jardim do Éden. Portanto, há precedente para crer que os animais irão povoar o Éden Restaurado também. Os animais estão entre as criações mais criativas de Deus. Dessa forma, pareceria incrível que ele banisse tais maravilhas no céu.

Além disso, enquanto não podemos dizer com certeza que os animais de estimação que apreciamos hoje serão “ressuscitados” na eternidade, não estou disposto a excluir a possibilidade. Alguns dos mais perspicazes pensadores, de C. S. Lewis a Peter Kreeft, não apenas estão convencidos de que os animais em geral, mas os animais de estimação em particular, serão restaurados na ressurreição. Se Deus ressuscitasse nossos animais de estimação, isso estaria em plena harmonia com sua graça e bondade avassaladora.

Finalmente, as Escrituras, do começo ao fim, sugerem que os animais têm almas. Tanto Moisés em Gênesis quanto João em Apocalipse informam que o Criador dotou os animais de almas. Nas línguas originais de Gênesis 1.20 e Apocalipse 8.9, nephesh e psyche respectivamente se referem à essência da vida ou à alma. Somente após Descartes, Hobbes e o Iluminismo que as pessoas passaram a pensar de outra forma a respeito dos animais. Entretanto, porque a alma de um animal é qualitativamente diferente da alma de um ser humano, há dúvida razoável se ela pode sobreviver à morte de seu corpo. Uma coisa é certa: a Escritura nos fornece precedência suficiente para crer que os animais povoarão o novo céu e a nova terra. Nas palavras de Isaías: “E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará” (Isaías 11.6).

 

Adaptado de Resurrection

 

Para um estudo adicional, veja Hank Hanegraaff, Resurrection (Nashville:Word Publishing, 2000), capítulo 13.

 

“O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.”

 

Fonte: http://www.equip.org/bible_answers/will-there-be-animals-in-heaven/

 

Tradução: Paulo Cesar Antunes

 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

A LUTA ETERNA POR JERUSALÉM – Jerusalém no contexto atual!


POR LEONARDO MELO.


INTRODUÇÃO.


O nosso adversário sabe das implicações teológicas que Israel e especificamente  Jerusalém tem nos tempos finais. Sabe da importância deste país e cidade para a escatologia Bíblica. Todo o cenário final  dos fins do tempo se desenrolarão no Oriente Médio. A profecia Bíblica aponta para essa região geográfica do mundo, isto é o centro do mundo. Há uma reivindicação terrível pela posse e controle de Jerusalém. Alguns representantes da Igreja Católica a considera a capital espiritual do mundo e tem o apoio político das Nações Unidas. Ela também tem sua importância sem precedentes para os muçulmanos, especificamente os islamita. A consideram sagrada e pertencente ao Islã. As profecias Bíblicas são notáveis em sua essência, porque ela descreve para cada momento da história da humanidade em detalhes como os eventos se desenrolarão, com uma precisão descomunal. O que nos chama atenção e atesta a veracidade da Palavra de Deus é que as profecias chegado seu tempo de cumprimento literalmente e fielmente se cumpriram. É como afirmou Josué: “E eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra falhou de todas as boas coisas que falou de vós o Senhor vosso Deus; todas vos sobrevieram, nenhuma delas falhou”, Josué 23.14.


E em relação especificamente, também tem tido seu fiel cumprimento. Observem o que diz  o profeta da reconstrução, Zacarias: “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém”, Zc. 12.2. É razoável entendermos que literalmente esta profecia vem sendo cumprida e hoje ela é uma realidade latente. Há uma disputa atualmente de maneira explícita e de forma implícita por Jerusalém. As principais autoridades governamentais do mundo e os altos mandatários da ONU, assim como, as autoridades eclesiástica da Igreja Católica Romana avocam para a comunidade internacional e não Israel, o controle irrestrito sobre Jerusalém. Será o ponto nevrálgico durante a grande tribulação, pois, o anticristo desejará governar o mundo a partir de Jerusalém.


JERUSALÉM E A GEOPOLÍTICA INTERNACIONAL.


No cerne da problemática sobre o controle efetivo de Jerusalém, está não só a influência política exercendo uma pressão demasiada sobre o primeiro ministro de Israel, mas também a de considerar a situação de cunho religioso, pois, os Católicos Romanos, através do Vaticano e os Muçulmanos avocam o direito sobre Jerusalém, mas também sobre Israel. Só o fato da maioria esmagadora dos países membros das nações Unidas não reconhecerem Jerusalém como a capital de Israel já demonstra a insatisfação mundial pelo controle de Israel sobre Jerusalém; o não reconhecimento já  demonstra os sentimentos antagônicos que eles nutrem por Jerusalém estar sob domínio israelense, uma rejeição não-velada. Biblicamente e Historicamente não só Jerusalém, mas o território israelense pertencem de fato e de direito á Israel. foi uma promessa eterna que Hashem fez a Abrão: “Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção”. “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Gênesis 12.1-3. ”Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”, Gênesis 13.15, Nm. 26.53,55; Nm. 34.18,29; Js. 13.6, 19.49; Sl. 135.12; Jr. 3.18; Ez. 48.29; Jl. 3.2, ss


Não há como a Autoridade Palestina nem as nações que compõem a Liga Árabe reivindicar a terra israelense  como possessão sua. Percebemos claramente que a guerra por Jerusalém e todo o Israel é espiritual. Por traz de toda essa estratagema estar a influência do nosso adversário-mor: Satanás. A OLP, O Hamas, o Hezbollah e demais grupos terroristas de origem islâmica promovem uma guerra silenciosa sem tréguas contra a nação israelense e em alguns momentos, uma guerra ruidosa. Sempre no cenário geopolítico mundial, o povo palestinense aparecem como coitadinhos, vitimados pelo ódio israelense, contra “um povo indefeso”...


A política do boicote, desinvestimento e sanções, na sigla em inglês[BDS- Boycott, Divestment, Sanctions] já fala por sí. A intenção é asfixiar e eliminar a nação israelense, não importa as armas, se legítimas ou não. A  situação é tão inconsequente que as crianças palestinenses logo em tenra idade já são ensinadas a odiarem e desprezarem os judeus, considerando-os como porcos e sem pátria. Os palestinenses não querem paz nem fazer concessões por terras, querem sim, a eliminação total de Israel como nação, como eles afirmam: “varrer Israel do mapa”. Eles já demonstraram que não estão interessados em acordos. ONGs e as Nações Unidas despejam  milhares de milhões de dólares anualmente para seu governo. Um percentual pequeno de  recursos são destinados a infra-estrutura do país de forma geral. O maior percentual é para aquisição de armas de guerra e treinamentos para os soldados guerrearem contra Israel. enquanto, a população sofre. A intenção na realidade do presidente da [“Palestina”] causa Palestina, Mahmoud Abbas é manter a situação da maioria da população como refugiados, afim de atraírem os olhos das nações da ONU para sua situação de calamidade, receber donativos, principalmente financeiro e culpar a Israel por tal situação. Histórica e geograficamente não há um povo ou nação palestinense. logo  após a conquista da terra pelos israelenses, a terra de Canaã, a mesma  não era habitada por palestinos, mas pelos queneu, quenezeu, cadmoneu, heteu, perizeu, refains, amorreu, cananeu, girgaseu e o jebuseu, conforme Gênesis 15.19-21. Os povos originários da época já nem existem mais, nem há vestígios de que deixaram alguma descendência. Há um entendimento que possivelmente exista uma ligação ou identificação  do nome “palestina”, com um povo que habitava as terras costeiras de Canaã,  os filisteus e a localidade e a região era conhecida como Filistina. Na realidade é uma tentativa frustradas de árabes, egípcios, e muçulmanos de alguma forma ligar a terra israelense aos palestinos, afim de legitimar sua reivindicação como dono da terra de Israel. os árabes sabem da importância de Israel no cenário político-econômico mundial. Conhecem a importância de Jerusalém como capital de Israel e sua importância para a cristandade. Não é Medina nem Meca que Deus elegeu como sua cidade terrestre e que descerá dos céus, mas Jerusalém, como  louva o salmista: “Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus[Jerusalém]”.. (Selá.). Salmos 87.3.

o evangelista Mateus tem essa percepção de que Jerusalém não pertence a homem algum , mas ao Grande Deus:“[...] nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei”, Mateus 5.35. Zacarias afirma profeticamente que o Senhor Yahweh reinará em Jerusalém: “Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião, e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade da verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, o monte santo”, Zc. 8.3.A grande questão é que o adversário sabe que Jesus é judeu, vai voltar para os judeus na sua segunda vinda para livrá-los e os judeus possuirão a terra e reinarão a partir de Israel sobre todo o mundo. E Jerusalém será a grande capital do mundo administrada e governada pelo grande Yeshua, por isso todo esse ódio contra os israelenses.


Jerusalém atualmente é motivo mais uma vez de discussão e discórdia, principalmente no mundo árabe e na comunidade internacional, porque o primeiro ministro israelense Benjamim Nethanyahu avoca para Israel, Jerusalém como sua capital em substituição á Tel Aviv.. A maioria dos países majoritariamente infelizmente não apoiaram essa justa decisão do primeiro ministro israelense e não a reconhecem como capital de Israel. Os EUA reconheceram Jerusalém como capital de Israel, e também  a Guatemala, o Brasil sinalizou um apoio. A questão é que os palestinos há setenta anos reivindica Jerusalém como sua capital, no lugar de Ramala. E o pior é que tem o apoio das principais nações do mundo, excetuando Estados Unidos, Guatemala e possivelmente Brasil. É lamentável que quase todos os países do mundo considere uma violação ao direito internacional a elevação do status de capital do Estado judeu. à cidade de Jerusalém.


CONCLUSÃO.


Sabemos que Israel com sua capital Jerusalém será o ponto nevrálgico do mundo pós-arrebatamento. O cálice de tontear a terra, não só é para este momento, mas, também durante a grande tribulação. A ambição do antiCristo e todos os que o apoiam é de reinar sobre o mundo a partir de Israel e governá-lo de Jerusalém. É exterminar Israel, varrer Israel do mapa. Ele, Satanás fará isto, quando quebrar o pacto de paz que fará com Israel. Na metade da segunda semana[3,1/2 anos] de sete anos predita por Daniel em seu livro, A Besta que emerge do mar e que é o próprio antiCristo iniciará uma terrível guerra contra os judeus, todavia não irão prevalecer, o Eterno enviará seu Filho e derrotará Satanás e as nações do mundo que se levantarão contra Israel, II Tessalonicenses 2.8 “[...]a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”;


Enfim, Jerusalém, será ainda motivo de muitas discórdias, discussões e conflitos entre as nações, O Vaticano e a ONU, como profetizado pelo profeta Zacarias 12.2a “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, [...]”, pois, esses organismos entendem que Jerusalém tem que ser internacionalizada e não pertencer de fato e de direito á Israel, ela tem que pertencer a comunidade internacional. O   mundo muçulmano também reivindica o status de Jerusalém como sua capital. Porém, quem vai prevalecer será a vontade do Eterno. O que estar determinado será feito como Deus determinou e toda a história da humanidade terá um fim conforme os desígnios e propósitos de Deus.


FONTE.


1. HUNT, Dave. Jerusalém – um Cálice de Tontear. As Profecias sobre a Cidade Santa. Trad. Carlos O. Pinto. R. G. do Sul. 1999. Actual editora. 436 pg.


2. CHAPMAN, Colin. De quem é A Terra Santa – o contínuo conflito entre Israel e a Palestina. Trad. Valéria L. D. Fernandes. M.G./Veçosa. 2017. Ultimato. 454 pg.

domingo, 18 de outubro de 2020

A LUTA ETERNA POR JERUSALÉM – Jerusalém no contexto atual!


POR LEONARDO MELO.


INTRODUÇÃO.


O nosso adversário sabe das implicações teológicas que Israel e especificamente  Jerusalém tem nos tempos finais. Sabe da importância deste país e cidade para a escatologia Bíblica. Todo o cenário final  dos fins do tempo se desenrolarão no Oriente Médio. A profecia Bíblica aponta para essa região geográfica do mundo, isto é o centro do mundo. Há uma reivindicação terrível pela posse e controle de Jerusalém. Alguns representantes da Igreja Católica a considera a capital espiritual do mundo e tem o apoio político das Nações Unidas. Ela também tem sua importância sem precedentes para os muçulmanos, especificamente os islamita. A consideram sagrada e pertencente ao Islã. As profecias Bíblicas são notáveis em sua essência, porque ela descreve para cada momento da história da humanidade em detalhes como os eventos se desenrolarão, com uma precisão descomunal. O que nos chama atenção e atesta a veracidade da Palavra de Deus é que as profecias chegado seu tempo de cumprimento literalmente e fielmente se cumpriram. É como afirmou Josué: “E eis que vou hoje pelo caminho de toda a terra; e vós bem sabeis, com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma, que nem uma só palavra falhou de todas as boas coisas que falou de vós o Senhor vosso Deus; todas vos sobrevieram, nenhuma delas falhou”, Josué 23.14.


E em relação especificamente, também tem tido seu fiel cumprimento. Observem o que diz  o profeta da reconstrução, Zacarias: “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém”, Zc. 12.2. É razoável entendermos que literalmente esta profecia vem sendo cumprida e hoje ela é uma realidade latente. Há uma disputa atualmente de maneira explícita e de forma implícita por Jerusalém. As principais autoridades governamentais do mundo e os altos mandatários da ONU, assim como, as autoridades eclesiástica da Igreja Católica Romana avocam para a comunidade internacional e não Israel, o controle irrestrito sobre Jerusalém. Será o ponto nevrálgico durante a grande tribulação, pois, o anticristo desejará governar o mundo a partir de Jerusalém.


JERUSALÉM E A GEOPOLÍTICA INTERNACIONAL.


No cerne da problemática sobre o controle efetivo de Jerusalém, está não só a influência política exercendo uma pressão demasiada sobre o primeiro ministro de Israel, mas também a de considerar a situação de cunho religioso, pois, os Católicos Romanos, através do Vaticano e os Muçulmanos avocam o direito sobre Jerusalém, mas também sobre Israel. Só o fato da maioria esmagadora dos países membros das nações Unidas não reconhecerem Jerusalém como a capital de Israel já demonstra a insatisfação mundial pelo controle de Israel sobre Jerusalém; o não reconhecimento já  demonstra os sentimentos antagônicos que eles nutrem por Jerusalém estar sob domínio israelense, uma rejeição não-velada. Biblicamente e Historicamente não só Jerusalém, mas o território israelense pertencem de fato e de direito á Israel. foi uma promessa eterna que Hashem fez a Abrão: “Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção”. “E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Gênesis 12.1-3. ”Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre”, Gênesis 13.15, Nm. 26.53,55; Nm. 34.18,29; Js. 13.6, 19.49; Sl. 135.12; Jr. 3.18; Ez. 48.29; Jl. 3.2, ss


Não há como a Autoridade Palestina nem as nações que compõem a Liga Árabe reivindicar a terra israelense  como possessão sua. Percebemos claramente que a guerra por Jerusalém e todo o Israel é espiritual. Por traz de toda essa estratagema estar a influência do nosso adversário-mor: Satanás. A OLP, O Hamas, o Hezbollah e demais grupos terroristas de origem islâmica promovem uma guerra silenciosa sem tréguas contra a nação israelense e em alguns momentos, uma guerra ruidosa. Sempre no cenário geopolítico mundial, o povo palestinense aparecem como coitadinhos, vitimados pelo ódio israelense, contra “um povo indefeso”...


A política do boicote, desinvestimento e sanções, na sigla em inglês[BDS- Boycott, Divestment, Sanctions] já fala por sí. A intenção é asfixiar e eliminar a nação israelense, não importa as armas, se legítimas ou não. A  situação é tão inconsequente que as crianças palestinenses logo em tenra idade já são ensinadas a odiarem e desprezarem os judeus, considerando-os como porcos e sem pátria. Os palestinenses não querem paz nem fazer concessões por terras, querem sim, a eliminação total de Israel como nação, como eles afirmam: “varrer Israel do mapa”. Eles já demonstraram que não estão interessados em acordos. ONGs e as Nações Unidas despejam  milhares de milhões de dólares anualmente para seu governo. Um percentual pequeno de  recursos são destinados a infra-estrutura do país de forma geral. O maior percentual é para aquisição de armas de guerra e treinamentos para os soldados guerrearem contra Israel. enquanto, a população sofre. A intenção na realidade do presidente da [“Palestina”] causa Palestina, Mahmoud Abbas é manter a situação da maioria da população como refugiados, afim de atraírem os olhos das nações da ONU para sua situação de calamidade, receber donativos, principalmente financeiro e culpar a Israel por tal situação. Histórica e geograficamente não há um povo ou nação palestinense. logo  após a conquista da terra pelos israelenses, a terra de Canaã, a mesma  não era habitada por palestinos, mas pelos queneu, quenezeu, cadmoneu, heteu, perizeu, refains, amorreu, cananeu, girgaseu e o jebuseu, conforme Gênesis 15.19-21. Os povos originários da época já nem existem mais, nem há vestígios de que deixaram alguma descendência. Há um entendimento que possivelmente exista uma ligação ou identificação  do nome “palestina”, com um povo que habitava as terras costeiras de Canaã,  os filisteus e a localidade e a região era conhecida como Filistina. Na realidade é uma tentativa frustradas de árabes, egípcios, e muçulmanos de alguma forma ligar a terra israelense aos palestinos, afim de legitimar sua reivindicação como dono da terra de Israel. os árabes sabem da importância de Israel no cenário político-econômico mundial. Conhecem a importância de Jerusalém como capital de Israel e sua importância para a cristandade. Não é Medina nem Meca que Deus elegeu como sua cidade terrestre e que descerá dos céus, mas Jerusalém, como  louva o salmista: “Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus[Jerusalém]”.. (Selá.). Salmos 87.3.

o evangelista Mateus tem essa percepção de que Jerusalém não pertence a homem algum , mas ao Grande Deus:“[...] nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei”, Mateus 5.35. Zacarias afirma profeticamente que o Senhor Yahweh reinará em Jerusalém: “Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião, e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade da verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, o monte santo”, Zc. 8.3.A grande questão é que o adversário sabe que Jesus é judeu, vai voltar para os judeus na sua segunda vinda para livrá-los e os judeus possuirão a terra e reinarão a partir de Israel sobre todo o mundo. E Jerusalém será a grande capital do mundo administrada e governada pelo grande Yeshua, por isso todo esse ódio contra os israelenses.


Jerusalém atualmente é motivo mais uma vez de discussão e discórdia, principalmente no mundo árabe e na comunidade internacional, porque o primeiro ministro israelense Benjamim Nethanyahu avoca para Israel, Jerusalém como sua capital em substituição á Tel Aviv.. A maioria dos países majoritariamente infelizmente não apoiaram essa justa decisão do primeiro ministro israelense e não a reconhecem como capital de Israel. Os EUA reconheceram Jerusalém como capital de Israel, e também  a Guatemala, o Brasil sinalizou um apoio. A questão é que os palestinos há setenta anos reivindica Jerusalém como sua capital, no lugar de Ramala. E o pior é que tem o apoio das principais nações do mundo, excetuando Estados Unidos, Guatemala e possivelmente Brasil. É lamentável que quase todos os países do mundo considere uma violação ao direito internacional a elevação do status de capital do Estado judeu. à cidade de Jerusalém.


CONCLUSÃO.


Sabemos que Israel com sua capital Jerusalém será o ponto nevrálgico do mundo pós-arrebatamento. O cálice de tontear a terra, não só é para este momento, mas, também durante a grande tribulação. A ambição do antiCristo e todos os que o apoiam é de reinar sobre o mundo a partir de Israel e governá-lo de Jerusalém. É exterminar Israel, varrer Israel do mapa. Ele, Satanás fará isto, quando quebrar o pacto de paz que fará com Israel. Na metade da segunda semana[3,1/2 anos] de sete anos predita por Daniel em seu livro, A Besta que emerge do mar e que é o próprio antiCristo iniciará uma terrível guerra contra os judeus, todavia não irão prevalecer, o Eterno enviará seu Filho e derrotará Satanás e as nações do mundo que se levantarão contra Israel, II Tessalonicenses 2.8 “[...]a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”;


Enfim, Jerusalém, será ainda motivo de muitas discórdias, discussões e conflitos entre as nações, O Vaticano e a ONU, como profetizado pelo profeta Zacarias 12.2a “Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, [...]”, pois, esses organismos entendem que Jerusalém tem que ser internacionalizada e não pertencer de fato e de direito á Israel, ela tem que pertencer a comunidade internacional. O   mundo muçulmano também reivindica o status de Jerusalém como sua capital. Porém, quem vai prevalecer será a vontade do Eterno. O que estar determinado será feito como Deus determinou e toda a história da humanidade terá um fim conforme os desígnios e propósitos de Deus.


FONTE.


1. HUNT, Dave. Jerusalém – um Cálice de Tontear. As Profecias sobre a Cidade Santa. Trad. Carlos O. Pinto. R. G. do Sul. 1999. Actual editora. 436 pg.


2. CHAPMAN, Colin. De quem é A Terra Santa – o contínuo conflito entre Israel e a Palestina. Trad. Valéria L. D. Fernandes. M.G./Veçosa. 2017. Ultimato. 454 pg.

domingo, 11 de outubro de 2020

OS TEMPOS DO FIM


Os seguidores de Jesus que o viram subir ao céu receberam a garantia da sua volta (At 1.11). Quando, então, o Evangelho veio aos gentios "em poder e no Espírito Santro, e em muita certeza", muitas pessoas "dos ídolos se converteram a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro, e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura" (1 Ts 1.5,9,10). Embora muitos sofressem a perseguição, acreditavam que "se sofrermos, também com ele reinaremos" (2 Tm 2.12). Em seguida, a visões de João na ilha de Patmos (registradas no Apocalipse) ofereceram um quadro da vitória ulterior de Cristo, e acrescentaram a garantia do reino milenar antes do derradeiro juízo e dos novos céus e nova terra profetizados por Isaías (65.17; 66.22). A partir da Ásia Menor, portanto, os conceitos premilenistas espalharam-se rapidamente. 44 Até aos meados do século II, a maioria dos cristãos mantinham a esperança de que Cristo voltaria para então reinarem com Ele durante mil anos. Em seguida, a preocupação com a definição da Cristologia desviou a atenção da esperança futura. Orígenes (c. de 185 - c. de 254), influenciado pela filosofia grega, popularizou um método alegórico que levou à espiritualização do reino futuro. Já no século V, o Reino de Deus e a igreja hierárquica eram identificados entre si, e a igreja pronunciava os juízos. Como resultado, o Reino futuro e o Juízo Final já não eram enfatizados. Em seguida, na parte posterior da Idade Média, a Igreja Romana passou a acreditar que estava edificando a Cidade Eterna de Deus aqui na terra. A maioria fechava os olhos diante do mal que grassava, e não deu evidências de acreditar que Deus tem um plano ou que Ele estabelecerá o Reino futuro pelo seu próprio ato. 


Só ocasionalmente é que brotava a crença num Milênio futuro, usualmente em protesto contra a autoridade hierárquica. 45 A Reforma trouxe renovada ênfase à autoridade da Bíblia e à atividade de Deus na História. Contudo, no tocante às últimas coisas, a atenção era dedicada à glorificação dos crentes, e havia poucas alusões à consumação da era e ao estado final. 46 Na Inglaterra do século XVII, a crença num milênio tornou-se mais popular, especialmente entre os puritanos treinados por Joseph Measde, embora muitos ainda acreditassem que o Milênio já era cumprido na História da Igreja. Aqueles que pregavam a Segunda Vinda de Cristo para inaugurar o Milênio, lesavam a sua própria causa ao fazer cálculos que colocavam a sua volta entre 1640 e 1660. 47 Já no começo do século XVIII, Daniel Whitby popularizou a ideia de que Cristo não voltaria a não ser depois que um milênio de progresso houvesse colocado o mundo sob a autoridade do Evangelho. 48 Esse conceito passou a predominar na América do Norte no século XIX, porque se encaixava nas filosofias do progresso automático então vigentes. Já no fim do século, conferências bíblicas disseminavam novamente a esperança de um milênio futuro. Juntamente com ( isso, veio a propagação do dispensacionalismo, cuja interpretação literal da profecia forma um extremo contraste com as interpretações figuradas dos pós-milenistas e dos amilenistas, e com aquelas dos liberais e existencialistas. 49 Os liberais, que realmente eram anti-sobrenaturalistas, influenciados por Kant, Ritschl, Hegel e Schleiermacher, apagavam qualquer intervenção divina futura do Evangelho que pregavam. Para eles, o Reino de Deus era algo que os seres humanos podiam criar mediante a sua própria sabedoria, sem nenhum socorro do alto. Esse anti-sobrenaturalismo atingiu seu auge com Albert Schweitzer e Rudolf Bultmann. Schweitzer diminuiu a apresentação bíblica de Jesus ao mínimo, fazendo dEle um mero homem que pensava erroneamente que o fim viria já naqueles dias. Schweitzwer tomava "liberdades extraordinárias com as evidências históricas". Assim também fez Bultmann quando excluiu da Bíblia os milagres; interessava-se somente pela existência presente, rejeitava o conceito linear da História oferecido pela Bíblia, e tratava a esperança bíblica como mera especulação. 31 Também na Europa, o existencialismo, mediante o seu enfoque sobre o aspecto humano, desconsiderava "as dimensões cósmicas das Escrituras", e oferecia uma fuga de qualquer preocupação com o passado ou com o futuro. Entre eles, os neo-otodoxos procuravam recuperar doutrinas ortodoxas ao passo que, ao mesmo tempo, tratavam a Bíblia como um mero registro humano. Na Inglaterra, C. H. Dodd popularizou a ideia de que o Reino de Deus tinha chegado plenamente "de uma vez por todas" no ministério de Jesus, e que os escritores do Novo Testamento haviam entendido mal os seus ensinos e, por isso, desenvolveram a expectativa de que Ele voltaria. Uma modificação, chamada "escatologia inaugurada" por R. P. Fuller, ensinava que Jesus olhava para trás, em direção à vinda do Reino, diluindo em falsas explicações o registro no Novo Testamento, demonstrando que Ele antegozava um reino futuro. 


 Tem havido várias reações contra Bultmann. Uma das mais destacadas tem sido a teologia da esperança de Jurgen Moltmann. Enfatizava que o "cristianismo... é esperança, que olha para o futuro e avança para frente, e assim também revoluciona e transforma o presente". 33 Juntamente com a teologia política do católico romano John Baptist Metz, ela inspirou o desenvolvimento da Teologia da Libertação, que entende que o Reino de Deus é uma metáfora, e busca levar a efeito mudanças políticas e sociais radicais no presente. 54 Embora os cristãos tenham a responsabilidade de fazer o que puderem em favor do próximo, da maneira mais abnegada, não existe nenhuma base bíblica para os crentes neotestamentários se envolverem em mudanças políticas mediante a revolução armada. Nenhuma utopia política é possível por semelhantes meios. O Reino milenar não virá através dos esforços humanos. A Bíblia demonstra que a nossa única esperança é que Deus intervirá, pronunciará o seu juízo contra o presente sistema mundial, e enviará Jesus de volta à terra para estabelecer o seu governo e tornar eterno o trono de Davi. O fato de que Jesus virá de novo à terra está mais que claro nas Escrituras. Os evangélicos em geral aceitam Atos 1.11 como garantia de sua volta pessoal e visível. Várias teorias têm surgido na tentativa de inventar explicações que cancelariam esse fato. Alguns dizem que Cristo voltou na pessoa do Espírito Santo no Dia de Pentecostes. Foi, no entanto, o próprio Cristo glorificado que derramou o Espírito Santo naquela ocasião (At 2.32,33). Outros dizem que a segunda vinda de Cristo ocorre quando Ele entra no coração do crente por ocasião da conversão deste (Ap 3.20 é usualmente citado), mas as Escrituras ensinam que aqueles que o recebem esperam a sua vinda (Fp 3.20; 1 Ts 1.10). 55 Ainda outros dizem que a sua vinda é cumprida quando Ele vem buscar o crente que morre. Os mortos e os vivos juntos, porém, serão "arrebatados juntamente" na sua vinda (1 Ts 4.17). As Testemunhas de Jeová dizem que Ele voltou invisivelmente em 1874. Outros dizem que Ele voltou invisivelmente no juízo quando Jerusalém foi destruída em 70 d.C. Outros tiram do contexto a frase "a manifestação dos filhos de Deus" (Rm 8.19), e alegam que são eles mesmos os filhos manifestados. Dizem que a Segunda Vinda de Cristo está cumprida neles como seus filhos amadurecidos, que estão amadurecendo a Igreja para que esta assuma o domínio sobre os reinos deste mundo. Rejeitam o arrebatamento, 56 e alegam que eles o estão cumprindo ao serem "arrebatados" na maturidade espiritual. Alegam, também, que eles já são a Nova Jerusalém, e que também são as "nuvens" de poder e glória, e que Cristo já está aparecendo no meio deles, e que é através deles que Cristo reinará na terra. 57 Um grupo semelhante adota o nome de teonomistas, e quer introduzir o Reino por meio de sujeitar o mundo inteiro à lei de Deus, tratando-se especificamente de parte da Lei Mosaica ou da totalidade dela, ainda que isso leve vinte mil anos. Esses grupos tomam grandes liberdades na espiritualização de de- clarações bíblicas claras, e se esquecem de que ainda não possuímos a nossa esperança, mas "com paciência a esperamos" (Rm 8.25). A volta pessoal de Jesus Cristo à terra é a única maneira de recebermos a plenitude da esperança que estamos aguardando.


Extraído da obra: Teologia sistemática, Stanley Horton. pp. 340-342.


Compilado por

Edson Moraes

terça-feira, 6 de outubro de 2020

A APOSTASIA VINDOURA


Na França do século dezenove, trabalhadores descontentes desenvolveram uma tática subversiva que envolvia jogar um sapato dentro de uma máquina da fábrica, fazendo com que ela parasse de funcionar, arruinando toda a produtividade. Esse ato de agressão ficou conhecido como sabotagem (de sabot, a palavra francesa para sapato). [1] Um único sapato jogado na engrenagem podia causar um estrago incalculável em uma máquina em perfeito estado.


Hoje em dia, nós estamos testemunhando a implacável sabotagem interna do cristianismo e da igreja. Sabotadores sutis estão jogando um sapato teológico após o outro dentro da máquina, causando perplexidade e colapso espirituais.


Satanás sempre trabalhou para sabotar o trabalho de Deus através de falsos mestres. E, apesar de Satanás ter muitos sapatos e estratégias, as principais áreas de sabotagem usadas por ele são contra a Palavra escrita de Deus (as Escrituras) e a Palavra viva de Deus (Jesus, o Salvador). [2]


As primeiras palavras do Diabo registradas na Bíblia foram dirigidas à Eva, no jardim do Éden, e emanavam dúvida e contradição: “Foi isto mesmo que Deus disse...?”. [3] Desde aquele tempo, o silvo da serpente tem ecoado ao longo das eras, de geração em geração, enquanto ele questiona, enfraquece e sabota a Bíblia. Como David Jeremiah diz:


[Satanás] não é dado a apenas uma abordagem. Se ele não conseguir nos tirar a Palavra de Deus minando a sua autoridade, ele vai nos tirar da Palavra de Deus nos dando outra base de autoridade. Satanás desenvolveu precisamente tal substituto, o qual parece ser bem atraente para muitas pessoas. Ele é chamado de experiência. As pessoas se tornam tão envolvidas em suas experiências espirituais que nem olham mais para a Palavra de Deus como sua fonte de autoridade. As suas experiências se tornam a força determinante em suas vidas. [4]


O Dr. Jeremiah termina com esta poderosa observação:


Dois grupos, então, estão competindo por nossas mentes – mas com o mesmo fim em vista. [Estudiosos liberais] tirariam a Bíblia de nós, e aqueles que mantêm a visão experiencial nos levariam para longe da Bíblia. [5]


Concordamos plenamente. A sã doutrina está sendo atacada. A Bíblia está sendo reduzida, completamente rejeitada ou substituída pelo modo como as pessoas se sentem sobre qualquer tópico moral ou teológico que esteja sendo considerado.


Todavia, nada do que vemos deveria nos surpreender. A Bíblia predisse que este dia chegaria. As Escrituras nos informam que a maré da apostasia vai aumentar à medida que o fim se aproxima. Este presságio do fim é relatado em 2Tessalonicenses 2.3 como a queda ou a grande apostasia final. Esse período poderá estar chegando muito em breve. Em vista desta grave realidade, nosso principal objetivo neste livro é desmascarar essa atual sabotagem direcionada à autoridade e suficiência da Bíblia, que ataca a exclusividade de Jesus como o único caminho que leva a Deus. Nós queremos também armá-lo com a verdade, elevar o seu discernimento e recalibrar o seu pensar e o seu viver de acordo com a medida da verdade de Deus. Estas são questões sérias para a igreja e para todo crente. Muita coisa está em jogo.


[1] - A etimologia exata da palavra sabotagem é incerta. Esta é uma visão.

[2] -  Ver David Jeremiah, God in You (Sisters, OR: Multnomah, 1998), p. 73-74.

[3] -  Gênesis 3.1.

[4] -  Jeremiah, God in You, p. 75.

[5] -  Ibid.


Extraído do livro “A Apostasia Vindoura: Expondo a sabotagem interna do cristianismo”. (Mark Hitchcock, Jeff Kinley, 2019, pp. 7-9) 


Por Nivaldo Gomes

domingo, 31 de maio de 2020

OS TEMPOS ATUAIS: A PANDEMIA E A SUA CONEXÃO COM O PANÓPTICO DE BENTHAM E A IMPLANTAÇÃO SUTIL DA NOVA ORDEM MUNDIAL COMO SINAIS DA VOLTA DE JESUS.

POR LEONARDO MELO.

INTRODUÇÃO.

Vivemos atualmente em um contexto de muitos questionamentos sobre o surgimento deste vírus, o coronavírus. Também, por outro lado, há uma situação geopolítica no mundo em andamento ocultamente  e uma verdadeira guerra para dominação e controle do mundo estar se avançando, ainda que de forma não explícita, declarada. A Bíblia fala acerca do tempo do fim e de um surgimento de um governo único, mundial, um sistema de globalização com uma governança única, cf. Dn. 2.40-43; 7.3, 7-8, 19-21, 23-25; Ap. 13.11-18, isto é é uma realidade a qual ninguém fugirá. A história nos conta que sempre diante de grandes calamidades e caos econômico e sociais, surgiram  os “grandes” líderes mundiais. E que também é fato que toda transição envolvendo as grandes conquistas  para dominação entre  os impérios sempre  envolveram guerras. Nenhum império sobrepujou o outro sem derramamento de sangue e imposição da força estatal.

Porém, tudo isso estar escrito na Palavra de Deus. O surgimento dos principais  impérios mundiais foram registrados pelo profeta Daniel e inclusive o surgimento do  principal império que vai dar contorno a história final da humanidade, o império da besta, que também foi revelado por Jesus á João na ilha grega de Patmos. Então, como a Bíblia nos ensina, é trabalharmos, viver, trazer nossas almas na paciência porque o  que estar determinado irá e vai acontecer.


Vivemos atualmente em um contexto de muitos questionamentos sobre o surgimento deste vírus, o coronavírus. Também, por outro lado, há uma situação geopolítica no mundo em andamento ocultamente  e uma verdadeira guerra para dominação e controle do mundo estar se avançando, ainda que de forma não explícita. Declarada. A Bíblia fala acerca do tempo do fim e de um surgimento de um governo único, mundial, um sistema de globalização com uma governança única. Isto é uma realidade a qual ninguém fugirá. A história nos conta que sempre diante de grandes calamidades e caos econômico e sociais, surgiram  os “grandes” líderes mundiais. E que também é fato que toda transição envolvendo as grandes conquistas  para dominação entre  os impérios sempre  envolveram guerras. Nenhum império sobrepujou o outro sem derramamento de sangue e imposição da força estatal.
Porém, tudo isso estar escrito na Palavra de Deus. O surgimento dos principais  impérios mundiais foram registrados pelo profeta Daniel e inclusive o surgimento do  principal império que vai dar contorno a história final da humanidade, o império da besta, que também foi revelado por Jesus á João na ilha grega de Patmos. Então, como a Bíblia nos ensina, é trabalharmos, viver, trazer nossas almas na paciência porque o  que estar determinado irá acontecer.

OS TEMPOS ATUAIS.

Há um verdadeiro pavor e medo dentre uma considerável porcentagem da  população  mundial devido a crise sanitária que se abateu sobre o mundo  atualmente. Em meio a esse turbilhão de apreensões, dúvidas, preocupações, infecções e mortes dentre as populações, há paralelamente um sistema político que avança de forma sorrateira sem que muitos percebam. Normalmente diante de uma  crise e como em um sistema de causa-efeito ela tem a capacidade de  produzir um líder, um organismo regulador,  uma nação que regerá as demais. Para corroborar com essa idéia, citemos o surgimento da ONU como o órgão máximo mundial para reger e administrar os diversos problemas que surgirem entre as nações.

As restrições ao controle de ir e vir  da população  que estar ocorrendo hoje no nosso país e no  mundo é um reflexo daquilo que acontecerá em um futuro bem próximo. Esse controle imposto as populações das nações pelos seus respectivos governos apenas demonstram a força estatal. Essa situação nos remonta aos governos totalitaristas e comunista que surgiram ao longo da história: Ninrode com seu controle sobre os habitantes de Babel, Ereque, Nínive, Nabucodozor, na Babilônia,  na Itália, com Mussolini, na URSS com Lênin, Brejnev, Nikita Gruchev, na Alemanha de Hitler, na Cuba de Fidel Castro, na Venezuela de Maduro, na China de Mao e Xi Jinping, presidente atual e Kim Jong Un, da Coréia do Norte. Sem mencionar os governos totalitários das nações islâmicas que impõem a Lei Shária (Lei islâmica que faz parte da fé derivada do Alcorão e do Hadith, o registro de atos e palavras de Maomé) e que todos os habitantes tem que obrigatoriamente obedecer sob a pena de sanções penaiss para quem deixar de cumprir os preceitos nela estabelecido. Então, a questão de governos tiranos são realidades palpáveis no mundo e esta vai ser uma das características do futuro governo mundial anti-Cristão. Estamos caminhando em direção a um mundo globalizado, com moeda única, câmbio único, economia e religião únicas, totalmente vigiado e com um governo central único.

Sobre esta temática, há inúmeras publicações escritas e na era das redes sociais, dezenas  de canais no youtube divulgam o tema, assim como, em outros canais como instagram, facebook, telegrama, twiters, enfim há informações importantes e confiáveis de especialistas que divulgam suas pesquisas e as tornam públicas. Livros como 1984, Admirável Mundo Novo, A Revolução dos bichos; Nas Mãos do Governo; Estamos sendo seduzidos;  Apostasia: Nova Ordem Mundial e Governança Global; A Apostasia do Evangelho; Poder Global e Religião Mundial, Site The Cutting Edge/espada do espírito, dentre outras fontes, além da fonte principal que é a Bíblia Sagrada.

É razoável citar o filósofo ateu Michel Foucault e seu livro “Vigiar e punir”, que trata a exata dimensão do sistema de vigilância impetrado pelo Governo francês nos idos do século  XVII, por causa á época da peste, que ele vai denominar de ‘Panoptismo”, que era na realidade um regulamento de vigilância e edificação arquitetônica usado como modelo para as penitenciárias para vigiar os presidiários de forma onipresente (O Panóptico de Bentham). Seguindo neste modelo, esse sistema foi implantado inicialmente na URSS como modelo penitenciário inovador e depois implementado na França e posteriormente, seus métodos teóricos aplicados nas penitenciárias serviu de referência para implantação de Lei Penal quando se declarava que uma cidade havia contraído peste na França do século XVII, muito semelhante ao lock down atual, este bem mais poderoso e eficiente.
“[...] esse espaço fechado, recortado, vigiado em todos os seus pontos, onde os indivíduos estão inseridos num lugar fixo, onde os menores movimentos são controlados , onde todos os acontecimentos são registrados, onde um trabalho ininterrupto de escrita liga o centro a periferia, onde o poder é exercido sem divisão, segundo uma figura hierárquica contínua, onde cada indivíduo é constantemente, localizado, distribuído entre os vivos, os doentes e os mortos. a ordem responde a peste. [...] por meio de um poder onipresente e onisciente que se subdivide  ele mesmo de maneira regular e ininterrupta até a determinação final do indivíduo do que o caracteriza, do que lhe pertence, o do que lhe acontece”, (FOUCAULT. 2008. Pg. 163-165).
* Jeremy Bentham - filósofo inglês e jurista teórico que chefiou um grupo de filósofos radicais conhecidos como “utilitaristas”.
Notamos já como o poder estatal é autoritário e faz-se ser cumprida suas determinações por meio de ações nem sempre democráticas, mas que são imposta para serem obedecidas, e que traz uma falsa preocupação com o indivíduo, um sistema que lhe monitora  e foi criado pra ver e não ser visto.

Além da ação governamental para unificar o mundo, em um contexto geo-político, também um dos grandes sinais para a implantação do governo mundial estar no âmbito religioso. Jesus Cristo alertou sua Igreja deste evento que se daria, e que seria  de dentro para fora da verdadeira Igreja que é o surgimento das heresias e apostasias no meio evangélico. A parte religiosa será  também o coadjuvante que dará suporte a esse governo mundial que se aproxima. O próprio espírito anticristão já estar no mundo, porém não se manifestou em sua totalidade devida a presença do Espírito Santo na Igreja. Observe o comentário de Thomas Ice e Timothy Demy quanto aos dias finais: “O curso óbvio dos últimos dias da Igreja consiste em advertências constantes para o crente estar alerta para desvios doutrinários, conhecidos sob o nome genérico  de apostasia. Tal característica dá ao crente hoje um sinal claro do fim dos tempos”, cf. (ICE & DEMY. 1999. Pg.35).  FROESE traz a seguinte opinião: “Hoje estamos em um novo mundo, regras e ror atingida, regulamentações diferentes são necessárias. Depois que a unidade política for atingida, não haverá qualquer necessidade de diversidade de opiniões ou partidos de oposição. As pessoas do mundo acreditarão que, finalmente, encontraram um sistem que funciona para criar uma sociedade mundial pacífica e próspera”,(FROESE. 1999. Pg.133)

Segundo a opinião do autor quanto a Nova Ordem Mundial, em seu artigo “Unidade Mundial e a Manifestação do Anti-Cristo: “O espírito de unificação é irresistível e infindáveis são as possibilidades. No passado se perguntava: Quem são estes dez reis? Referem-se a dez nações européias? Em 1967 o Dr. Wim Malgo, fundador da "Obra Missionária Chamada da Meia-Noite", escreveu: "Não procuremos por dez países-membros do Mercado Comum Europeu como sendo o cumprimento de Apocalipse 17.12. Ao invés disto, procuremos as dez estruturas de poder que se desenvolverão por iniciativa européia, mas serão de alcance mundial." Vemos a globalização não só na política e na economia mas também na religião. A maioria dos conflitos militares, tanto no passado como no presente, têm sido basicamente em torno de questões religiosas. No Sudão, os muçulmanos estão assassinando cristãos, mas na antiga Iugoslávia os maometanos foram dizimados por "cristãos" sérvios mais fortes. O conflito entre a Índia e o Paquistão, na verdade, é uma questão religiosa entre muçulmanos e hindus. Desta forma, a unificação é o próximo passo para a Nova Ordem Mundial globalmente democrática que prosperará pacificamente. Por isso, não fico surpreso ao ver o grande sucesso de movimentos que têm por objetivo unir as denominações. Depois de conseguido isto, o anelo dos homens se voltará para um líder que, de acordo com muitos estudiosos da Bíblia, só espera a hora de se manifestar. Um rei terrível, de "feroz catadura" (Dn 8.23), a besta, o anticristo, está por vir! Segundo o ponto de vista de (SANAHUJA. 2012. pg. 49) “Para realizar esta grande subversão da ordem natural, sem resistências, a nova ordem cria outro paradigma: o da nova religião universal ou novos princípio éticos universais, a fim de assegurar o desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade da humanidade. Isto completa o quadro da colonização das consciências. [...] torna-se uma  uma necessidade. Para a Nova Ordem Mundial destruir o Cristianismo, esvaziando-o da sua fé em Cristo e na Igreja, a fim de transformá-lo em mera doutrina de ajuda, solidariedade social e filantropia. Nesta tentativa se enquadram projetos como o da Carta da Terra, o Novo paradigma ético da Nova Era, e o da ética planetária de Hans Kung que visa dar sustentação ética a Nova Ordem Mundial”.

É inegável que tudo estar preparado para o anti-Cristo governar. Os fatos que estão se desenrolando atualmente aos nossos olhos atestam essa verdade. Teremos em breve um governo implacável e violento ao extremo contra seus opositores. Os relatos Bíblicos confirmam que este é o rumo que o mundo estar seguindo, cumprir literalmente a Palavra de Deus. Estamos em direção ao surgimento de uma sociedade tecnologicamente dominada. Hoje, a tecnologia é um aliado, uma arma imprescindível para a implantação de um governo global, onde todos serão e são vigiados. Não há mais liberdade, a  sociedade estar totalmente vigiada e a tendência é a implantação de um sistema de vigilância cada vez mais eficiente. Quando acessamos a internet por quaisquer que sejam os meios, nós deixamos o que os especialistas chamam de “Sombra digital”, é simplesmente impossível atualmente você acessar a internet ou fazer uma ligação telefônica e não ser notado. O Livro do Apocalipse confirmam essas verdades quanto ao governo futuro, da besta: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”. “Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver  o sinal, ou o nome da Besta, ou o  número  do seu nome”. “ Aqui há sabedoria, aquele que tem entendimento, calcule o número da besta: porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”. Apocalipse 13.16-18.

Todo esse arcabouço que estar se desenvolvendo no mundo para a implantação de um governo mundial que na realidade é uma aspiração antiga e que remota aos tempos Bíblicos do Gênesis com Ninrode, Gênesis 10.9 “E  este  foi poderoso caçador diante do Senhor, pelo que se diz: poderoso caçador diante do Senhor”. Ninrode foi tão influente em sua época que até serviu de trocadilho em Israel, pelo poder autoritário e influência, cf. “E Cusí gerou a Ninrode que começou a ser poderoso na terra, I Crônica 1.10. Percebemos nos dias atuais um direcionamento e alinhamento universal e global não só entre as nações e seus governantes, mas também entre as grandes empresas mundiais que tem alastrado seus tentáculos pelas nações e asfixiado as pequenas empresas, sufocando-as ou comprando-as, cujo objetivo é dominar o mercado consumidor, transformando o comércio mundial em um bloco sólido com poucas empresas dominando tudo. Com  a centralização da política mundial para a implantação de um governo único e uma economia centralizada, todos esses fatores nos dão o pano de fundo do que será o futuro governo da besta.

CONCLUSÃO.

Nossa geração estar presenciando o cumprimento fiel da Palavra de Deus quanto a alguns  eventos escatológicos. O momento atual que o mundo estar enfrentando é apenas mais um sinal dentre milhares que já ocorreram no mundo desde a assunção de Jesus aos céus. Jesus Cristo nos preveniu sobre eles. Ele afirmou literalmente que haveria vários sinais que atestariam que a sua volta será eminente. Os sinóticos revelam essa realidade latente. Mateus 24. 6-13; Marcos 13.7-8; Lucas 22. 8-11. Jesus diz aos   discípulos, “Eis que vo-lo tenho predito”, Mt. 24.25. e em Lucas Ele afirma: “Passarão o céu e a terra, mas as minhas Palavras não hão de passar”, 22.33.

Os fatos estão acontecendo aos nossos olhos. Até mesmo aqueles que não professam a fé genuína e verdadeira em Cristo crêem que o mundo está diferente e caminhando para a implantação de um governo mundial. Todas as previsões Bíblicas atestam para essa realidade vindoura, até mesmo entre os céticos. A grande questão é como fica a Igreja de Deus e a nação de Israel. em meio a toda essa situação. A Igreja será arrebatada, cf. II Tessalonicenses 2.6-11, e aqueles que não foram arrebatados ou se converteram durante a grande tribulação passarão por sérias perseguições e muitos morrerão. Apocalipse 7.13-15, registra esse evento escatológico. Já a nação israelense fará um acordo de paz com o anticristo e por três anos e meio estará em paz. Todavia, nos últimos três anos e meio, o anticristo romperá essa aliança com a nação judaica e promoverá uma perseguição implacável ao povo judeu a fim de exterminá-los da face da terra, 

A nação israelense sofrerá com os juízos que Deus trará sobre as nações de toda a  terra, porém é conforme o livro do Apocalipse, cap. 5-9, a maior parte dos flagelos e juízos preditos serão para os pagãos e nações que viraram as costas para Deus. Será um tempo de tragédias, cataclismas, desordens naturais, enfim Deus executará seu juízo sem misericórdia.

O profeta Joel em seu livro traz-nos uma dimensão e grandeza desses eventos terríveis e cataclísmicos, “Cingi-vos e lamentai-vos, sacerdotes; gemei, ministros do altar; entrai e passai a noite vestidos de saco, ministros do meu Deus; porque a oferta de alimentos, e a libação, foram cortadas da casa de vosso Deus”.
“Santificai um jejum, convocai uma assembléia solene, congregai os anciãos, e todos os moradores desta terra, na casa do Senhor vosso Deus, e clamai ao Senhor”.
“Ai do dia! Porque o dia do Senhor está perto, e virá como uma assolação do Todo-Poderoso”. Joel 1.13-15. O profeta Joel continua com seus oráculos de juízos, 2.1-3: “Tocai a trombeta em Sião, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, já está perto”; ”Dia de trevas e de escuridão; dia de nuvens e densas trevas, como a alva espalhada sobre os montes; povo grande e poderoso, qual nunca houve desde o tempo antigo, nem depois dele haverá pelos anos adiante, de geração em geração” “Diante dele um fogo consome, e atrás dele uma chama abrasa; a terra diante dele é como o jardim do Éden, mas atrás dele um desolado deserto; sim, nada lhe escapará”.

Os homens e as nações receberão as justas retribuições por suas impiedades, idolatrias, violências, injustiças, ojeriza aos valores judaico-cristãos e perseguições e mortes infligidas aos crentes e judeus, assim como sua depravação moral. O mundo estar se preparando para a grande e terrível batalha do Senhor Deus. A semelhança dos  sentimento que Ninrode assentou em seu coração de se rebelar contra Deus, assim também estar caminhando os povos do mundo. O adversário tem enchido as mentes e corações dos homens de maneira que cada dia que se passa, a humanidade vai progressivamente rejeitando os valores morais absolutos de Deus. Não é a toa que Jesus Cristo fala de um ódio crescente dos povos e nações pela verdadeira Igreja e pelos valores judaico-cristãos. Os   Evangelhos Sinóticos   retratam  bem essa realidade, Mateus 10.22, 24.9; Marcos 13.13 e Lucas 21.17. É tampo de reflexão e verificar de que lado nós estamos e para onde estamos caminhando.

FONTE.

1. HUNT, DAVE, et alil. Profecia Bíblica – Verdadeira, Clara, Atual. Trad. Trad. E. Federolf. R. G. do Sul. 1999. Editora Actual. 251 pg.

2. ICE, Thomas  & DEMY, Timothy. A Verdade sobre os Sinais dos Tempos. Trad. Carlos o. Pinto. R. G. do Sul. 1999. Editora Actual. 77 pg.

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6. ARON, Raymond. O Ópio dos Intelectuais. Trad. Jorge Bastos.  S. Paulo. 2017. Ed. Três Estrelas. 350 pg.

7. SANAHUJA, Juan Claúdio. Poder Global e Religião Universal. Trad. Lyége Carvalho. S. Paulo. 2012. Ed. Ecclesiae.193 pg.

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11. MASHALL, I. Howard. I e II Tessalonicenses. Introdução e Comentário. Trad. Gordon Chown. S. Paulo. 1993. Edições Vida Nova. 230 pg.

12. FOUCAULT, Michael. Vigiar e Punir. Trad. Raquel Ramalhete. R. de Janeiro. 2008. 262 pg.