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domingo, 3 de abril de 2022

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E O ESPÍRITO DO ANTICRISTO PRESENTE EM SEU VIÉS DOUTRINÁRIO

POR LEONARDO MELO


INTRODUÇÃO.


A presença de opositores a Deus e a sua obra remonta a antiguidade. O principal opositor a Deus e  a sua obra chama-se Satanás. Esta oposição vem se acentuando século após séculos. O apóstolo Paulo já mencionava essa operação maligna na construção de fortalezas e conselhos na mente dos homens, II Co. 10.4-6,  e na carta aos Tessalonicenses  ele afirma  que há uma força do mau, maligna atuando sobre a terra e as regiões celestiais, Ef. 6.12, e Paulo afirma categoricamente que o mistério da injustiça estar em operação na terra há algum tempo, II Ts. 2.7a.

Então, é esse espírito maligno, do erro que influencia a mente e o coração das pessoas afim de que rejeitem as obras de Cristo. Essa ação que vem das trevas e tem  participação decisiva na vida de muitos líderes eclesiástico. Tanto as heresias quanto a apostasia vem de uma mente eivada e influenciada pela soberba, prepotência dos homens e atuação direta das trevas, afim de privar o homem das verdades estabelecidas por Deus na Bíblia Sagrada. Essa operação do erro é antiga e vem influenciando pessoas e vidas desde a era apostólica. A Igreja sempre teve que conviver e combater contra as heresias e os apóstatas que iam surgindo ao longo da existência da Igreja. Um dos ataques principais do adversário é atingir a Jesus Cristo, principalmente tentando desfazer da sua autoridade divina. O inimigo nunca suportou ouvir que Jesus é o próprio Deus. Em sua luta desvairada ele influenciou inúmeras denominações pseuda-evangélicas, como temos as Testemunhas de Jeová. As T.J. não creem na divindade de Cristo, e em seus ensinamentos e credo, não tributam a Jesus sua divindade, sua realeza devida a só e somente só a Ele.

O Espírito anticristão presente nas literaturas das Testemunhas de Jeová.

Uma das grandes doutrinas bíblicas é a divindade de Jesus, o ser Trinitário de Deus, dentre outros argumentos doutrinários. A crença em um ser Triúno é que faz com que os protestantes se afastem de alguns segmentos religiosos que simplesmente negam a existência do ser Triúno de Deus, consequentemente, negam Jesus, ou o Espírito Santo como pessoa participantes de uma  mesma substância [ομοούσιος], palavra de origem grega utilizada pelo Diácono Atanásio para explicar a consubstancialidade de Cristo em uma relação de pericorese, Destarte, a formulação da pericorese para fundamentar o ser Triúno de Deus foi desenvolvida para justamente justificar que Deus, Jesus e o Espírito Santo são três pessoas distintas, porém, envolvidas em uma mesma substância ou consubstanciada, indissolúveis. Os três possuem uma realidade concreta.

Foi com o padre capadócio, Gregório de Nissa, que surge a concepção pericoética ou intratrinitária que Deus possui. Agostinho de Hipona, assim como, Ricardo de São Victor se debruçam sobre o tema e ampliam o entendimento acerca da pericorese divina. Enfim, os padres capadócios da era pós apostólica da Igreja, e outros gigantes da fé já defendiam o ser Triunitário de Deus, porém, é no primeiro Concílio de Nicéia [Concílio Cristológico] que o tema vem a debate e após várias seções  e exposições sobre o tema, há o reconhecimento por parte dos bispos da  Igreja que Jesus é o próprio Deus, é da  mesma substância.

Nos textos abaixo, perceberemos claramente a posição doutrinária dos russelitas quanto a pessoa e obra de Cristo. As Testemunhas de Jeová negam peremptoriamente que Jesus seja Deus: “Outrossim, o fato de o Pai, o Filho e o espírito santo estarem presentes na ocasião do batismo de Jesus, de serem mencionados na comissão que Jesus deu a seus seguidores, quanto a ir fazer discípulos de todas as nações e por Paulo numa das suas bênçãos finais não pode, por nenhuma forma de imaginação, ser usado como argumento de que, os três, têm de ser pessoas coiguais em glória, essência e eternidade, como argumentam quase invariavelmente os trinitários”. Esta afirmação acerca do ser Triuno de Deus estar no site oficial da seita: https://wol.jw.org/pt/wol/d/r5/lp-t/1961681/ e w62 15/3 pp. 165-168/O que ensina a Bíblia acerca da divindade de Cristo[acesso em 10/03/2022. As 1715h].

No mesmo site, o articulista vai afirmar: “Se Jesus Cristo tivesse ‘sido tanto’ Deus como homem ao mesmo tempo; seria necessário ele orar a Deus pedindo ajuda, como o fez repetidas vezes? Então, observem que os T. J. apresentam uma dificuldade enorme para distinguir quando Jesus estar em seu corpo humano, agindo como homem mortal e quando a divindade opera neste mesmo corpo com ações sobrenaturais deixando transparecer que é o próprio Deus que estar operando.

O apóstolo João em sua primeira epístola afirma: “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne, é de Deus”  “E todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne, não é de Deus: mas, este é o espírito do anticristo, que já ouvistes que há de vir , e eis que estar já no mundo, I João 4.2-3. Ainda em sua segunda epístola, 7,  João categoricamente vai afirmar: ”Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus veio em carne, Este tal é o enganador e o anticristo”.

Se analisarmos esses textos de I Jo. 4.2-3; II Jo. 7,  exegeticamente, contextualizando-o sem vícios, nem forçando a sua interpretação, veremos que  todo aquele que nega que Jesus veio em carne, mas também  sendo o próprio Deus, é o anticristo.   O prefixo grego “anti”, no texto citado tem o sentido de alguém que se opõem a obra de Cristo ou a seu nome, não o reconhece como Messias. A questão das T.J. é que eles adulteraram a Bíblia Sagrada e os textos que lhes foram convenientes mudarem, eles o vez. Principalmente no Evangelho de Jesus escrito por  João. Mudam palavras chaves afim de desconstruir a pessoa de Jesus como tendo a mesma substância do Pai e do Espírito Santo.

Na verdade, a linha teológica adotada pelos teólogos da seita russelita é a mesma do antigo bispo egípcio, Ário, que também afirmava que Jesus não era Deus nem consubstanciado com Ele: “O arianismo foi uma visão cristológica sustentada pelos seguidores de Ário, presbítero cristão dda cidade de Alexandria, nos primeiros tempos da Igreja primitiva que negava a existência da consubstancialidade entre Jesus e Deus, que os igualasse, fazendo do Cristo pré-existente e criado, embora a primeira e mais excelsa de todas, que encarnara em Jesus.

Jesus então,  seria subordinado ao Deus Pai, sendo Ele [Jesus] não o próprio Deus-Pai. Segundo Ário só existe um Deus e Jesus é seu filho e não o próprio Pai. Ao mesmo tempo afirmava que Deus seria um grande eterno mistério, oculto em si mesmo, e que nenhuma criatura conseguiria revelá-lo, visto que Ele não pode revelar a si mesmo. Com esta linha de pensamento, o historiador H. M. Gwatkin afirmou, na obra "The Arian Controversy": "O Deus de Ário é um Deus desconhecido, cujo ser se acha oculto em eterno mistério"1 O Arianismo foi a mais terrível heresia que a Igreja teve de enfrentar no decorrer dos séculos, porque abalou as próprias bases da fé, falseou o sentido mais profundo da mensagem evangélica e atacou o próprio mistério de Cristo”, o não ser divino, ou da própria substância do Pai.  

É exatamente essa mesma concepção doutrinária  que ó bispo Ário tem de Cristo, que as T.J. defendem e seguem, tornando-os, assim arianista.


CONCLUSÃO.


As Testemunhas de Jeová seguem com seu engano doutrinário disseminando suas falácias e mentiras sobre a pessoa bendita de Jesus. Eles se aproximam com seu monoteísmo do henoteísmo, pois afirmam ser Jesus um deus poderoso, mas não o Deus Todo-Poderoso, Adonay,  enfim, a organização  ensinam   e doutrinam seus seguidores a terem uma  visão  distorcida e herética sobre a pessoa de Jesus Cristo,  e dessa maneira não reconhecendo a divindade de Cristo, eles terminam servindo a dois deuses.

O apóstolo Paulo ao escrever a sua carta á Igreja na Galácia, afirma: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”. “Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema, Gálatas 1.8-9.

É por esse posicionamento doutrinário errado em relação a Cristo, desconstruindo a sua divindade, apoiada em uma falácia doutrinária construída pelo bispo Ário que as T. J. seguem, que elas  são classificadas como um sistema religioso herético. Afora outras doutrinas que eles ensinam que são igualmente heréticas.

Jesus Cristo em seus ensinamentos aos discípulos e a sua Igreja em todas as épocas, nos alertou acerca de falsos doutores, mestres e pastores que iriam surgir ao longo dos séculos,  ensinando em seu nome, usando a própria Bíblia Sagrada, porém de forma errada. Os sinóticos trazem essas advertências, assim como o apóstolo Paulo e Pedro, Judas também nos trazem sérias advertências sobre esses falsos doutores e seus ensinamentos heréticos: Mt. 24.11; Mc. 13.22-23; Lc. 21.8; I Tm. 4,1-2; II Tm. 3.1-9; II Pe. 2.1-3; Jd. 4, 10-13, 15-19, ss.

Enfim, o cristão precisa estar atento nestes dias finais acerca do que é ministrado como Palavra de Deus. Precisamos ouvir os conselhos de Jesus, que afirmou que nos últimos dias muitos usariam o seu nome,  afirmariam ser o próprio Cristo e  enganaria a muitos, precisamos estar vigilantes;  Paulo nos diz para permanecermos  firmes naquilo que fomos ensinados e não nos deixar levar por todo o vento de doutrina e Judas ensina-nos a batalhar pela fé que uma vez nos foi dada.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

A DIVINDADE DE JESUS CRISTO ANULA O SISTEMA TEOLÓGICO-RELIGIOSO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ E DESMASCARA SEU ARIANISMO”.


POR LEONARDO MELO


INTRODUCÃO 


É notório que a intenção do adversário das nossas almas[Satanás, diabo] é desfazer do Cristo de DEUS como seu Messias e Salvador da humanidade. A grande jogada  do inimigo é desconstruir a verdade em torno de Jesus Cristo  e seu nome. Seu desejo é apagar, riscar o nome de Jesus do mundo, da mente e dos corações dos homens como o Filho de Deus  e  Deus. Se o inimigo pudesse, Jesus nunca que teria existido como homem que pisou esta terra e revolucionou e abalou as estruturas de poder de sua época[império romano] e as influências helenísticas, cravando seu nome na história da humanidade.

O adversário fez de tudo para impedir a célebre promessa dado pelo Eterno a fim de resgatar o homem do pecado e das suas próprias garras, cf.  Gn. 3.15: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”! Foi debalde o esforço do adversário usando seus meios[políticos, religiosos, científicos] em todos os séculos  afim de aniquilar a pessoa de Jesus e consequentemente sua influência  no mudo. Ele começou  a agir para desfazer dos planos de Deus já na fonte, na essência, na raiz, Isto é, se ele conseguisse extinguir a nação judaica, exterminá-la literalmente e definitivamente, ele  tornaria Deus um mentiroso e fanfarrão, que não exerce poder algum sobre alguma coisa e muito menos era o Deus verdadeiro e único.


A história da nação israelense, é a história de Cristo. Os fundamentos teológicos  para a libertação do homem e o aparecimento do Messias de Deus, começa com Abrão. Apesar de suas investidas para aniquilar a nação judaica não  derem certo, e não ter conseguido tal intento, o adversário volta sua força contra o Rei do universo e de toda a terra: Jesus Cristo e a sua Igreja, através de perseguições verificadas ao longo da existência da verdadeira Igreja de Cristo. Debalde, pois, jamais a criatura vai sobrepujar seu Criador, Gn. 1.1-2, 2.4; Dt. 10.14;  Is.42.5, 45.18; Cl. 1.16; Hb. 11.3, ss. Quem criou todas as coisas foi o Eterno em seu conselho divino na eternidade, juntos, a Tri-Unidade elaborou o plano para resgatar o homem caído pela desobediência e consequentemente pecado. Cf. Lc. 24.47; At. 10.43; Rm. 3.23; 5.12;  I Jo. 2.1-2, ss.  Como a tática da destruição da nação judaica não funcionou nem a morte de Jesus causou nenhum impacto, pois, Jesus ressuscitou, então o adversário começa agora a usar aqueles que estão aparentemente servindo  a Jesus dentro das Igrejas, e começa a disseminar heresias, e consequentemente também aparecem os apóstatas. Também não foram poucos os ataques exteriores através dos intelectuais pagãos.  Surgem inúmeros sistemas religiosos ou idéias religiosas que tentam perverter o verdadeiro caminho da Verdade e do Evangelho. Vamos perceber as evidências dessas heresias nos ensinos que  negam a divindade de Cristo.  Vários movimentos heréticos disseminaram suas heresias, entre eles: Os  apolinarista,  nestoriano, monofisita, monotelita,  Henotikón, Teopasquismo, docetismo,  etc., que  vem apenas demonstrar e denotar a cegueira espiritual dos hereges e das   pessoas que recepcionaram tais ensinos mentirosos em relação á eterna Palavra de Deus, que afirma ser Cristo Divino. Dentre aqueles religiosos que negavam a divindade de Cristo estar principalmente o bispo egípcio, Ário[250-336 d.C] que com seu engano religioso influenciou em certa medida sua época  e decisivamente influenciou o sistema doutrinário da seita Testemunhas de Jeová como veremos.


ÁRIO E AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ – CRISTIANISMO SEM  DEUS: JESUS CRISTO.


Ário foi um bispo egípcio que viveu entre os segundo e terceiros séculos da Igreja.  Formulou uma teoria acerca de Jesus Cristo afirmando que Jesus não era Deus, e que não era da mesma substância do Pai. Ele defendia que Jesus era a mais excelente das criaturas, superior a toda a criação de Deus, todavia, não era Deus. Ele utilizou a palavra grega homoousios

[ομοόσιος], contudo, modificando-a e inseriu no meio da palavra um iota[Ι], [ομοιόσιος] que passou esta palavra a significar semelhante, porém não da mesma substância. Essa ideia foi absorvida ao longo do tempo por vários sistemas religiosos, tais como:  Testemunhas de Jeová, Cristadelfianos, Estudantes da Bíblia Livres, Associação dos Estudantes da Bíblia Aurora, dentre outros grupos heréticos menores.


A Testemunha de Jeová que tem como a liderança máxima da seita,  O Corpo Governante, e que usa como representante  legal  a entidade jurídica   Sociedade Torre de Vigia, que é   órgão colegial de anciãos presbíteros com amplo poder deliberativo e executivo e que dita as regras doutrinarias da seita e que são os verdadeiros responsáveis pela doutrinação de seus membros. Os líderes atuais: Antnony Morris III, Geoffrey Jackson, Davis H. Splane, dentre outros membros, são os responsáveis por manter a doutrina da seita e o pensamento passado de Russel, J. Rutheford, N. Knorr, Frederick W. Franz, dentre outros. Eles declaradamente são uma seita que negam a doutrina da Tri-Unidade. Para eles, Jesus não é, e  nunca foi  Deus. A doutrina deles está impregnada da visão arianista do bispo egípcio, Ário. Como defender um Cristianismo autêntico quando seu criador não faz parte desse sistema religioso? É pura falácia religiosa e um engodo teológico terrível que essa seita herética tem semeado mundo afora.

A teologia do bispo Ário não previa um Cristianismo onde Jesus fosse reconhecido como sendo também  Deus e fazendo parte indivisível da Tri-Unidade. Em todos os seus escritos Ário  alijou Jesus de sua própria religião aponto de ele afirmar: “havia um tempo em que [Jesus] não era” , na existência. Esse princípio teve implicações  teológicas, pois se Jesus e o seu Pai não eram coeternos, concluía-se que Jesus havia sido criado pelo Pai, e portanto teria de ser inferior a Deus. Mesmo se Jesus fosse superior   a todos os outros  seres humanos, ele não seria divino, a menos que tivesse adotado por Deus-Pai, mas mesmo nesse caso a  natureza divina  de Jesus não se equipararia   á de seu Pai. Por extensão o Espírito Santo teria de ser ainda menos divino que Jesus. A teologia ariana ainda acarretava uma outra conclusão perturbadora: se apenas Deus pode salvar os seres humanos. Logo Jesus não havia salvado nenhum ser humano”, [BELLITO. 2014]. Ário também mostrou-se influenciado pelo adocionismo e pelo subordinacionismo de seu mestre Luciano de Antioquia. A heresia que começou a se propagar no seio da Igreja, precipitou  ou deu origem ao Primeiro   Concílio Doutrinário-Cristológico da Igreja em Nicéia, entre os anos de 324 e 325 d.C ., tendo o Concílio sendo convocado por ordem expressa do imperador romano, Constantino, e tendo como presidente do Concílio, Alexandre, de Alexandria ou ósio, bispo de Córdoba.


É justamente fiado nesta visão teológica que as Testemunhas de Jeová construiu seu sistema teológico-doutrinário. É na concepção arianista que Jesus não é Deus, que os T.J. defendem suas crenças, negando não só a filiação divina e a mesma substância para Jesus, assim como, desprezam o Espírito Santo, negando desta forma a eficácia da salvação que há em Cristo através da ação salvífica do Espírito de Deus. Pois, em relação a terceira pessoa da Tri-Unidade, eles afirmam que o Espírito Santo é uma força ativa que emana de Deus, nunca uma pessoa que faz parte do ser TriÚno. Os T. J.  simplesmente não crêem em Jesus Cristo nem no Espírito Santo. Por esta razão, ser esse sistema religioso  considerado uma seita; Pois, eles negam  de maneira veemente o principal alicerce doutrinário do Cristianismo que justamente é  Cristo como sendo o próprio Deus, por isso essa ojeriza em relação a Cristo que eles nutrem. Eles estão mergulhados na realidade em uma confusão doutrinária e fortemente influenciada por doutrinas de demônios, como afirmou o apóstolo Paulo ao jovem Timóteo: “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônio”; “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência”, cf. I Tm. 4.1-2. Nosso Senhor Jesus também em seu ministério já alertava sobre os falsos mestres e doutores: “E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos”, Mateus 24.11, Assim como, Jesus, Lucas, ao escrever o livro de Atos dos Apóstolos também expressou sua preocupação com o destino da Igreja quanto aos líderes que surgiriam, ao escrever sobre aquilo que o apóstolo Paulo também receava.: “Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho”; Atos 20.29.


Como considerar as T.J. uma religião cristã, se eles negam o criador do Cristianismo? Eles simplesmente são de uma neo-ortodoxia [não no sentido daquela defendida por Karl Barth], inconfundível, pois eles trazem em seus ensinos uma visão estereotipada da pessoa de Cristo e do Espírito Santo, que beira o absurdo doutrinário e teológico, quando negam a divindade de Jesus Cristo e rejeitam e negam o Espírito de Deus como a terceira pessoa da TriUnidade.


CONCLUSÃO.  


As Testemunhas de Jeová é uma seita religiosa que em seus primórdios  trouxeram  muitos prejuízo teológico para a verdadeira   Igreja  e para aqueles que creem nas Sagradas Escrituras e querem ser salvos na pessoa bendita de Jesus. Com seu proselitismo descomunal e engano teológico, os adeptos desta seita vai semeando a mentira e o engano com seus falsos ensinamentos. Ancorada em uma rede bastante arquitetada e com uma capacidade de distribuição fenomenal das suas literaturas, a seita T.J.  vai ampliando seu espaço no mundo ao difundir sua literatura perniciosa entre as populações do mundo. Só com o um evangelismo eficiente e uma exposição doutrinária consistente podemos barrar um pouco o avanço desse sistema religioso de engano. Precisamos de fato, mostrar em quem de fato as T. J. creem. Se nos cremos na Bíblia Sagrada como inerrante Palavra de Deus, então vamos concluir sem dúvida que o espírito que estar por trás de toda estrutura administrativa e teológica das Testemunhas de Jeová não é o espírito de Deus, e consequentemente quem os conduz é o espírito do erro e da mentira influenciado por Satanás.

Então, se eles não creem em Jesus como diz as Sagradas Escrituras, não creem no Espírito Santo como uma Pessoa divina[a terceira da TrinUnidade],então quem os estar iluminando para produzir suas literaturas? Se não é Deus,  são os espíritos malignos que tem agido na própria consciência deles cauterizando assim suas mentes e entendimentos, conduzindo-os a formular doutrinas pseudo-cristãs. A Bíblia afirma que é o Espírito de Deus quem revela as profundezas de Deus: “Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus”, cf. I Co. 2.10. O apóstolo Paulo afirma essa verdade de maneira bem objetiva. 


Então, se eu falo em nome de Deus, eu preciso crer que Ele existe e que tudo que o cerca é a mais pura verdade, inclusive que Ele é um ser TriÚno.

Se eu não creio na atuação e operação do Espírito Santo e nego que Ele faz parte da Tri-Unidade e não creio na divindade de Cristo, e prego mesmo assim á Cristo e a sua Palavra, então, quem de fato estar atuando na mente e no coração daqueles que dizem pregar o verdadeiro Evangelho? Quem, de fato conduz espiritualmente o Corpo Governante afim de elaborar seus conceitos religiosos e doutrinas? Quem estar iluminando eles para produzir as literaturas para a seita? Com certeza não é nem o Espírito Santo de Deus, nem muito menos Jesus que eles não creem como o Filho de Deus, sendo o próprio Deus em uma relação teantrópica da divindade-homem.


Negar a Jesus Cristo como Deus é negar a própria essência, o cerne do Cristianismo. Além das evidências internas que comprovam o homem-Deus Jesus como divino, há também as evidências externas, não só da existência do Jesus histórico[homem], assim como, da sua divindade[Deus]. Por exemplo; no A.T. há vários textos que comparados com  textos do N.T. evidenciam e destacam de maneira que não produzem dúvidas que Jesus Cristo é divino, é Deus: no Livro do Êxodo, cap. 3 quando naquela Teofania, Deus aparece a Moisés de dentro deum arbusto[sarça] envolvido no fogo, porém, sem o consumir, e declara a Moisés: “E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto, e chegou ao monte de Deus, a Horebe”. “E apareceu-lhe o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia”, Êx. 3.1-2, e no versículo 14 do mesmo capítulo, Deus se revela a Moisés através do seu nome: “E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”. Deus estava querendo dizer á Moisés acerca do seu Grande Nome[HaShem]: Deus estava dizendo: ”Eu Era, Eu Sou e sempre serei o que Sou! O mesmo ontem, e hoje, e para sempre”. Jesus pronunciou sobre sí mesmo semelhante palavra no Evangelho escrito por João, 4.26 e 6.48 e avocou para sí ser o Deus dos hebreus, de Abraão, Isaque e Jacó: “Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo”, e “Eu sou o pão da vida”. Ainda Jesus afirmou como homem e Deus: “Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou”, João 8.18.


A Bíblia Sagrada retrata em diversos livros Neo-Testamentário a divindade do homem Cristo e sua natureza divina em uma teantropia que entendemos ser sua filiação divina incontestável. É razoável compreendermos que o A.T. corrobora com essa analogia intrínseca entre o Pai e o Filho, assim como, a Pessoa do Espírito Santo em uma relação harmônica da deidade. É justamente o credo Niceno[325 d.C.], o primeiro Credo da Igreja do Senhor Jesus, que vai ressaltar a divindade de Cristo, e expurgar do seio da Igreja a heresia ariana que foi recepcionada pelas Testemunhas de Jeová: E, Atanásio, foi o grande baluarte usado por Deus para defender a sã doutrina. Eis trechos do Credo Atanaziano:

1. Cremos em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis;

2. Ε, em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, gerado unigênito do Pai, isto é, da substância do Pai;

3. Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial ao Pai;

4. por quem foram feitas todas as coisas que estão no céu ou na terra.

5. O qual por nós homens e para nossa salvação, desceu, se encarnou e se fez homem.


Enfim, como Jesus Cristo é Deus, é divino, é da mesma substância que o Pai, e o ser TriÚno de Deus é uma realidade absoluta e concreta  e as Escrituras Sagradas de maneira cristalina atestam esta verdade através de seus textos,  então,  isso implica que a negação da divindade de Cristo compromete  todo o sistema e construção teológica usados pelo Corpo  Governante das T.J. para doutrinar seus adeptos e seguidores, e nos evidencia que é uma farsa Bíblico-Teológica,  e nos leva a uma conclusão óbvia e lógica: as testemunhas de Jeová é uma seita e a crença em Jesus Cristo como Deus anula seus conceitos doutrinários e teológicos acerca da salvação, condenação e estado perfeito na eternidade, expondo seus enganos e mentiras.


FONTE.


1. BELLITO, Christopher M. História dos 21 Concílios da Igreja – De Nicéia ao Vaticano II. Trad. Carlos Q. de Godoy. S. Paulo. 2014. Edições Loyola. 212 pg.


2. FRANGIOTTI, Roque. História das Heresias. [séculos I ao VII] – Conflitos ideológicos dentro do Cristianismo. S. Paulo. 2013.  Paulus. 168 pg.


3. Bortolini, José. Raízes Bíblicas do CREIO niceno-constantinopolitano. S.P. 2013. Editora Paulinas. 30 pg.

quarta-feira, 25 de março de 2020

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ: UMA VISÃO DA SOCIEDADE TORRE DE VIGIA

As testemunhas  de Jeová afirmam que a Bíblia é a única autoridade, mas  não segue as interpretações convencionais. Acreditam que apenas eles interpretam a Bíblia corretamente e usam sua própria versão (Tradução Novo Mundo).
Como existe essa similaridade com uma pequena distorção, talvez as crenças distintivas das testemunhas de Jeová podem  ser mais bem apresentada por intermédio de assuntos em que há total desacordo com as posições tradicionais e histórica do cristianismo. Há muito desses aspectos mais eis aqui alguns que são fundamentais:

Deus Existe, mas não a Trindade. 

As testemunhas de Jeová acreditam que há apenas um  Deus, Jeová. Há apenas um nome correto para Deus, Jeová. Eles interpretam a Bíblia dizendo que o uso exclusivo do nome Jeová é a marca da única religião verdadeira.

Não consideram que Jesus é o filho de Deus. Ao contrário, Jesus é, na  verdade, Miguel Arcanjo, que foi a primeira criação de Deus. Quando Miguel veio para a terra e foi chamado de Jesus. Após a ressureição, quando Jesus retornou ao Céu, Ele voltou a ser Miguel Arcanjo.

Como Jesus não é Deus as testemunhas de Jeová não podem orar em seu nome. Qualquer pessoa que seja “culpada” de tamanha transgressão é expulsa da organização e cai em desgraça.

Eles tem o conceito de Espirito Santo, mas não consideram Deus. Ao contrário, o Espirito Santo é uma força ativa (como a eletricidade)

As testemunhas de Jeová gastam grande tempo tentando demostrar que aquela famosa passagem bíblica, João 1.1 diz, na verdade que Jesus era “ um Deus” que foi adicionado ao Deus Chamado Jeová. Essa afirmação faz com que eles sejam politeístas por definição, embora o politeísmo seja algo que, oficialmente, condenam.

Há vida após a morte ( para os testemunhas de Jeová), mas não há inferno (para ninguém) 

Exatamente como Charlles Russel determinou  quando  era ainda um jovem rapaz , as testemunhas de Jeová negam a existência do inferno. Isso significa que não há punição eterna. Todas as pessoas que não são testemunhas de Jeová são aniquiladas imediatamente após a morte, apenas evaporação. 

Para as testemunhas de Jeová, há  vida após a morte. Haverá uma elite, uma classe governante  de 144 mil que verdadeiramente  serão admitidos no céu. O resto das testemunhas de  Jeová  morarão em uma nova e melhorada terra que Jeová  estabelecerá no milênio. Até essa época , os espíritos  destes fieis permaneceram em um estado de inconsciência até que ressuscite do milênio.

Há salvação, mas você tem de trabalhar para conquistá-la. 

Como Jesus (na verdade Miguel Arcanjo) não é considerado Deus, Ele não despenha um papel  muito significante no processo de Salvação. Sua morte na Cruz cancela apenas o pecado de Adão. Como não temos essa   natureza pecaminosa de nosso ancestral pairando sobre nossa cabeça, temos a chance de ser retos. Isso acontece quando se consegue ser testemunhas de Jeová e quando se testifica a favor de Jeová.

Consequentemente, a salvação não é fundamentada  em um relacionamento com  Jesus Cristo. Ao contrario, ela é baseada na fidelidade ás normas e  aos requerimentos da instituição testemunhas de Jeová.
          
Referencia:
BICKEL Bruce e JANTZ Stan. Guia de Seitas e Heresias CPAD , 2011 Rio de Janeiro.

Via Ruanna Pereira.

sexta-feira, 13 de março de 2020

ORIGEM DO JEOVISMO

As "Testemunhas-de-jeová" formam uma das seitas que mais crescem atualmente. Devido ao esforço incontrolável em catequizar. ‘’ A Sociedade Torre de Vigia é o movimento das Testemunhas de Jeová e, segundo dados estatísticos da organização, publicados no relatório anual, atualmente, está presente em 236 países, num total de 6.741.444 Testemunhas de Jeová ativas.’’ (Soares 2007.p 14. APUD Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 2006. p. 38.) ‘’     

O Brasil ocupa o segundo lugar, com 656.627 militantes, perdendo apenas para os Estados Unidos, com 1.059.325 fiéis, estando o México em terceiro lugar na lista, com 605.767 publicadores’’. (Soares 2007.p 14. APUD Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 2006. P.32,34 e 36.

O movimento das Testemunhas de Jeová surgiu num contexto de grandes reavivamentos e especulações proféticas do século XIX. Tudo começou com William Miller, nascido em 1782, Pittsfield, estado de Massachussetts, EUA, era de família batista. Em 1818, anunciou a volta de Cristo à Terra nos próximos 20 anos. Em 1831, Miller disse que esse evento ocorreria em 23 de março de 1843.(SOARES 2007.p.13 APUD. LATOURETTE, op. cit., p. 1701).
Tentando justificar sua profecia com a profecia de Daniel 8.13,14, quando afirmava que as 2.300 semanas e tarde correspondem a 2.300 anos. 


Miller conseguiu muitos adeptos. Esses seguidores venderam propriedades e foram para as colinas esperar o retorno de Cristo. Em Boston, muitos se vestiram de branco, subiram os montes e permaneceram em constante oração. Enquanto isso, muitos, em outras partes dos EUA, entregaram-se publicamente à imoralidade e à prostituição. Nada de suas previsões, porém, se cumpriu. Miller disse que se enganou, errando nos cálculos, marcando nova data – 22 de outubro de 1844. (SOARES 2007.p 13 APUD. PENTON ,2002, p. 16).

Mas uma vez   William Miller se equivocou a profecia não se cumpriu trazendo frustação para os seu seguidores essa data até os dias atuais é chamada do Dia do Grande Desapontamento, Miller arrependeu-se, pediu perdão, foi servir a Deus e morreu 1849.                                                      

Com isso surgiram vários grupos. Hiram Edson, Joseph Bates e James White com sua Ellen Gould White eram os principais proeminentes dos movimentos adventistas. Hiram Edson, de Port Gibson, disse que teve uma visão no dia seguinte ao fracasso de Miller, afirmando ter visto Jesus em pé ao lado do altar. Assim, reinterpretou essa profecia, declarando que ele errou simplesmente o local, mas havia acertado a data. Joseph Bates, de New Hampshire, Washington instituiu a observância do sábado. (SOARES 2007.p 14. APUD TUCKER, op. cit., p. 97-99; HOEKEMA, op. cit., p. 92-98.)

Os três grupos juntos, em 1860, deram origem ao que hoje chama-se Igreja Adventista do Sétimo Dia: “Estes três grupos fundiram-se para formar a denominação Adventista do Sétimo Dia”. Esse é o exemplo mais conhecido, mas surgiram outros grupos milleristas...’’.(SOARES 2007.p 14. APUD HOEKEMA, op. cit., p. 98.)

Por Ruanna Pereira

sábado, 1 de fevereiro de 2020

DEUS OU JESUS? NO QUE CRÊEM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ?

POR LEONARDO MELO

INTRODUÇÃO.

Em seus ensinamentos doutrinário, os adeptos da seita Testemunha de Jeová atestam que a salvação advém para aqueles  que  sevem á Jeová, crer em Jesus e seguem os ensinamentos ministrados pelo seu corpo governante sobre a  pessoa bendita de Jesus e Deus. Em sua Teologia Cristológica, eles apresentam diversos argumentos acerca de Jesus, que se o cristão não conhecer as Sagradas Escrituras, é enganado, pois, as perspectivas deles sobre a pessoa de Jesus Cristo é totalmente anti-Bíblica,  eles simplesmente negam a divindade de Jesus Cristo. Eles não negam que o Senhor Jesus é o Salvador da humanidade, contudo negam a sua divindade e Tri-Unidade. Porém, se Jesus Cristo não é Deus  como o corpo governante das T. J. afirmam,  simplesmente Jesus não pode salvar o homem, isso é factual. Em uma perspectiva Bíblica , o apóstolo João vai afirmar que aqueles que negam que Jesus veio em Carne são enganadores e tem o espírito do anti-cristo, cf. III Jo. 7 “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus veio em carne. Este tal é o enganador e o anti-cristo”. OBS.; Esta palavra anti-cristo, tem duplo significado, e neste texto de João significa alguém que é opositor á Cristo e suas obras. Então podemos afirmar que as Testemunhas de Jeová pregam mentiras acerca da Pessoa de Jesus,  e são influenciados por espíritos enganadores e  doutrina de demônios, como o apóstolo Paulo lembra á Timóteo, cf. I Tm. 4.1.

Paulo afirma na sua carta á Igreja na Galácia que ainda que por ele mesmo ou um  anjo seja anunciado  outro evangelho diferente ao ensinado por ele, seja maldito, cf.  Gl. 1.8., é o caso das T.J., como pregam a Jesus se lhes negam a divindade? Negam o autor do Cristianismo, a essência da religião  cristã, o seu pilar e fundamento. Não há cristianismo sem crer que Jesus é Deus. Reiteradas vezes Jesus afirmou ser Deus, cf. “Eu e o Pai somos Um”, Jo. 10.30; I Jo.2.23; Jo. 14.10; I Jo. 5.20; o Evangelho de Cristo,  escrito por João é exatamente para combater os agnósticos e os judeus que tinham uma visão distorcida da pessoa de Jesus.

As mentiras, heresias e seduções da Teologia das Testemunhas de Jeová sobre Jesus Cristo e a salvação.

As heresias surgem a partir “de escolhas” no sentido de proferir ideias teológicas especulativas (como aquela  cujo surgimento foi observado pelos escritores do N.T.) em lugar do pensamento da Igreja Cristã como um todo. Foi isto que as T.J. fizeram, escolheram se deixar influenciar pelo pensamento de Ário, um Bispo egípcio que negava veementemente a divindade do Salvador, conhecida esta heresia como “Arianismo”, que foi combatida vigorosamente por Atanásio e enterrada parcialmente no primeiro Concílio da Igreja, em Nicéia, (325 a.C.).  infelizmente, conforme, (MCGRATH. 2014. Pg.. 49)”As ideias morrem quando deixam de ser úteis. A heresia continua a existir – quer como uma noção teológica, quer como uma noção secular” e o tempo que nós vivemos tem se mostrado um terreno fértil para a proliferação de movimentos apóstatas e heréticos, porém as Sagradas Escrituras já tinham essa previsão da multiplicidade destes movimentos e seu crescimento com marca ou sinal para a volta de Jesus, cf. Mt. 24.4,11, 24-25; I Tm. 4.1-2; II Pe. 2.1-3, ss.

É no alicerce da mentira e do engano que as T.J. constroem seu sistema doutrinário, principalmente sobre Jesus. Esta construção teológica faz parte dos dogmas defendidos pela seita em seu site oficial. Reproduzimos fielmente, conforme seus ensinamentos heréticos disponibilizado em seu site: https://www.jw.org/pt/biblioteca/livros/boas-noticias-de-deus-para-voce/quem-e-jesus-cristo/ .  acessado em 29/01/2020, as 12h10. LICÃO 4:

*1. QUEM É JESUS CRISTO? SERÁ QUE JESUS SEMPRE EXISTIU?“*Não. Jesus foi a primeira pessoa que Deus criou. Ele era um anjo e morava no céu antes de vir à Terra. (João 8.23) Jesus ajudou seu Pai a criar todas as outras coisas. Na Bíblia ele é chamado de “unigênito”. Isso quer dizer que ele foi a única pessoa criada só por Deus. (João  1.14) Jesus também é chamado na Bíblia de “a Palavra”, porque ele passava as orientações de Deus para os outros. — Leia Provérbios 8.22-23,30; Colossenses 1.15-16.

*2. POR QUE JESUS VEIO PARA A TERRA? * Jesus veio para a Terra por três motivos. (1) Ensinar a verdade sobre Deus, (2) mostrar como fazer a vontade de Deus mesmo em situações difíceis e (3) dar a vida perfeita dele para nos libertar, como um “resgate”. Como Jesus veio para a Terra? Deus fez um milagre, e uma virgem chamada Maria ficou grávida. O bebê era Jesus. —  Lucas 1.30-35 – leia Mateus 20.28.

3. POR QUE PRECISAMOS SER LIBERTADOS?  Precisamos ser libertados porque pecamos e                                                                         morremos. Quando Deus criou Adão, ele não queria que as pessoas ficassem velhas nem que morressem. Ele queria que Adão fosse obediente e vivesse para sempre. Mas Adão não foi obediente. (Gênesis 2.16-17, 5.5) E todos os que vieram de Adão ficaram presos ao pecado e à morte. Era necessário um resgate para nos libertar. Resgate é um valor que alguém paga para libertar uma pessoa que corre risco de vida. — Êxodo 21.29-30 – leia Romanos 5.12, 6.23, então, quem poderia pagar esse resgate e nos libertar da morte? Teria que ser alguém sem pecado. —  leia Salmos 49.7-9.

 4. POR QUE JESUS MORREU? 
Jesus morreu porque amava as pessoas. Ele não merecia morrer porque era perfeito. Mesmo assim ele obedeceu ao Pai dele e morreu para nos libertar do pecado. Por causa do que Jesus fez, Deus perdoa os pecados das pessoas. Deus mostrou seu amor quando mandou seu Filho para nos libertar. — Leia João 3.16; Romanos 5.18-19.

E, mais, em um de seus periódicos muito conhecido e divulgado, A Revista “A Sentinela” em sua edição deste ano, nº 01/2020, na pg. de nº 10 e 11, mentindo de forma absurda, o corpo governante da Seita nega peremptoriamente que Jesus é Deus “Qual a diferença entre Deus e Jesus? Eles afirmam: JESUS NÃO É DEUS. Jesus é muito especial porque ele foi o único criado diretamente por Deus. É por isso que a Bíblia chama ele de filho de Deus, e citam Jo.20.31. depois de criar Jesus, Jeová o usou como trabalhador perito, para criar todas as outras  pessoas  e todas as outras coisas, e eles citam para corroborar com o entendimento deles, Pv. 8.30-31; Cl.1.15-16 sem nenhum cuidado  exegético do texto.  Na pg. 11 do mesmo periódico, eles afirmam que “JESUS NUNCA DISSE QUE ERA DEUS”, em vez disso, ele explicou, sou representante de Deus, e citam o texto que encontra-se no Evangelho escrito por João, 7.29, e Jo.20.17, sem se preocupar com o contexto. Uma mentira sem precedentes o corpo governante da seita comete contra Jesus, que é o próprio Deus.

REFUTAÇÃO.

Observem que nessas quatro argumentações doutrinárias defendidas por eles, como eles são evasivos, em momento algum eles se reportam á Jesus Cristo como o Filho de DEUS enviado, como o Messias, mas simplesmente como filho humano que satisfez a vontade de seu Pai. Contrariamente, Jesus testificou de si mesmo como Filho de Deus e o próprio Deus usando as Sagradas Escrituras. É razoável citar a opinião de (BORCHERT. 1985. Pg. 179) “As atitudes de Jesus para com a Bíblia pode ser aplicado a nós diretamente. Mas, há algo mais a ser dito. Nenhum homem jamais colocou-se, nem pode se colocar ao mesmo nível de relacionamento que Jesus.  Há duas razões para isto: a primeira é, Jesus reconhecia que Ele era o alvo, o objetivo e o fim das Escrituras. Ele tinha a convicção que elas testificavam somente dele, cf. Lc. 24.27, 44; Jo. 5.39, 46, ss.  Logo no início da sua carreira na sinagoga de Nazaré, Ele reconheceu que Ele próprio era o  cumprimento do Antigo Testamento, cf. Lc.4.21. Segundo, Ele se conduzia como Senhor das Escrituras, sendo que Ele mesmo as moldava, transformava e continuava, levando-as a consumação. Ele tinha fontes independentes de conhecimento religioso, e nisto que Ele havia obtido por sí próprio, possuía a verdadeira chave do entendimento do Antigo Testamento. É difícil calcular até que ponto as Sagradas Escrituras formaram esse homem, ou eram para Ele uma fonte de conhecimento”. Não há como negar que Jeová  do Antigo Testamento, é o Senhor Jesus, o Cristo de Deus do Novo Testamento. Os mesmos nomes, as mesmas qualidades e os mesmos ofícios divinos são atribuídos a ambos, e o mesmo culto é prestado aos dois. Afirmar que Jeová, o Senhor Deus do Antigo Testamento, não é o Senhor Jesus do N. T., ou vice e versa, é afirmar que temos dois deuses, e isto é blasfêmia, cf. cf.  42.8 “Eu Sou O Senhor, este é meu nome;  a minha glória não darei a outrem”. Em Dt. 6.4, “Escuta, Israel! O Eterno é nosso Deus, o Eterno é Um”, que é conhecida como a profissão de fé dos israelita, a “Shemá”. Por esse motivo afirmamos, baseados na autoridade das Sagradas Escrituras, que o cânon Bíblico nos apresentam um único Deus, vivo e verdadeiro”.

(STROBEL. 2019. Pg. 206-207), traz uma assertiva fundamental para atestar a divindade de Cristo  que é a questão do pecado “A única pessoa que pode dizer eu lhe perdoo com propriedade é o próprio Deus, pois, ele(o pecado) é um desafio a Deus e as suas leis [...] , então, Jesus não só afirmava que não tinha pecados, mas que perdoava os pecados. Certamente a ausência de pecados é um atributo da divindade”, por isso que Jesus é Deus, cf. Sl. 86.5; Is. 55.7; Mc. 2.7,10;  Lc. 5.21, 7.48;  I Jo. 1.9, 3.5, ss. 

Analisando o cap. 3.16 do Evangelho escrito por João e o cap. 1.15 da carta paulina  aos Colossenses, ambos muito utilizados pelas T.J., e, conforme, D. A.
CARLSON, citado por STROBEL, pg. 211 e 212,  Em João 3.16, a versão K.J. é que traduz o grego como “Filho Unigênito”, e quem acha correto, interpreta esse versículo como associado a encarnação, e ao nascimento virginal de Jesus, porém, o termo significa “Único”. No primeiro século usavam a expressão para Jesus: “Único e amado”. Portanto, Jo. 3.16, quer dizer que Jesus é o Filho Único e  amado de Deus, em vez de classificá-lo ontologicamente nascido no tempo. Já Colossenses 1.15 tem que ser analisado no mesmo contexto de Cl. 2.9 “Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da  divindade”, portanto, o termo primogênito não pode excluir a eternidade de Jesus, já que isso é parte do que significa possuir a plenitude da divindade”. 

CONCLUSÃO.

Jesus é Deus. Como bem se debateu sobre a pessoa de  Jesus Cristo no Concílio da Calcedônia(451 d.C.) e chegou-se a seguinte conclusão: “Jesus é Verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem”. Na verdade Jesus É uma união hipostática, 100% homem e 100% Deus. A natureza teantrópica de Cristo é uma realidade absoluta (Teantropia: Vem da união de duas palavras gregas: Theos (Θεοσ = Deus) e, com a inicial maiúscula faz referência ao Deus Jeová de Israel + Antropos (ανθρωποσ = homem ou ser humano). Isso significa falar de Jesus substância única, ou seja, “aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós.  

Biblicamente, o princípio teantrópico se assenta no fato de que essa natureza (divino-humana) é orgânica e indissoluvelmente unida na pessoa de Cristo, cf. Rm.  1.3-4; I Tm. 2.5; Hb. 1.2-4, ss. Por isso, pode-se afirmar que, tendo duas naturezas imbricadas, possuía apenas uma personalidade (hipóstase); ou seja, o divino-humano não sofria fragmentação ou variação no seu ser. A isso se dá, também, o nome de Unipersonalidade de Cristo. Concluimos, segundo (JAROSLAV PELIKAN. 2015. Pg. 104-105) ”com o princípio Calcedônio “de que as naturezas que se juntaram(HIPÓSTASES) permanecem imutáveis, com suas propriedades e características distintivas  preservadas”, isto é, o nome Cristo não é indicativo de uma natureza, mas de uma hipóstase composta”, Cristo é homem, mas também é Deus.

FONTE.

1. BORCHERT, Otto. O Jesus Histórico. Trad. Adiel A. de Oliveira. S. Paulo. Ed. Vida Nova. 1990. 362 pg.

2. https://eziquielnato.blogspot.com/2019/06/a-natureza-teantropica-de-cristo-serie_1.html

3. McGRATH, Alister. Heresia – Uma história em defesa da verdade. Trad. José Carlos Siqueira. S. Paulo. Ed. Hagnos. 2014. 292 pg.

4. JR. SHELTON, L. R.  A Divindade de Cristo. S. Paulo. Ed. Fiel. s/d. 31 pg.

5. Periódico: Revista A Sentinela. VOL. 141. Nº 01. Ed. Watchtower Bible and Tract Society  of New York. Edição   Janeiro/Fevereiro/ Ano 2020.

6. STROBEL, Lee. Em defesa de Cristo – Trad. Maurício B. S. Silva. R. de Janeiro. Ed. Thomas Nelson Brasil.  2019. 366 pg.

7. Site oficial da Org. Religiosa Testemunhas de Jeová: https://www.jw.org/pt/biblioteca/livros/boas-noticias-de-deus-para-voce/quem-e-jesus-cristo/.  Acessado em 29/01/2020.

8. PELIKAN, Jaroslav. Tradição Cristã – Uma história do desenvolvimento da doutrina. Trad. Lena Aranha & Regina Aranha. Vol 2. S. Paulo. Edições Shedd. 2015. 332 pg.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

A PSEUDA-SALVAÇÃO PREGADA PELA SEITA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

Uma Síntese.
POR LEONARDO MELO.
INTRODUÇÃO.
Ao pecar, o homem passou a ter a necessitar de um Reconciliador, um Redentor, um Salvador, que pudesse novamente conduzi-lo á presença de Deus e restaurasse sua comunhão perdida lá no jardim, no Éden. Foi assim com Adão e Eva, e é com todos que não confessaram a Jesus como seu Salvador pessoal. Essa realidade do pecado na vida do ser humano permanece latente e prossegue na história da humanidade, é uma situação sine qua non para que o homem seja salvo, pois, como que um emblema, uma marca, uma situação que é intrínseca, o pecado reina em todos os mortais, e a necessidade do perdão é latente, é o que santo Agostinho vai chamar de pecado original, cf. Lv. 24.15; Nm.12.11; Jó 13.23; 14.16; Is. 30.1; Jo. 8.34; 9.41; 15.22; Rm. 3.23; 5.12-14; 7.8,13; 8.3; I Co. 15.56; Tg. 1.15; I Pe. 2.24; I Jo. 3.4-5, 5.17;ss.
Portanto, partindo dá premissa que todo o homem é pecador e que precisa confessar seus pecados e se arrepender, aceitando a Jesus Cristo com seu Salvador pessoal, cumpriremos então desta maneira uma das grandes doutrinas da Mensagem do Evangelho, que é a doutrina da Salvação, Soteriologia. O homem só e unicamente só, alcança a salvação se confessar seus pecados e crer no sacrifício vicário de Jesus na cruz lá no calvário. Fora de Jesus não há salvação, cf. Sl. 67.2; Is. 33.6; Is. 53; Jn. 2.9; Mq. 7.7; Lc.19.9; Jo.14.6; At. 13.47; At. 28.28; Rm. 10.10; Fp. 1.19; I Ts. 5.9; II Tm. 2.10; Hb. 1.14, 5.9; I Pe.1.5;ss.
Decerto, esse é o grande problema que reside no escopo doutrinário das Testemunhas de Jeová, quanto a salvação em Cristo, pois, se eles não creem na divindade de Jesus Cristo, como crerão na salvação que procede dele? Jesus, o Cristo de Deus.
- SÍNTESE DOUTRINÁRIA DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ QUANTO A SALVAÇÃO DA ALMA HUMANA.
Conforme a liderança do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, e seuslíderes, o primeiro propósito de Jesus vir a terra não foi para morrer pelos nossos pecados, cf. I Tm. 1.15, mas, sim o de prover uma defesa ao nome de Jeová, e em segundo lugar, o de pregar o Reino de Deus, logo, segundo o livro “Poderá viver para sempre no paraíso na terra”, está escrito: “é esse reino que destruirá toda a iniquidade e livrará o nome de jeová de todo o vitupério lançado sobre ele”, cf. (SOCIEDADE TORRE DE VIGIA. 1989. Pg. 60-61), portanto, segundo as T.J. , satanás desafiou a Jeová dizendo que nenhuma criatura no universo seria fiel a Ele se sofresse todos os tipos de provações e tentações. Nenhuma criatura seria fiel até a morte, assim como Adão não se manteve fiel e desviou-se da ordem Divina. Diante de tamanho desafio, Jeová teria de fazer alguma coisa para vindicar o seu nome diante de todas as criaturas. Então, entra em cena o Arcanjo Miguel (A primeira criação de Jeová). Ele se ofereceu voluntariamente e Jeová o enviou á terra para suportar todos os tipos de tentações possíveis, para provar que é possível manter-se fiel a Jeová até a morte, demonstrando assim que o desafio de Satanás era descabido, de maneira que por se manter fiel á Jeová, Miguel (que é para os Testemunhas de Jeová, o Cristo ressurreto), capacitou-se para ser o rei do Reino de Deus (que vindicaria a Soberania universal de Jeová).
O texto exposto demonstra a heresia ministrada pela Sociedade Torre de Vigia aos seus seguidores e para aqueles que eles pretendem alcançar. Segundo a revista informativa da seita, A Sentinela, de 15 de janeiro de 1997, eles declaram: “No entanto, como se pode identificar os que são os povos organizados de Deus? Segundo as normas especificadas nas Escrituras, eles tem verdadeiro amor entre sí, tem profundo respeito pela Bíblia, honram o nome de Deus, pregam o Reino dele e não fazem parte deste mundo iníquo, cf. Mt. 6.9, 24.14; Jo. 13.34-35, 17.16-17. Há apenas uma só organização religiosa na terra que possui todos esses marcos do verdadeiro Cristianismo, as Testemunhas de Jeová”. Claramente, percebemos nesse trecho da revista A Sentinela, e demais publicações da Sociedade Torre de Vigia, que além deles usarem de maneira equivocada a Bíblia Sagrada, eles avocam para sí a salvação só em seu sistema religioso, e que leva-nos a compreender que quem está fora, como eles costumam dizer da “arca” não alcançará a salvação.
Segundo, o livro “Poderá viver para sempre no paraíso na terra”, editado pela Sociedade Torre de Vigia, a salvação do homem, segundo os T.J., não depende somente de Deus, a responsabilidade recai também sobre o homem. De maneira suscinta, o livro mencionado acima, em suas páginas 250-255, discorre sobre a salvação do homem, e resumimos a seguir suas principais doutrinas salvíficas:
1. Ter fé em Jeová e nas suas promessas, cf. pg. 250;
2. Deve haver obras, cf. pg. 250;
3. Dizer em oração a Deus que deseja ser servo dele, que deseja pertencer-lhe, cf. pg. 251;
4. Batizar-se, pg. 251;
5. Pregar e ensinar de casa em casa: Jeová não se esquecerá de seu trabalho, mas o recompensará ricamente, cf. pg. 253. Quanto mais se dedicar a esta atividade, mas preeminente será a posição que se terá no futuro no paraíso;
6. Você precisa pertencer á organização de Jeová e fazer a vontade de Deus, afim de receber sua benção de vida eterna, cf. pg. 255.
Além dessas falácias doutrinária, eles ensinam que a vida eterna na presença de Deus na eternidade só é para um grupo de 144.000 escolhidos dentre as doze tribos de Israel, contudo, eles esquecem que o número de salvos, conforme, a Bíblia Sagrada é de uma multidão incontável de pessoas, cf. Ap. 7.9,15.
A liderança da Sociedade Torre de Vigia com seu Corpo Governante ensinam que não há um Ser Triúno que subsiste em três Pessoas, sendo todas da mesma substância(Homoousios), que foi satanás que criou a doutrina da TriUnidade(Trindade), negam que Deus é o Pai, Jesus Cristo é Deus, o Filho, e que o Espírito Santo é o Consolador, sendo também Deus.
Enfim, em seu mosaico herético, eles negam a punição eterna para o ímpio, negam que o homem tem um espírito e que esse subsiste a morte(sono da alma, a semelhança da doutrina sabatista) e a existência do inferno, assim como, também negam veementemente a divindade do Espírito Santo, e a salvação pela graça. Enfim, eles vão de encontro as grandes doutrinas da Bíblia em suas exegeses falaciosas. Contrariamente, veja o que a Palavra de Deus afirma quanto ao Espírito Santo, o destino do homem, sua salvação e punição eterna, cf. Ap. 7.9,15; Jo. 3.15. 5.24; 12.26; Ef. 2.19; Cl.3.1; Rm.8.26-27; II Co. 3.6,17-18; At. 5.3-4; Rm. 4.1-4; Gl.2.16; Tt. 3.5; Mt. 18.8; II Ts. 1. 8-9; Ap. 14.10-11; 20.10,15; Lc. 16.19-31; Fp. 1.23-24; Ap. 6.9-11; II Co.5.8; Is. 43.10; 44.6,8; Jo. 1.1; 20.28; At. 5.3-4, ss
- SALVAÇÃO SÓ EM JESUS CRISTO – CONTRÁRIA AO ENGANO DOUTRINÁRIO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ.
A questão doutrinária sobre a salvação do homem, excluindo Jesus Cristo como o único caminho para alcança-la é uma heresia sem precedentes e que compromete a unidade do Cristianismo histórico. Alijar Jesus do processo de salvação da humanidade é desconstruir as verdades da Palavra de Deus. Não há Cristianismo sem Cristo. A maioria das falsas religiões no mundo tem sobrevivido sem seus mestres e fundadores por justamente no cerne da sua origem terem sido fundadas e lideradas por homens falíveis e mortais, que tem sua liderança descontinuada e limitada pela morte. Porém, Jesus de Nazaré o Deus encarnado, que morreu e ao terceiro dia ressuscitou, e negar Jesus como Senhor e Salvador do homem, é despir o Evangelho do seu agente fundamental, Jesus, A pedra fundamental, de esquina, angular, da Igreja Protestante, cf. Is. 43.11; 45.15; Zc. 9.9; Lc. 1.47; 2.11; Jo. 4.42; Tt. 1.3-4, 3.4,6; At. 13.23; Fp. 3.20; I Tm. 1.1; 2.3; II Pe. 1.1,11; 3.2; II Tm. 1.10; Ef. 5.23; I Jo. 4.14; Jd. 1.25; ss.
Se observarmos as evidências históricas contidas nos Evangelhos Sinóticos sobre as obras de Jesus Cristo, podemos compreender que: Jesus conduziu a morte como um ato voluntário; sua morte foi vista como diretamente relacionada á remissão de pecados; Há evidências para mostrar que Jesus reconheceu que sua morte seria vicária no sentido de que Ele estava fazendo alguma coisa no lugar de outra pessoa; além disso, é oportuno salientar que a morte de Cristo foi concebida como um sacríficio com associações especiais com a nova Aliança, do mesmo modo que o sacríficio de sangue ratificava a antiga; Não há dúvida de que Jesus se considerava como um substituto no sentido que era reminiscente do servo sofredor de Isaías, cf. 53 e o cumprimento dele.
Enfim, como foi enfatizado anteriormente sobre a morte e ressurreição de Cristo, entendemos que essas premissas são encontradas no contexto escriturístico acerca do Reino, e que podemos compreender que a sua paixão tem um aspecto escatológico, isto é, servir de ligação entre o homem caído e a reconciliação com seu Deus, através do sacrífico perfeito de Cristo, e que jamais essas verdades históricas evidenciadas podem ser negligenciadas e ensinadas de outra maneira, assim como fazem as Testemunhas de Jeová, cf. Lc. 9.31, 51; 22.3ss; 23.46; Lc. 23. 30-43; Mc. 14.50; Mt. 26.56; At. 2.23; Jo. 12.23; 10.11,15; 15.14, ss. Amém.
FONTE.
1. ASSOCIAÇÃO TORRE DE VIGIA DE BÍBLIAS E TRATADOS. Livro: Poderá viver para sempre no paraíso na terra. 1989. 289 pg.
2. https://www.jw.org/jw-tpo/ acesso em 28/06/2019.
3. A SENTINELA. Edição Sociedade Torre de Vigia. 1997. 28 pg.
4. INSTITUTO CRISTÃO DE PESQUISA. Revista Defesa da Fé. Ano 01. Nº 02. OUT/DEZ 1996. 42 pg.
5. SOARES, Esequias. Manual de Apologética. RJ. CPAD. 2014.
6. GUTHRIE, Donald. Teologia do Novo Testamento. SP. Ed. Cultura Cristã. 2011. 1079 pg.

sábado, 27 de julho de 2019

A FALÁCIA DO SISTEMA TEOLÓGICO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

2º PARTE.
POR LEONARDO MELO
6 A CONCEPÇÃO DO INFERNO SEGUNDO A TORRE DE VIGIA.
No seu cerne doutrinário, as Testemunhas de Jeová negam a existência do inferno. No livro publicado em 1946 pela Torre de Vigia em inglês “Let God be true”, literalmente “Deixe Deus ser verdadeiro”, e publicado na versão portuguesa em 1949, “SEJA DEUS VERDADEIRO”, eles ensinam neste livro que o inferno é a própria sepultura, e que o lugar de suplício eterno , onde os ímpios serão atormentados para sempre, não existe. Dedicam 13 páginas do livro para argumentarem acerca da inexistência do inferno, sob o sub-título no cap. VI “inferno, lugar de descanso em esperança”
Essa conclusão parte de uma exegese equivocada, onde claramente é notado a ausência de conhecimento acadêmico nas línguas hebraicas e gregas, e consequentemente, suas traduções são eivadas de erros semânticos quanto a análise das palavras Sheol, Hades e Geena, por não considerarem as mesmas em seu contextos, e assim postergam alguns princípios ou leis da hermenêutica, como por exemplo as “Leis do contexto, da interpretação do texto e da implicação do texto”. Especificamente, Sheol, Hades e Geena, dentre outras, são palavras que eles transliteram sem considerar alguns princípios de interpretação, não considerando tais palavras em seus contextos.

1.Para eles , INFERNO (SHEOL/HADES), seria literalmente “a sepultura”, o lugar onde os mortais aguardam a ressurreição, eles argumentam que o termo na língua hebraica e grega apresentam o mesmo significado, enfim, “ A Sociedade Torre de Vigia ENSINAM QUE O INFERNO É UM ESTADO, E NÃO UM LUGAR”. Na tradução do Novo Mundo, eles simplesmente retiraram a palavra inferno. Segundo (SOARES. 2009, pg.173-174), analisando Mateus 25.46, texto grego: “και απελευσονται ουτοι εις κολασιν αιωνιον οι δε δικαιοι εις ζωην αιωνιον”, tradução : “E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. Tradução Novo Mundo: “E estes partirão para o decepamento eterno, mas os justos para a vida eterna”.
A organização substituiu o termo grego κολασιν (kolasis) castigo, por decepamento. Benjamin Wilson alega, na nota de rodapé da tradução N.M., que tal tradução concorda melhor com a segunda parte da sentença, preservando assim a força e a beleza da antítese”. Além, também do texto em II Pe. 2.9b em que eles substituem a palavra “castigo” por “decepar” em suas traduções: “reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;
“ δε εις ημεραν κρισεως κολαζομενους τηρειν”. Neste texto, eles trocam castigados por decepados. Absurdo exegético.

2. O termo GEENA, 
do hebraico גֵי־הִנֹּם, que é a forma grega, que significa vale de Hinon, Josué 15.8a. “E este termo sobe pelo vale do filho de Hinom, do lado sul dos jebuseus (esta é Jerusalém)...”. mas, que tomou o significado de lugar onde os ímpios receberiam como castigo o sofrimento eterno, a destruição total. Assim, é um local localizado ao sul da cidade Santa, onde se sacrificam aos ídolos; em um lugar chamado Tofete, e que a posteriori, por iniciativa do Rei Josias, rei de Judá; o local foi transformado em um depósito de lixo, e alegoricamente tomou a conotação de inferno e fogo.
Porém, no livro das Testemunhas de Jeová “Seja Deus verdadeiro”, das páginas de 75 á 79, a Torre de Vigia lança seus argumentos, e deu-lhe um novo sentido, passando a significar “a condição de destruição, aniquilação, que o Diabo, seus demônios e todos os opositores da seita chegarão”, condição essa de que não há retorno ou ressurreição. Enfim, onde a palavra geena aparece significando inferno, o Corpo Governante trocou por “destruição total” em sua tradução “Novo Mundo”. Se aceitarmos a tradução deles, então teremos simplesmente o significado de “tormento eterno do vale de Hinom”.

Refutação.
Podemos afirmar que há vários textos na Bíblia Sagrada em que entendemos que há sim um lugar de sofrimento e tormento eterno, e que a separação consciente de Deus é factual. Alguns textos que evidenciam essas verdades:
“ E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”, Mt.25.46; “E os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes”, Mt.13.42, ainda para corroborar com os textos mencionados temos: Mt.8.11-12; Lc.13.24-28; II pe. 2.17; Jd.13; Ap.14.9-11, 19.20.
Conforme (MARTIN. pg. 131) “dos versículos citados anteriormente, talvez a forma mais descritiva no grego seja a de Apocalipse 20.10, João afirma incisivamente que o diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro de fogo e enxofre, onde não só se encontram a besta, como também o falso profeta, isto é a trindade satânica, e serão atormentados βασανισθησονται
(basanisthesontai) de dia e de noite pelos séculos(αιωνας) dos séculos. O termo grego basanizo (βασανίζω), literalmente significa “atormentar”, “torturar”, “ser atormentado”, “afligir com dor terrível”, e é empregado no N.T. com o sentido de forte dor, tormento consciente, e nunca aniquilação, cessação da consciência, ou extinção total, cujo objetivo é demonstrar a justiça eterna de Deus, cf. referências: Mt. 8.6, 8.29; Mc. 5.7; Lc. 8.28; Ap. 14.10-11”.
Concluímos que a Palavra de Deus é muito clara quanto a questão do sofrimento e castigo de maneira consciente e eterna para aqueles que rejeitam á Cristo como Senhor de suas vidas.
Amém.
Referências.

1. SOARES, Esequias. Testemunhas de Jeová. A inserção de suas crenças e práticas no texto da Tradução do Novo Mundo. S. Paulo. Hagnos. 2009. 264 pg.
2. MARTIN, Walter. O Império das Seitas. Vol. 1. M.G. Venda Nova. Betânia. 1992. 200 pg.
3. SOARES, Esequias. Manual de Apologética Cristã.
R.J. CPAD. 2014. 380 pg.

4. SOCIEDADE TORRE DE VIGIA. Seja Deus Verdadeiro. EUA. Brooklin. N. York. International Bible Students Association. 1949. 320 pg.
5. MARTINS , Jaziel Guerreiro. Seitas. Heresias do nosso tempo. P. R. Curitiba. A.D. Santos Editora. 2000. 176 pg.
6. MELO, Edino. 77 Verdades sobre as Testemunhas de Jeová. à luz da Bíblia. S.Paulo. Transcultural Editora. s/d. 40 pg.

A FALÁCIA DOUTRINÁRIA DO SISTEMA TEOLÓGICO DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

(1* Parte)
Por Leonardo Melo

Desde o surgimento do pecado que desvirtuou o homem da sua imagem junto à Deus, cf. Gn. 3.11-19; Rm. 3.23, e por conseguinte o conduziu a violar os altos conceitos e valores morais de Deus, que o homem em certa medida mergulhou nas trevas espirituais e passou a ofertar em nome de Jesus Cristo cultos estranhos à Deus.
Então, a falsa adoração e culto à deidade é desde a antiguidade, e se reporta ao Oriente Próximo. Ao longo dos séculos, essa falsa adoração persistiu, resistiu e é uma realidade.
Na esteira da influência maligna sobre o sistema religioso, afloraram centenas de matrizes heréticas, as mais variadas e bizarras.
A concepção equivocada sobre a pessoa de Deus e seu reino deram origens a cultos e exegeses equivocadas e confusa quanto ao cerne da Palavra de Deus.
Na esteira dos ensinos heréticos que se espalharam pelo mundo já no início dos três primeiros séculos da nossa era, temos como exemplo o arianismo do bispo egípcio Àrio(256-336 d.C.) que teve como grande recepcionista das suas doutrinas, as Testemunhas de Jeová, na pessoa do seu primeiro líder Charles T. Russel , que foi seguido pelos seus respectivos sucessores Joseph F. Rutherford e Nathan H. Knorr, Frederick W. Franz e que incorporou definitivamente no credo doutrinário da seita e que hoje servem de base dos ensinos do Corpo Governante.

As Testemunhas de Jeová tem um conceito extremamente equivocado sobre Deus, Jesus Cristo, O Espírito Santo as Sagradas Escrituras, e a Salvação dentre outras interpretações da Palavra de Deus.

1. Em relação a Deus, 

Negam ser Deus um ser Trino, afirmam ser Deus um ser solitário e que não é onipresente. Para eles Jeová não pode estar em vários lugares ao mesmo tempo. Afirmam que se Deus é uma pessoa, e sendo um ser pessoal, possui corpo de forma específica, o qual precisa de um lugar para morar.
O que cremos:
Que Deus é o Senhor, O EU SOU O QUE SOU, criador e sustentador de todas as coisas pelo poder da sua Palavra e é Eterno; que só Ele tem a virtude da Imortalidade e só Ele é Onisciente, Onipresente e Onipotente, dentre outras virtudes. Ref.:
Gn. 1.1, Ex. 3.14; Sl. 47.2,7-8; Sl.139; Is.40.12-18, 43.11-13, 44.6; I Jo.4.8; sobre a imortalidade; Mt. 28.20; Hb. 4.13,


2. Visão do Corpo Governante sobre a pessoa de Jesus Cristo.

Afirmam que Jesus é um ser criado. Não possui a mesma substância que Deus, o Pai (Homoousios) e portanto não é divino, e portanto não pode ser Deus.
Claramente percebemos a recepção da doutrina ariana no escopo doutrinário dos T. J. por parte do Corpo Governante. Os T.J. Acreditam que Jesus Cristo é o arcanjo Miguel: “É lógico concluir que Miguel não é outro senão o próprio Jesus Cristo no seu papel celestial”.
Seus teólogos ensinam ser ele mesmo o Abadom, o destruidor, cf. Ap. 9.11. Afirmam que o homem terrestre Jesus de Nazaré não mais existe, pois negam sua ressurreição corporal.
Cremos:
Jesus é Deus, Is.9.6; Mt.1.23; Jo.1.1. 10.30, 14.9,20.28; Rm. 9.5; 2 Co.4.4; 1 Ts. 2.3; Cl. 1.15, 2.9; Fp. 2.5-7; 1 Jo. 5.20.


*3. O Espírito Santo na visão russelista.

Ensinam que o Espírito Santo é uma força ativa que Deus usa para executar sua vontade. Não é uma pessoa e não pode ser Deus. O Espírito Santo pode ser definido como uma força que emana do Deus-Jeová, porém não se trata de uma pessoa co-existente com Ele, isto é, o Espírito Santo é uma força ativa e impessoal de Deus, negando assim, tanto a Sua personalidade quanto a sua divindade
*CREMOS
Que as Escrituras dão testemunho inquestionável da divindade e pessoalidade do Espírito Santo. Ele compartilha da mesma substância (homoousios), natureza divina que o Pai e o Filho. 
O Espírito Santo, é o Espírito do Senhor, Ele frequentemente é mencionado como Deus em seu ato criador e redentor. As Escrituras Sagradas menciona o perigo de se blasfemar contra o Espírito Santo, e o próprio Jesus testifica que o pecado contra o Espírito Santo é maior do que aquele praticado contra Ele. Quando o próprio Cristo testifica da deidade do Espírito Santo, não tem mais o que se questionar.
Porém, quando se nega a divindade de Cristo, então o desdobramento natural é também rejeitar a divindade do Espírito Santo.

Ref.: Mt.28.18s; II Co. 13.14; Ef. 4.4-6; Jz. 3.10; II Co. 3.17; Jó 33.4; Sl. 51.10; Ez. 37.14; II Co. 3.3; Mt. 12.28-32.

4. As Sagradas Escrituras e as Testemunhas de Jeová.

Com relação a Palavra de Deus, eles nutrem um certo desprezo pelas traduções históricas, ainda que ao longo dos anos, eles lancem mão de traduções confiáveis e assim fizeram interpolações para produzir sua própria tradução.
Segundo (SOARES. 2008) o presidente Nathan H. Knorr, este apresentou em 1946 ao Corpo Governante um projeto para produzir uma versão Bíblica oficial para sua organização herética religiosa, a qual foi executada secretamente até a conclusão da primeira parte, As escrituras gregas cristãs. No dia 03/09/1949 em uma reunião com diretores da seita, Nathan H. Knorr anuncia que a comissão da tradução do Novo Mundo da Bíblia “ havia chegado ao fim em sua primeira parte, e seguiu para a sociedade Torre de vigia para impressão e publicação. 
A edição em português e em mais cinco idiomas das Escrituras Gregas Cristãs foi lançado em 1963 em Nova York.
Há alguns detalhes relevantes sobre a tradução Novo Mundo das Escrituras Sagradas, e um dos fatores principais é a formação acadêmica de quem traduziu. A sociedade Torre de Vigia nunca divulgou os nomes dos seus tradutores.
Frederick W. Franz disse, ao justificar esse anonimato o seguinte: “O comitê da tradução queria que ela permanecesse anônima, e não buscava qualquer glória ou honra para a obra da tradução”.
Porém, o fato é que faltava a qualificação acadêmica devida ao tradutor.
A grande questão é que os tradutores não eram eruditos nem tinham formação acadêmica nos vernáculos hebraico, grego e aramaico. Por isso, o anonimato quanto aos autores das traduções.
Na realidade, a tradução dos Jeovistas é uma paráfrase de péssima qualidade da Palavra de Deus, e cheias de adulteração incompatíveis com a sã doutrina.
Uma das marcas inconfundíveis da tradução NM é o termo “Jeová”, e Rutherford é o autor da doutrina da vindicação do nome Jeová. O nome Jeová aparece 
aproximadamente 237 vezes nas Traduções do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs.

CREMOS.
Na inerrância da Palavra de Deus, que Ela é divinamente inspirada. E que ela é a autoridade máxima em termos de ensinamentos para a Igreja do Senhor Jesus Cristo, não podendo ser substituída por quaisquer outros escritos, livros ou manuais.
Há inúmeros textos que atestam a veracidade da Bíblia Sagrada: Ex. 24. 4,7; 32.15-16; 34.27-28; Sl. 119; Tt.1.9; I Tm. 6.3-4,11; II Tm. 4.3; Ap. 22.18-19.


5. A salvação na ótica Russelista.

Para os T. J. não só é necessária a conversão à Cristo, mas, também agregar algumas práticas religiosas prescritas pelo Corpo Governante, conforme os dogmas estabelecidos, tais como manifestar fé incondicional em Jeová, pregar de casa em casa, realizar boas obras, pertencer a organização das Testemunhas de Jeová.
Porém, apesar de pregarem a Palavra de Deus e mencionar a pessoa bendita de Jesus, a sociedade Torre de vigia, não considera seus adeptos filhos de Deus e nem Jesus Cristo como mediador de uma nova aliança.

CREMOS.
Na salvação pela fé, mediante a graça através da morte expiatória de Jesus Cristo na cruz do calvário. 
Sendo este sacrifício único e insubstituível por qualquer outro tipo de sacrifício ou cerimonial.
Conforme o livro “Declaração de Fé”
das Assembléias de Deus”: Cremos, professamos e ensinamos que a salvação é o livramento do poder da maldição do pecado, e a restituição do homem à plena comunhão com Deus, a todos os que confessam a Jesus Cristo como seu único Salvador pessoal, precedidos do perdão divino”.
(CGADB. Declaração de fé.2017. pg. 109).
Ref.: At. 10.43; II Co. 5.19; Ef. 2.8-9; I Tm. 2.4; Tt.2.11; At.17.30; Mt. 24.13; Rm. 10.9, 8.1-2, 5.1, 8.15-16

sexta-feira, 19 de julho de 2019

O ENGODO DA TEOLOGIA HERÉTICA DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

Por Leonardo Melo.
O cerne e o exórdio da teologia da seita Testemunhas de Jeová, teve com Charles T. Russel, o seu precursor, tal como, Joseph F. Rutherford e Nathan H. Knorr como aqueles que deram sequências aos estudos doutrinários para esculpir a doutrina da seita e o seu corpo dogmático, é essencialmente sua eschaton. Conforme, conforme (BAALEN.1989), o modelo doutrinário da seita teve influência significativa das doutrinas adventistas, da heresia do bispo Egípcio Ário(arianismo), Fausto Socino (Socinianismo), Emanuel Swendenborg ( E sua visão do céu e inferno paganizada) Unitarismo(com seu relativismo entre Jesus e o homem e um poder comum latente), Cristadelfianismo (com seu aniquilacionismo e a negação da Triunidade) e outras influências dogmática-religiosa.

Porém, há inúmeros questionamentos, se de fato Russel realmente entrou em contato com essas doutrinas heréticas com o propósito de esmiúça-lãs e desenvolver a base da da sua teologia, pois, o mesmo não tinha nenhuma formação acadêmica, e não conhecia as línguas originais da Bíblia Sagrada, como o hebraico, aramaico e grego. As Testemunhas de Jeová tem a sua própria tradução Bíblica, conhecida como “Tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada “, além de periódicos doutrinários para divulgação da seita, como as Revistas Sentinela e Despertai, editadas em mais de duzentos idiomas, além de livretos, tais como: Boas notícias de Deus para você; Você pode entender a Bíblia; Continue a amar a Deus; Conhecimento que conduz à vida eterna, etc.

DESENVOLVIMENTO DOUTRINÁRIO DA SEITA.
Referenciando seus Credos, as Testemunhas de Jeová são reconhecidas como uma seita porque, em seus cerne doutrinário negam veementemente várias doutrinas fundamentais da fé cristã: A Triunidade, O Espírito Santo, O nascimento virginal de Cristo, A salvação pela graça. A expiação pelo sangue (Hilasmologia), A ressurreição de Cristo, dentre outras..., Não há Cristianismo sem Cristo, o Cristianismo é a única religião do mundo que necessita peremptoriamente do seu líder e Ele está vivo, e não há como substituí-lo. Está escrito:”Disse-lhe Jesus: Eu Sou o Caminho, e a Verdade, e a Vida, e ninguém vem ao Pai, senão por Mim”. Jo.14.6; “Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem". “O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo". II Tm. 2.5-6; “Eu e o Pai somos um”. Jo.10.30.
C.T. Russel, e Rutherford na construção do seu corpo doutrinário, teve influência a semelhança de um mosaico religioso, e foram influenciados sobremaneira pelo Ebionismo ( Aceitavam o caráter messiânico de Jesus, mas negavam que ele era Filho de Deus, rejeitando sua divindade, e do Arianismo (que também negavam que Jesus fosse da mesma substância do Pai (Homoousios). Essas duas heresias foram ressuscitadas entre os séculos XIX e XX e propagada pelas Testemunhas de Jeová.

Tem como doutrina e defendem que:
1. Toda religião é invenção de satanás. Ele não é religião;
2. Todo governo é do diabo e, portanto carece de autoridade;
3. A doutrina da Santíssima Trindade é um erro pagão ;
4. Jesus Cristo voltou ao mundo em 1874, e iniciou o movimento das Testemunhas de Jeová;
5.Todo comércio é instrumento do demônio, como a política e as organizações religiosas. Através delas, ele(o demônio) governa o mundo. É pertinente afirmar que, quando Russel morreu, alguns estudos deixados por ele foram rejeitados por Rutherford e os lançou fora, enfim, os jeovista defendem uma visão progressiva das doutrinas das Sagradas Escrituras. Afora outros absurdos doutrinários, que vão de encontro à ortodoxia cristã.

Dentre as anomalias doutrinárias do corpo governante, está a questão da salvação: afirmam que para sermos salvos precisamos pertencer a Sociedade Torre de Vigia, e estudar seus credos, especificamente o livro “Conhecimento que conduz à vida eterna “. Outra falácia doutrinária quanto a salvação, é quanto à exegeses do cap. 7.4 do Livro do Apocalipse em relação aos 144.000 que serão salvos, eles no seu engodo doutrinário afirmam que eles são os israelitas espirituais para justificarem seu erro de interpretação textual que afirmam que os 144.000 são o número de salvos que vão para o céu quando completarem esse número. Afim de justificar essa heresia, Rutherford apresentou a “doutrina da grande multidão “, isto é, os 144.000 escolhidos reinarão com Cristo no reino celeste, e as demais Testemunhas viverão aqui na terra sob o domínio de Cristo e da sua Igreja no céu. Porém, a Bíblia Sagrada ao contrário não distingue entre os salvos na eternidade: Jo.14.1-3; I Co. 15.51-52; Ap. 3.21; Jo. 17.12 e 3.16.
O apóstolo Paulo de maneira enfática, afirma :”Mas, ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema “. E “Assim como já vo-lo dissemos, agora também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que recebestes, seja anátema “. Gl. 1.8-9.

CONCLUSÃO.
A Palavra de Deus está provida de advertências sobre os falsos ensinamentos e do surgimento de inúmeros homens se autoproclamando defensores do verdadeiro Evangelho, quando na verdade são verdadeiros lobos em peles de cordeiro, são falsos mestres, falso pastores, disseminando suas mentiras afim de enganar os incultos, cf. Mt. 24.4-5,11 e 24; I Tm. 4.1-7; II Pe. 2.1-3, 10, 12-19, II Pé. 3.1-3; Jd. 3,10,12, 16-19.
Segundo (SOARES. 2014) “Não existe uma pessoa sequer no mundo que se tornou Testemunhas de Jeová simplesmente pela leitura da Bíblia “. Judas 3, nos adverte para batalharmos pela fé que uma vez nos foi dada. Vislumbro uma realidade factual sobre está afirmação de Judas nos tempos hodiernos, até porque um dos sinais da volta de Jesus Cristo, é o florescimento das seitas e d consequentemente dos falsos ensino acerca dos Evangelhos de Cristo. Amém!

REFERÊNCIA.
1. ALMEIDA, João Ferreira de. Bíblia Sagrada contendo o Antigo e Novo Testamento. ARC. Com referências e algumas variantes. R.J. Imprensa Batista Regular. 86* impressão. 1986.
2. ALMEIDA, João Ferreira. Bíblia Apologética de Estudo. ARCF. Instituto Cristão de Pesquisa. Jundiaí. S.P. 2003.
3. MARTIN, Walter. O império das Seitas. Testemunhas de Jeová/Fé Baha’i. M. G. Venda Nova. Ed. Betânia. 1992.
4. BAALEN, J. k. Van. O Caos das Seitas. Trad. E. J. Goldsmith. São Paulo. Ed.: Imprensa Batista Regular. 1989.
5. SOARES, Esequias. Manual de Apologética Cristã. R. J. CPAD. 2014.
6. MARTINS, Jaziel Guerreiro. Seitas. Heresias do nosso tempo. Curitiba - Paraná. Ed.: A. D. Santos. 2015.